Crônicas de Vëlimir
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- Inscrições para os Alunos

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1 - Inscrições para os Alunos em Sex Out 09, 2015 7:45 pm

Achlys

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Achlys
Achlys
Relembrando a primeira mensagem :

Aqui poderão inscrever no RPG os personagens que frequentarão uma das 3 escolas de magia de Fantasy World: Ekalyon, Hainslef e Esthrold.
Segue o formulário a ser preenchido para seu personagem:

Código:
[b]Nome:[/b]
[b]Idade:[/b]
[b]Poder:[/b]
[b]Origem:[/b]
[b]Família:[/b]
[b]Rank Militar:[/b] (caso tenham)

[b]Equipa:[/b]
[b]Ano:[/b]

[b]Personalidade:[/b]
[b]História:[/b] [spoiler][/spoiler]

[center][b]Aparência:[/b]
Normal || Baile || Inverno[/center]

- - - ※ - - -
Observações:

- novos alunos  poderão ser inscritos com o nível máximo de magia A+;
- ranks não podem ser preenchidos sem antes pedir permissão da administração;
- quando forem preencher o campo dos poderes, por favor sigam este padrão: " Poder do Personagem | Nível de Magia". Para conferir os níveis de magias, podem visitar este link.

http://cronicasdevelimir.ativo-forum.com/forum

26 Re: - Inscrições para os Alunos em Sex Dez 25, 2015 10:49 pm

Elyss

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Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Nayelli Lysistratt D' Trindmèrien
Idade: 17 anos
Poder: Luz e Propriedades | A
Origem: Bythinium (Lyealt'em)
Família: Nallien D' Trindmèrien (Mãe), (Desconhecido)

Equipa: Draco | Mental
Ano:

Personalidade: Apesar do semblante indiferente e frio, Nayelli é uma jovem que peca quando o assunto é manter suas emoções escondidas, fazendo questão de deixar suas considerações bem claras em determinados assuntos - comportamento propulsionado por um certo orgulho, pois considera-se muito superior na parte teórica da magia. Por outro lado, jamais faça menção à parte prática ou às suas habilidades de batalha, pois ela só tem duas reações para essa situação: ou irá se encolher de vergonha, ou irá tentar dizimar o orador. Melhor não apostar na primeira. Reservada, não é das pessoas mais simpáticas ou fáceis de se conversas, sendo muito comum achá-la sozinha em algum canto cuidado de seus próprios assuntos. Longe de olhares influentes, Nayelli adota um comportamento mais indelicado e direto, não raramente dispondo de uma análise crítica sobre os seus arredores - contudo, ela só partilhará dessa opinião se questionada, pois reconhece as altas chances de acabar magoando alguém. Consciente de seu papel como guardiã, sempre tem em vista o bem da maioria quando toma uma decisão, exibindo um lado altruísta que poucos se importam de reconhecer: jamais recusaria um pedido de alguém que precise. Desde o momento em que foi reconhecida como guardiã da luz, Nayelli teve todos os passos de sua vida planejados, portanto, ela usou da "oportunidade" de ir para outro mundo para explorar o que existe além de todo o planejamento que a certou, de onde tirou a atitude rebelde que não vê problemas em contestar regras ou limites que lhe pareçam ridículas - e, acredite, ela saberia fazer uma dissertação completa caso quisesse sobre algumas do Mundo Mágico. Também pode ser muito superficial, reservando pouca ou mesmo nenhuma importância para subjetividades: existiriam apenas coisas boas e coisas ruins, simples. Ainda que o último ano tenha afrouxado essa convicção, ainda falta muito para que ela enxergue o mundo de uma nova forma.
História:
Spoiler:
Vivenciando o que os habitantes entendem como intervenções da divindade criadora de seu mundo, Lyealt'em desenvolveu-se de uma maneira diferenciada à da Terra, tendo sua cultura, tradições e crenças desenvolvidos por influências diversas. Em especial, a ideia de União é uma parte em comum de toda a filosofia desenvolvida por ali, levando seus povos a evitarem desavenças, ainda que elas sejam bastante comuns - afinal, esse conceito é apenas um ideal a ser alcançado.
Como destaque, é possível também apontar a existência de Guardiões, guerreiros escolhidos pelos elementos para defenderem o mundo de suas ameaças, contudo a semelhança com a Terra e o Mundo Mágico acaba por aí: se neste caso os guardiões originais a se manifestarem foram os dos elementos complementares, em Lyealt'em  a ordem se inverte, necessitando que os guardiões dos elementos primordiais, Luz e Trevas, realizem uma cerimônia para que os outros sejam escolhidos.

Bythinium é um dos países mais importantes em Lyealt'em, onde foi fundada a Ordem dos Sacerdotes da Luz, composta pelos Apóstolos de Iccaïs, os Monges, o Grão-Mestre e, acima deles, o Portador da Luz, o habitante escolhido para tornar-se o guardião deste elemento. Esta nação também é um dos maiores centros de produção intelectual, ainda que seu maior destaque seja pela contínua mescla entre religião e política, que em poucas décadas fez com que as cúpulas de poder ficassem estagnadas, fruto da troca de influência entre as instituições.

É neste mundo e, mais precisamente, neste país que Nayelli nasce, manifestando ainda na infância os poderes que a apontavam como nova Portadora da Luz. Tal notícia, no entanto, não agradou as lideranças religiosas, que a viam como uma ameaça pelas suas origens humildes, tentando de todos os meios fazer com que a jovem renunciasse os dons obtidos a ponto de levar seu próprio pai a destituí-la de seu nome. Nada disso foi capaz de abalar a confiança de Nay, transportada ao completar 12 anos para os limites da nação, onde localiza-se um Monastério construído séculos atrás para o treinamento dos futuros portadores. Lá, a jovem guardiã foi educada em diversas áreas da magia, esforçando-se ao máximo para distinguir-se e desfazer-se dos comentários reprovadores que vez ou outra escutava.

Contudo, um grande mal tentava surgir das profundezas de Lyealt'em , forçando seus instrutores a adiantar o Teste que julgaria os Guardiões dos elementos primordiais, uma prova na qual a Entidade da União decidiria se os escolhidos seriam fortes o suficiente para dar origem aos demais guardiões, mas tal decisão não mostrou-se sábia. Rejeitada pelo teste, Nayelli recolheu-se em profundo desespero, com as vozes que a julgavam soando cada vez mais alto. A ameaça que colocava seu mundo em perigo, contudo, apenas fez-se aproveitar do momento de fraqueza, alastrando-se cada vez mais.
Desolada, Nayelli é levada a concordar com um novo plano, muito mais arriscado - mas a única saída para a magnitude da situação: ser mandada para um outro mundo e lá fortalecer-se, já que em Lyealt'em  não dispunha do tempo necessário para fazê-lo.

Ao chegar em Fantasy World, Nayelli vê-se inserida em um conflito entre diferentes organizações, mas nenhuma menos hostil que a outra. Junto dos guardiões, ela já conseguiu evoluir e sente as mudanças que o encontro com eles proporcionou em si, mas sabe que ainda possui um grande caminho a percorrer caso queira tornar-se forte o suficiente para salvar seu mundo.

Aparência:
Normal || Baile || Inverno

┈ ┈ ✥ ┈ ┈
Nome: Sora Kasumi Mizaki Waterfall
Idade: 16 anos
Poder: Vento e Areia | A+
Origem: Japonesa
Família: Yui e Willis (Pais), Serah, Ethan, Suigetsu [morto], Marie [morta] (Tios), Agito (Irmão) Keith, Minna e Klaus (Primos)
Rank Militar: Major

Equipa: Phoenix | Mental
Ano:

Personalidade: Para descrever o jeito de Sora, é necessário deixar um detalhe muito claro antes: as semelhanças com a mãe começam e acabam em sua aparência. Extrovertida e impetuosa, apesar de jovem a Guardiã do Ar já apresenta uma combinação perigosa: ela gosta de tomar riscos e os aceita sem pensar duas vezes, o que, não surpreendendo ninguém, já a colocou em situações difíceis. Contudo, por orgulho ou teimosia, ela dificilmente aceitará que cometera um erro de sua parte, preferindo mudar de assunto - a não ser que alguém tenha se machucado por sua culpa, momento em que um certo desespero e insegurança podem tomar conta de si. Uma pergunta compreensivelmente comum é o do motivo pelo qual Sora não está em Draco, mas, ainda que sua maneira independente e espirituoso seja marcante, sua determinação destaca-se mais. Não é uma garota que recua perante desafios, por mais amedrontador que seja, especialmente quando sabe que pode contar com seus amigos. Não; aliado à sua veia precipitada, sua bravura permite que Sora esteja sempre preparada para a ação.
História:
Spoiler:
A mais nova dentre os atuais Guardiões, Sora cresceu protegida: não fosse pelos pais, que a encaram até hoje como um 'bebezinho', seria pelo irmão mais velho, Agito, que acha que seu dever é protegê-la. A jovem Guardiã do Ar enche a boca para discordar desse tratamento, ficando enfurecida quando os outros - em especial, a família - não reconhecem sua independência. Mais do que qualquer coisa, ela assemelha-se muito ao seu elemento, resistindo a qualquer coisa que tente prendê-la e procurando pelas mais impensáveis brechas.

Quando o irmão foi para Ekalyon, Sora fez de tudo para que os pais permitissem que ela o acompanhasse, incapaz de esperar um - ou, quem sabe, até dois - ano para matricular-se. E não se arrependeu: se para o irmão o ano que passou foi estressante, Sora teve seu momento: entrou em brigas, discussões, participou de missões e mais. Tudo isso apenas a ensinou que ainda há muito trabalho a ser feito pelos Guardiões, e ela mal espera pela chance de realizá-lo

Aparência:
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27 Re: - Inscrições para os Alunos em Seg Dez 28, 2015 11:19 pm

Alaena

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Admin. Alaena
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Nome: Nikolai Makariy Aelroth
Idade: 18 Anos
Poder: Lua | A
Origem: Loriath
Família: Vasily Aelroth (Pai), Euthymia Hrimdunleth (Mãe), Alzack e Vesimir (Irmãos), Lysandra (Prima)
Rank Militar: Sargeant

Equipa: Hainslef
Ano:

Personalidade: : A maioria das pessoas só o reconheceria como um Aelroth por conta de sua aparição em inúmeras capas de revistas, em listas de pretendentes mais cobiçados e pela companhia constante irmãos, pois Nikolai não exibe quase nenhum dos traços associados à alta nobreza de Loriath. Ele é um rapaz carismático, sempre com um sorriso no  rosto e tratando à todos com uma excelente educação, especialmente as damas. Bonito e rico, Nikolai sempre teve tudo e quem quis, por isso não está acostumado, nem aceita muito bem, ouvir um não. Embora seja confiante e tenha bastante orgulho de suas conquistas, ele não destrata ninguém por não ser nobre, ao contrário, esse é um dos jeitos mais fáceis de ganhar sua eterna inimizade. Tendo em vista o estilo de vida que leva, cercado por luxos, festas, uma mulher a cada final de noite, poucos acham que há algo mais além disso. Estão enganados. Nikolai possui um lado que ele não costuma mostrar muito, mais por falta de oportunidade do que qualquer outra coisa, que é simplesmente apaixonado por livros, história e ciência, tendo um vasto conhecimento sobre essas áreas.
História:
Spoiler:
Nascido na influente família Aelroth, Nikolai é o segundo na linha sucessória da família, vindo logo atrás do irmão mais velho, Alzack. Apesar de não possuírem a mesma mãe, Euthymia criou seus filhos e o enteado da mesma forma amorosa e cheia de cuidados, tornando-os tão próximos quanto se fossem todos dela, especialmente os dois mais velho. Ninguém entendia muito bem como duas pessoas com personalidades tão contrastantes podiam ser tão próximas, tão amigas; falhavam em compreender que os irmãos, de certo modo, se complementavam, um cobrindo as fraquezas do outro.

Quando ainda era novo, Euthymia, vinda de uma família militar, fez de tudo para que o filho seguisse a carreira, porém, apesar de não ser nenhum incompetente em lutas, Nikolai preferia os livros e a diplomacia ao fio da espada. Contudo, a mãe nunca aceitou de fato a decisão, desde então se esforçando para que ele siga o caminho que ela considera ideal, sendo às vezes bastante radical. Quando chegou a hora de decidir para qual escola iriam, irritado com a insistência materna para atenderem à Esthrold, Nikolai preferiu entrar em Hainslef, decisão apoiada por Alzack, que decidiu acompanhá-lo. Vendo seus dois mais velhos voltarem-se contra ela e o marido aceitar, Euthymia teve opção a não ser aceitar, para o ressentimento de Vesimir, obrigado pela mãe a ir para a mesma escola que os irmãos.

Aparência:
Normal


┈ ┈ ✥ ┈ ┈

Nome: Vesimir Helvar Aelroth
Idade: 16 Anos
Poder: Estrelas | B
Origem: Loriath
Família: Vasily Aelroth (Pai), Euthymia Hrimdunleth (Mãe), Alzack e Nikolai (Irmãos), Lysandra (Prima)

Equipa: Hainslef
Ano:

Personalidade: O mais novo dos irmãos Aelroth é também o mais mimado. Tendo todos os seus pedidos e necessidades atendidas pela mãe, Vesimir não está acostumado, nem gosta, de cumprir suas obrigações, fazendo-as com enorme contragosto. Adora os holofotes, as festas, o glamour, aproveitando a oportunidade para se exibir e chamar atenção. Teimoso e obstinado, não pensa antes de agir ou falar, acabando por magoar as pessoas- e seu orgulho não o permite admitir que está errado. Vesimir pode ser bastante infantil, fazendo dramas por coisas pequenas, além de não ser particularmente corajoso. Entretanto, vez ou outra, ele tem seus momentos de generosidade e gentileza.
História:
Spoiler:
Último filho de Vasily Aelroth, a distância dele da posição de líder da família fez com que tivesse mais tempo livre para passar com a mãe. Como o bebê de Euthymia, Vesimir foi com esmero, sendo extremamente mimado e protegido, mantido longe das tarefas de administração.

Vesimir recebeu o treinamento militar da mãe, contudo, Euthymia não permitiu que se juntasse ao exército; recusava-se a ter seu menininho levado para junto de si e arriscando sua vida em missões perigosas. Dos seus irmãos, era o único que apoiava a ideia da mãe de mandá-los para Esthrold, ficando furioso quando fora obrigado a atender Hainslef.

Aparência:
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28 Re: - Inscrições para os Alunos em Dom Jan 10, 2016 3:03 am

Elyss

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Admin. Elyss
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Nome:  Ashelia B'nargin Velkov Raithwall
Idade: 18 anos
Poder: Telecinese e  Cristais | A+
Origem: Loriath
Família: Mi'hkail e Yustina Raithwall (Pais)[mortos], Kirill Velkov Raithwall (Irmão mais novo)
Rank: Princesa

Equipa: Syreni | Especial
Ano:

Personalidade: Ainda que não possa ser descrita como 'tímida', a princesa de Loriath prefere ações à palavras. Confiante em suas habilidades, ela raramente demonstra medo ou sequer hesitação, agindo como uma ilustre líder. Contudo, como já ocorreu no passado, Ashelia possui limites para suas capacidades, e quando não se mostram o suficiente ela entra em um estado apático, destituída de vontade, necessitando que alguém a motive. Ensinada a comandar desde pequena, possui um certo carisma que inspira lealdade e companheirismo nas pessoas, capaz de uni-las para enfrentar um desafio em comum. Astuta, Ashelia possui um raciocínio rápido que usa a seu favor em batalhas, explorando suas habilidades e de seus aliados ao máximo. De mente aberta, a única coisa que a princesa de Loriath não atura de maneira alguma é estupidez, sendo esse uma ótima maneira de acabar com sua paciência - que já não é das mais aprimoradas. Nascida e criada na alta nobreza, também é um tanto orgulhosa, acreditando sempre ter as melhores ideias ou soluções, e dificilmente admitindo seus erros. No mais, Ashelia também é uma garota reservada, preferindo manter seus pensamentos para si do que incomodar os outros com seus inquietações, pois procura o bem geral antes de seu próprio.
História:
Spoiler:
Ashelia, ou simplesmente "Ashe", nasceu como a primeira filha de Mi'hkail Arseni Raithwall e Yustina Velkov Raithwall, sendo, pelas leis de sucessão de Loriath, a princesa herdeira do trono. Desde o primeiro momento em que pôde segurar uma arma foi colocada sob treinamento de combate, como é o costume em sua terra natal, mas se engana quem pensa que tudo foi mais fácil pelo simples fato de seu título de nascença: foi bem o oposto. Ashelia teve que trabalhar duas vezes mais, pois o "comum", o "normal", algo "razoável" não são adequados para uma Raithwall. Aos seus 10 anos, Ashe pensava-se forte, como se o mundo não tivesse como colocar um obstáculo que não pudesse ultrapassar.

Estava errada. E muito.

Em uma fatídica noite, a princesa acorda com o som de metal batendo contra metal, um som ao qual ela estava acostumada, mas não nesse nível. Pela frequência, sabia muito bem que não se tratava de um simples treinamento. Era uma batalha de verdade.
Ashelia levantou de sua cama e correu pelo castelo, dirigindo-se para o quarto onde seu irmão mais novo, um indefeso bebê, ainda dormia em um sono profundo. Garantindo sua segurança, ela partiu para encontrar seus pais, e o que viu a seguir a marcaria para sempre.

Os aposentos reais, antes revestidos de tapeçarias, mobílias e ornamento que realçavam as cores do reino - o branco e o azul -, agora estava tingidos de vermelho vivo. Uma trilha de corpos se formava da entrada até os fundos do quarto, e entre eles ela distinguiu os de seus pais, Mi'hkail  e Yustina, mas também viu além disso. Havia mais alguém naquele quarto, alguém que não estava morto, muito pelo contrário - alguém que estava bem vivo, e com uma espada banhada em sangue. Ashelia reconheceu a semelhança que compartilhavam: cabelos brancos, olhos vermelhos, mas com um brilho sádico que ela nunca havia visto em si. Apenas pôde distinguir a silhueta de um sorriso no rosto da figura, antes que sua mente, frente às palavras que ouviria, fosse tomada pelo impulso:

"Oh, é um prazer finalmente conhecê-la, jovem Rozencreux."

Ashelia não sabia o que estava pensando, se é que estava pensando naquele momento, só tem plena certeza de que seus punhos doíam de tanta raiva acumulada, de uma fúria latente que tomara conta de si. Independente disso, seus sentimentos de nada serviram para que tivesse chance contra o assassino de seus pais, sendo derrotada em questão de instantes. Naquele momento, ela estava pronta para morrer, mas sua surpresa foi pelo exato fato de ter sido poupada, recuperando-se para não encontrar nenhum traço - fora a arma que ceifou a vida de seus pais - da figura que há pouco estivera ali.

Momentos depois, um esquadrão completo de Marshalls entrava no quarto, apenas capazes de observar a chacina ocorrida ali, com todos os corpos espalhados e a jovem princesa herdeira encolhida em um canto, na tênue divisão entre uma tristeza amarga e uma raiva profunda. Frustrada pela própria incompetência, Ashe sabia que precisava se tornar mais forte e, além disso, que precisava descobrir sobre o significado das palavras que aquela figura lhe havia dito, se quisesse, algum dia, ter alguma chance contra ela.

Por muitos anos, a vingança foi o único objetivo que a motivou a fazer qualquer coisa. Junto de seus companheiros - mas também "guarda-costas" -, ela engajou-se em missões que variavam de importância e perigo, usando de qualquer desculpa para ter a chance de coletar um pouco mais de informação ou tornar-se um pouco mais forte. Não importava. Sabendo que só poderia arriscar-se até um ponto mantendo a identidade de princesa, Ashe escondeu seu verdadeiro nome, suas origens e até a segurança garantida para aventurar-se por Fantasy World livremente, sem nunca perder seu objetivo de vista ou mesmo permitir que seus colegas a fizessem mudar de ideia.

Aos seus 17 anos ingressou na Escola de Magia de Ekalyon com a ajuda de seus amigos de infância, o príncipe e a princesa do reino, para que pudesse ter acesso a mais informações, e conseguiu, não que isso lhe trouxesse paz alguma. Ela soube de sua relação com o nome 'Rozencreux', como estava relacionada com a família culpada pelo assassinato de seus pais por meio de magia antiga, e isso tornou-se um tormento para si. Como poderia sentir-se bem sabendo que talvez fosse o motivo pela morte dos seus próprios pais - ninguém menos do que os monarcas de Loriath? O desejo de vingança, de apagar essa conexão maldita de si, ardeu mais forte ainda, quase levando-a a uma morte certa. Não fosse por seus companheiros e, mais importante, por Aegon Gaerntheon, Ashe não tem certeza se teria sobrevivido - não que ela vá admitir isso em um futuro próximo, mas também não deixa de reconhecer que ainda tem muito que precise aprender, e decidiu que a melhor forma de fazer isso não seria manter-se escondida, mas assumindo sua identidade como princesa.
Aparência:
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┈ ┈ ✥ ┈ ┈
Nome: Desmond Yelhaim
Idade: 17 anos
Poder: Explosões e Névoa | B
Origem: Ralion
Família: Sadiné Yelhaim (Mãe), [Desconhecido]

Equipa: Draco | Natural
Ano:

Personalidade: Desmond apresenta um tipo "camaleão": ele vai tentar se assemelhar a cada grupo de pessoas em que ele se encontrar, independente do quão diferentes sejam, ou mesmo se terá sucesso ou falar miseravelmente. Com um verdadeiro temor de ser deixado de lado, ele irá entreter as pessoas ao máximo, no entanto, ele tem seu orgulho próprio e não irá se rebaixar para agradar os outros. Extrovertido, mas dependente dos outros, ele procura trabalhar seu comportamento de forma que acabe não se tornando um hipócrita, como já foi taxado algumas vezes. Falante, é raro vê-lo de boca fechada, pois o jovem gosta de manter as conversas energéticas, com uma boa dose de inteligência e gracejo. Desmond é, ainda, muito preguiçoso, precisando ser convencido a colocar sua energia em alguma tarefa. Não gosta de levar as coisas a sério, preferindo retirar-se do assunto e esquecer do tema do que ser forçado a criar um laço de responsabilidade e obrigação.
História:
Spoiler:
De família humilde, Sadiné desejava muito mais para seu futuro do que, no máximo, acabar como serviçal aos serviços de alguém. Após um episódio em que foi mandada embora de casa pelos pais, ela entendeu que nada seria alcançado caso permanecesse com ideais de inocência e simpatia. Investiu em si mesma, transformou-se em uma outra pessoa - tanto fisicamente quando psicologicamente. Não se importava mais em usar das outras pessoas, de se aproveitar dela, e com os anos fez uma carreira disso. Casamento após casamento, caso após caso, Sadiné conseguiu herdar uma fortuna pela herança que lhe era deixada pelos seus maridos, "roubados de si tragicamente pelas mãos da morte", como ela gosta de descrever. Tal comportamento não só lhe garantiu uma vida de luxo, como também dezenas de investigações, ainda que, uma atrás da outras, estas sejam arquivadas. Sadiné, mais do que ninguém, sabe que é boa no que faz.

Crescendo sem saber quem era seu pai, com uma mãe mais interessada no próximo amante do que em criá-lo, Desmond precisou se virar. Não vamos desconsiderar, é claro, todos os privilégios dos quais teve acesso: as melhores roupas, comida de qualidade, etc. Mas, mesmo com tudo isso, ainda existia um imenso vazio dentro de si, e ele vive tentando, à todo custo, preenchê-lo.

Aos 16 anos, se inscreveu na escola de Hainslef, mas não durou sequer um ano ali. Fosse pelas fofocas, ou mesmo pelo destrato direto, Desmond se viu obrigado a mudar de escola caso quisesse ter a chance de se formar e começar uma vida própria - o que não é nada menos do que seu maior objetivo, viver foram da influência da mãe sobre si. Assim, ele chegou em Ekalyon.

Aparência:
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29 Re: - Inscrições para os Alunos em Sab Jan 16, 2016 1:44 pm

Alaena

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Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Agito Naruse Misaki Waterfall
Idade: 17 Anos
Poder: Água e Gelo | S
Origem: Japonesa
Família: Willis Waterfall (Pai), Yui Misaki (Mãe), Serah, Ethan, Suigetsu[Morto], Marie[Morta] (Tios), Keith, Minna, Klaus (Primos)
Rank Militar: Soldier

Equipa: Phoenix | Natural
Ano:

Personalidade: Ele é um bom garoto, o tipo que todos os pais gostariam de ter, especialmente por dar pouquíssimo trabalho. Agito é um jovem simpático e gentil, sempre preocupado com o bem estar de seus amigos e de sua família, ajudando-os mesmo quando esses não lhe pediram, ou não querem ajuda. No geral, é uma pessoa bem tranquila, tendo calma e paciência com os problemas que aparecem em seu caminho, não se deixando atingir pela pressão alheia. Corajoso e leal,  faria qualquer coisa para proteger alguém que ama, mesmo ao custo de sua própria vida. Apesar das qualidades, Agito é um garoto ingênuo, não vendo a maldade nas pessoas ou, então, preferindo acreditar que, no geral, são boas e dignas de confiança; graças a essa mentalidade, traição, para si, é o pior de todos os crimes. Não é vingativo, mas é rancoroso, dificilmente esquecendo daqueles que lhe tentaram fazer mal.
História:
Spoiler:
Filho mais velho dos antigos guardiões da água e do vento, Agito puxou à mãe quanto a personalidade. Teve uma infância alegre e despreocupada na Terra, cheia de boas memórias povoadas por seus amigos e sua família.

Ao completar 16 anos, matriculou-se na Escola de Magia de Ekalyon, alma mater de seus pais. Em seu primeiro ano na Escola, sua vida pacífica foi virada de cabeça para baixo; com a ascensão da New Getsukai e os conflitos que se seguiram, Agito teve de se adaptar a - agora sua - posição de Guardião da Água, sendo um dos membros centrais da guerra. Pela primeira vez estava frente a frente com a verdadeira maldade, mas ao invés de se sentir desencorajado, o que presenciou o motivou a continuar trabalhando para conquistar um mundo melhor.

Contudo, dizer que seu primeiro ano de Ekalyon de todo ruim seria uma mentira, pois foi nele em que conheceu os melhores amigos que poderia ter e a sua namorada, Eurydice.

Aparência:
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┈ ┈ ✥ ┈ ┈

Nome: Alzack Lieven Aelroth
Idade: 19 Anos
Poder: Sol | A+
Origem: Loriath
Família: Vasily Aelroth (Pai), Myrisha Aghamore[Morta](Mãe), Euthymia(Madrasta), Nikolai e Vesimir (Irmãos)
Rank Militar: Lieutenant

Equipa: Hainslef
Ano:

Personalidade: Como herdeiro dos Aelroth, Alzack se esforça bastante para ser um jovem respeitável e digno de sua futura posição, sendo bastante centrado e responsável, bem ciente de seus deveres e direitos. Muito bem educado, sempre mantém um tom polido, racional e neutro, quase beirando à apatia, um hábito que, para muitos, o marca como arrogante. Embora tenha, sim, orgulho de si mesmo e de seu nome, é em um nível mais comedido e discreto do que a maioria supõe, e sua falta de emoções e frieza não advém de arrogância, mas do hábito cultivado desde a infância de manter seus sentimentos sobre ferrenho controle. Com o tempo, expressá-los sem acabar constrangendo a si e aos outros se tornou um desafio, um que não, para si, não valia o esforço. Reservado, Alzack gosta de manter sua privacidade e seu círculo de amigos restrito, não importando se são nobres ou plebeus, ricos ou pobres. Ferozmente leal, uma vez cria um laço de afeto com uma pessoa ele dificilmente a deixará de lado, e apenas com essas pessoas ele se permite demonstrar seus verdadeiros sentimentos.  Seu jeito distante e altivo, somado à beleza exótica, tornaram Alzack um alvo das mulheres, um grupo que, para sua eterna irritação, só faz crescer.
História:
Spoiler:
Alzack é fruto o casamento de Lorde Aelroth e Myrisha Aghamore, filha de um poderoso príncipe mercante de Hoirisen, a quem conhecera em uma de suas viagens e que escolhera como noiva por amor. Entretanto, a felicidade da qual desfrutavam não estava suposta. Menos de um ano após o casamento, complicações no parto ceifaram a vida de Myrisha, que nunca nem chegara a pegar o filho nos braços. Desolado, Vasily trancafiou-se em sua mansão, recusando-se a ver o filho, um comportamento que irritou e frustrou a vários, mas à jovem Euthymia Hrimdunleth mais do que todos.

Amiga de infância de Vasily e madrinha de Alzack, Euthymia era a única que possuía acesso irrestrito à Mansão Aelroth, a única pessoa por quem o jovem viúvo nutria afeto e confiava o suficiente para dividir suas mágoas com. A princípio, ela fora bastante compreensiva com ele, oferecendo-o bons conselhos e conforto, sem repreender; entretanto, quando percebeu que a atitude de seu amigo não melhorava, seu tom começou a endurecer, tomando para si a responsabilidade de trazê-lo de volta à realidade. As brigas se intensificaram, até que, um dia, Vasily disse que tudo estaria melhor se eles nunca tivessem se conhecido. Profundamente magoada, ela arrumou suas coisas e deixou a casa. Foi só quando Euthymia se Vasily percebeu o quanto ele se acostumara com a presença dela, o quanto ela fazia falta, o quanto ele precisava dela ao seu lado. Fizera um grande erro, e só esperava que tivesse tempo de consertá-lo. Com as flores favoritas dela em mãos, Vasily foi atrás dela, se ajoelhou diante dela e pediu desculpas por tudo o que fizera, por como havia agido nos meses que se passaram, e, se ela conseguisse perdoá-lo e aceitá-lo mesmo após tudo, Euthymia lhe faria a honra de ser sua esposa. Ela aceitou.

Euthymia foi a única mãe que conhecera, e mesmo que por vezes fosse mais dura consigo do que com os irmãos, Alzack sabia que era por preocupação, por medo do que poderia acontecer caso não estivesse preparado para assumir os deveres de Lorde Aelroth, e que a madrasta o amava incondicionalmente e faria de tudo por ele. Alzack sempre nutrira uma imensa admiração por ela, dedicando-se à arte da guerra só para poder vê-la orgulhosa e feliz, embora não sentisse nenhuma inclinação por lutas.

Sempre foi bastante próximo ao irmão mais novo, Nikolai, e quando começaram as discordâncias entre ele e a mãe quanto a qual escola frequentariam, Alzack apoiou-o em sua decisão de ir para Hainslef, ainda que em parte só para dar uma lição em seu irmão caçula, Vesimir.


Aparência:
Normal




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30 Re: - Inscrições para os Alunos em Seg Jan 18, 2016 11:35 pm

Elyss

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Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Abel Nightmare
Idade: 16 anos
Poder: Ossos e Cerberus | S
Origem: Ekalyon
Família: Mercy, Tyche e Zephyr [morto] (Primos), Sistine e Zoë (Parentes)

Equipa: Umbra | Manual
Ano:

Personalidade: De anjo, Abel só tem cara, e vale apontar isso desde o início, pois o imenso contraste assusta qualquer um: por baixos dos olhos de azul celeste, Abel possui um cinismo sem igual, sustentados por uma arrogância e, até mesmo, certa crueldade. Com uma língua afiada, não segura ofensas ou qualquer comentário sarcástico que sua mente possa criar, tomando prazer em insultar os colegas e questionar autoridades - não que isso sempre acabe bem, mas a prepotência do jovem é suficiente para que ele ache que pode se safar de qualquer situação. Verdade seja dita, sua personalidade inicialmente foi moldada pelo ódio e ressentimento causados pela tragédia que lhes acometeu, mas, por outro lado, também o forçou a amadurecer em certos pontos: à família e a um seleto círculo de pessoas, Abel é protetor e sempre terá em mente o bem deles, mesmo que sua atitude não deixe isso claro. Analítico, prefere analisar uma situação antes de tomar qualquer iniciativa, a não ser que o tenham irritado - nesses casos, ele demonstra-se imprudente e impulsivo, desconsiderando tudo à sua volta que não seu objetivo. Um jovem brilhante, com notas em áreas acadêmicas e práticas invejáveis, que gosta de usar desse detalhe para alimentar seu ego.
História:
Spoiler:
Na mesma medida que eram respeitados, os Nightmare também eram temidos por compartilharem de uma habilidade: poderem se infiltrar nos sonhos das pessoas e manipulá-los. Internamente, contudo, eram uma família unida e próspera, na qual compartilhavam o que tinham e viviam em relativa paz.

Eram.

Há muito extinta, essa antiga família encontrou seu fim pelas mãos de antigos ministros de Ekalyon, que viram em uma epidemia a desculpa perfeita para exterminar cada membro "ameaçador" que carregava esse nome. Abel era jovem, mas tinha conhecimento o suficiente para compreender o que estava acontecendo e, assim como outros membros da família, jurou vingança pelo que lhes aconteceu.

Décadas mais tarde, a chance para a sua desejada vingança apareceu:  seus corpos foram reanimados, com o único objetivo de atacarem os Ministros e devolver tudo o que haviam sofrido. Contudo, Zephyr, o mais velho dentre os atuais membros, reconsiderou a proposta e convenceu a todos a desistir desse objetivo, pois não mudaria o passado e só reiniciaria uma cadeia de ódio e vingança. Para verdadeiramente ressuscitar a família, ele se sacrificou, e em honra ao seu ato os membros restantes decidiram seguir em frente, Abel entre eles - ainda que continue carregando um certo ressentimento.

Aparência:
Normal || Baile || Inverno

┈ ┈ ✥ ┈ ┈
Nome: Axel Cygnus Aleksandr Artwaltz
Idade: 17 anos
Poder: Cartas e Poderes de Mágico | A+
Kaishin: Joker
Origem: Norueguês / Russo
Família: Alexander Aleksandr (Pai), Aegina Artwaltz (Mãe),  Lyzz (Irmã), Katherine, Karen e Yutaka [morto](Tios), Aoshi, Sophie, Demitri (Primos), Aselia [morta] (Bisavó), Yatskaya [morto] (Avô)

Equipa: Syreni | Mental
Ano:

Personalidade: Um rapaz sensível, Axel chora com facilidade - mas nunca por si mesmo, tendo esta reação mediante o sofrimento alheio, que ele tenta evitar a todo custo. Calmo e atencioso, é gentil e sempre considera os outros, colegas ou não, antes de si, comportamento altruísta que chega a irritar a irmã, que diz que ele deveria pensar mais em si mesmo. Mas o garoto não entende o problema, sendo inocente e idealista, ele se recusa a ver a maldade nas pessoas, o que coloca em uma séria desvantagem. De pouca iniciativa, Axel prefere seguir com a decisão da maioria do que elaborar uma opção própria, por mais absurda que a alternativa possa ser - tímido, ele detesta estar em posição de liderança e prontamente irá tentar desvencilhar-se desse papel. No entanto, não é por todas essas características que Axel seja uma pessoa burra, muito pelo contrário, é um jovem extremamente inteligente, herança de ambos os pais, que verdadeiramente gosta de aprender e estudar, mas que, quando lidando com pessoas, prefere seguir seus valores próprios do que lidar com a experiência ou o julgamento alheio. Ainda, quando em kaishin, Axel revela um alter ego que em diversos pontos contrasta consigo: torna-se confiante, audacioso, ousado e até mesmo debochado, fazendo uso de suas habilidades sem o menor receio; por isso, ele evita usar dessa transformação, temendo magoar alguém com seus atos, apenas apelando para isso em emergências - que geralmente envolvem proteger seus colegas.
História:
Spoiler:
O primeiro filho de Alexander e Aegina nasceu herdando uma série de características do pai: desde a aparência até a personalidade. Contudo, temendo que o filho pudesse se desviar para o caminho do mal como ele mesmo havia feito outrora, Alexander dedicou-se a ensiná-lo a ser uma pessoa altruísta e bondosa, que considerasse os outros. Tais ensinamento não agradaram muito a mãe, que defendia que o filho deveria, também, preocupar-se consigo. Contudo, ambos concordam que veio a calhar: tendo uma irmã como Lyzz, a verdadeira encarnação da expressão "imã de problemas", o jeito pacificador de Axel parecia perfeito para balancear com a irmã.
Aos 16 anos, foi estudar em Ekalyon, onde seu pai é o Diretor, e acompanhou a irmã nas diversas confusões em que ela se meteu, conseguindo, através de uma delas, alcançar sua transformação kaishin na tentativa de protegê-la. Atualmente, ele sente-se inseguro quanto ao ano que se inicia, esperando se meter em menos alvoroços.

Aparência:
Normal || Baile || Inverno || Kaishin

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31 Re: - Inscrições para os Alunos em Ter Jan 19, 2016 1:33 am

Alaena

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Admin. Alaena
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Nome: Zhao Wen Shun
Idade: 17 Anos
Poder: Defesa Perfeita e Origamis | A
Origem: Yen'Darin
Família: Hyeon, Yang, Suyin (Irmãos)

Equipa: Hainslef
Ano: 2º

Personalidade: Sempre com um sorriso no rosto, Shun é um rapaz carismático e simpático, de uma forma quase magnética. Com um jeito tranquilo, trata as situações em que está envolvido com destreza e tranquilidade, raramente deixando o estresse consumi-lo, uma habilidade só adquirida após muito meditar. É inteligente, bonito e talentoso, e sabendo muito bem disso, causa nos outros a impressão que ele se julgar capaz de poder fazer de tudo, o que não é uma mentira: Shun acredita que, com trabalho e esforço, qualquer coisa pode ser conseguida. Não admite discriminação - por qualquer que seja o motivo - diante de si, sendo essa uma das únicas ocasiões em que assume uma postura séria e bastante agressiva, partindo para defender a vítima, não importa se sequer a conhece. Por maiores que sejam suas qualidades, nenhuma delas consegue ofuscar seu maior defeito: a vaidade. Ele pode não admitir, mas Shun gosta de ser o centro das atenções, de ser aquele garoto que todos confiam, admiram, possuindo uma fome quase insaciável por elogios e pela sensação de heroísmo, e não é mentira que suas ações são, em parte, são motivadas pela vaidade que possui. Por ter plena consciência do quão horrível é essa atitude, guarda em seu coração um grande ódio por si mesmo, acreditando não ser uma pessoa genuinamente boa e altruísta.
História:
Spoiler:
Shun nasceu como o terceiro filho de uma família nobre em um Império em decadência. Sua vida inteira foi cercada por tensão, por medo, por incerteza do que o futuro o aguardava; eram nobres e ricos em um dia, mas poderiam já não ser no outro. Nunca gostou dessa incerteza, dessa instabilidade, e quando a Revolução estourou em Yen'Darin e seus pais mandaram a ele e aos irmão para Ekalyon, para escapar da Guerra Civil que consumia o país, Shun, por dentro, comemorou. Longe de casa poderia fingir que havia alguma noção de estabilidade, esquecer os problemas de sua nação, e, quando os rebeldes fossem derrotados e finalmente retornassem ao seu lar, continuaria assim.

Entretanto, não foi isso o que aconteceu. Os rebeldes nunca foram derrotados, pelo contrário - foram vitoriosos. Sua família que ficara para trás fora executada, seu Imperador estava morto, e ele e os irmãos, se quisessem continuar vivos, jamais poderiam retornar ao lar. Estavam presos em outro continente, e nem toda sua fortuna poderia levá-los de volta a Yen'Darin. Shun tinha a estabilidade e a certeza que sempre ansiara por, mas por um motivo desconhecido a ele, ela não lhe trazia alegria.

A vida continua, e ele foi obrigado a se adaptar, a aceitar a ideia que Ekalyon era, agora, seu lar. Foi difícil, especialmente pelas diferenças culturais entre , porém agora, já mais bem adaptado, quer focar em construir um novo futuro para si e seus familiares.

Aparência:
Normal 

┈ ┈ ✥ ┈ ┈

Nome: Elyss Margareth Hytashii de Morcef
Idade: 17 Anos
Poder: Fogo e Transformações | S
Origem: Inglesa/Zepheliana
Família: Matt Hytashii[Morto] e Aster de Morcef (Pais), Kiba, Yuna, Riku, Seth, Misuki, Aaron, Karen, Marie [Morta], Suigetsu [Morto] (Tios), Len, Rin, Cecille, Keith, Minna [Morta], Aoshi (Primos), Alicia (Tia Avó)

Equipa: Phoenix
Ano: 2º

Personalidade: Animada, Elyss está sempre de bom humor, e por mais difícil que a situação seja, ela tentará enfrentá-la com um sorriso e com boa disposição, mesmo que acabe falhando miseravelmente em tal. Um pouco impaciente e irritadiça, tem um pavio curto e não costuma segurar seu temperamento, deixando explodir para o azar de quem é alvo de sua ira. Nobre e honrada de uma maneira quase cavalheiresca, teria extrema dificuldade em atacar um inimigo desarmado ou completamente incapaz de se defender, nem prolongaria uma luta só pelo simples prazer de ver seu inimigo destruído. Herdou a veia rebelde do pai, não possuindo muito apego à regras e restrições, embora também não seja do tipo que sai por aí quebrando-as só porque ela pode. Embora não seja das mais inteligências, especialmente quando se trata de números e fórmulas, é intuitiva e perspicaz quando se trata de pessoas e suas motivações ocultas. Elyss tem uma teimosia que chega a ser irritante, nunca desistindo de algo até ser tarde demais, um sucesso, ou um completo desastre. Costuma falar um pouco alto demais, e não gosta de receber ordens.
História:
Spoiler:
Única filha da Guardiã do Fogo Aster e do zepeheliano Matt, Elyss foi criada na Terra com uma garota normal, ainda que de uma família abastada, sem muitas preocupações além de com qual dos primos brincaria no dia ou seus deveres de casa. Desde jovem mostrou um desejo ardente por proteger os mais fracos e os injustiçados, não pensando duas vezes antes de defender alguém em sua escola, o que resultava em idas a diretorias, mas o orgulho dos pais. Sendo bonita e simpática, sempre foi popular onde quer que chegasse, pois até mesmo os mais arrogantes tinham de aguentá-la pelo nome de Morcef. Sempre teve notas medianas no colégio, à exceção de Desporto, matéria na qual sempre foi a melhor aluna.

Ao completar dezesseis anos, foi enviada para Ekalyon, onde sua mãe leciona, para aprender a controlar seus poderes. Lá fez novos amigos e se descobriu como a herdeira da posição de Guardiã do Fogo, lutando com os outros contra a ameaça de Near. Na guerra, Elyss finalmente conheceu a dor da perda com a morte de seu pai, fato que até hoje lhe traz tristeza, mas que a encorajou a tentar amadurecer nesse novo ano.

Aparência:
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32 Re: - Inscrições para os Alunos em Ter Jan 19, 2016 4:25 pm

Elyss

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Admin. Elyss
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Nome: Killian Morvran Rivelt Rozencreux
Idade: 17 anos
Poder: Atrito, Garras e Dor | S
Kaishin: ShadowChaser
Origem: Ekalyon / Zepheliano
Família: Desconhecidos; Clã Rozencreux

Equipa: Umbra | Especial
Ano:

Personalidade: Quieto e isolado, com um ar distante, Killian revela ao contato um ar prepotente e convencido, como se sempre estivesse um passo à frente de todos os outros - o que, na verdade, geralmente acontece, considerando os contatos que tem. Introvertido, evita o contato com os outros e prefere fazer tudo sozinho, desde trabalhos até missões, de forma que não envolva ninguém e, eventualmente, tenha que tomar responsabilidade pelo que lhes acontece. Focado nas tarefas que recebe, Killian revela um comportamento quase militar quando lida com pessoas que respeita e possuem autoridade sobre si - um grupo pequeno, mas que influencia diretamente em sua vida -, procurando obedecê-las sem hesitar, focando-se nos objetivos a serem alcançados acima de tudo. Visivelmente inescrupuloso, não é do tipo de pessoa que respeita a moral alheia ou a ética, dando pouca ou nenhuma atenção a esses conceitos, resolvendo seus problemas pelos meios mais convenientes que puder aproveitar. Ainda que tente evitar confusões ou qualquer tipo de alvoroço, Killian não nega que tem um gosto especial por lutas, momento em que a adrenalina urge dentro de si, seja qual for o resultado, possuindo um certo prazer sádico por conflitos.
História:
Spoiler:
Nascido com uma aparência diferenciada da de ambos os pais, Killian logo cedo veio a descobrir o que isso significava: era um Rozencreux, ou pelo menos estava amaldiçoado assim. Contudo, em vez de recusar tal verdade ou de lutar contra isso, ele decidiu deixar a família para traz e abraçar sua identidade, já que não tinha condições de lutar contra isso. Logo, ele encontraria o resto da "família" e por eles foi abrigado, sendo treinado sob sua tutela.

Mostrando-se um prodígio, Killian destacou-se não só pela pouca idade, como também pela maneira como se adaptou à nova vida, sendo recompensado por isso: era mandado para missões de níveis mais altos, por vezes até em segredo de outros membros. Não necessariamente discordava dos métodos utilizados, afinal, acabava que eram a única coisa que conhecia, então nunca pensou em questioná-los.

Aos 16 anos, foi inscrito na escola de Ekalyon pelo seu tutor, o líder dos Rozencreux, ficando incumbido de espionar os outros alunos - em especial, a realeza que iria compor seu corpo de "colegas". Nesse ambiente, Killian teve a chance de entrar em contato com outros jovens, o que se revelou positivo para si: pelo menos agora, ela tem consideração pela vida alheia, em vez de simplesmente desconsiderá-la. Sem contar, é claro, que teve a chance de conhecer Arya, uma experiência que ele ainda precisa entender melhor.

Aparência:
Normal || Baile || Inverno || Kaishin

┈ ┈ ✥ ┈ ┈
Nome: Ariel anna' Sirenna Waterfall Greyback
Idade: 17 anos
Poder: Cores e Voz | B+
Origem: Ekalyon (Sereia)
Família: Sirenna Waterfall (Mãe), Kirino Greyback (Pai), Northy, Kazuya, Chronica (Tios) Elliot (Primo)

Equipa: Draco | Natural
Ano:

Personalidade: Ariel é uma garota despreocupada, que detesta levar as coisas a sério: seu passatempo preferido é reclamar de qualquer dever que tenha de cumprir, mesmo se este for insignificante. Ela gosta de falar o que vem à cabeça e não possui qualquer tipo de restrição, soltando o verbo seja com quem for. Irreverente, ela raramente reconhece autoridades, esperando que as pessoas conquistem o respeito que querem ao invés de demandá-lo. Diferente da mãe, Ariel é mais inteligente do que seu comportamento inesperado e precipitado podem deixar passar, tendo facilidade para observar detalhes que muitos deixariam passar. Também é audaz, procurando explorar cada canto novo em busca de uma boa e velha aventura. Não se conforma com qualquer regra ou decisão tomada que soe mal para os outros, por mais que tenha sido criada para ajudá-los ou protegê-los, facilmente entrando em conflito com qualquer líder ou supervisor.
História:
Spoiler:
Filha da herdeira de um dos mais ricos clãs de sereias existente em Hydrogus, Ariel faz de tudo para recusar essa parte de si: desde cedo decidiu viver na Terra com o pai, tendo pouco ou nenhum contato com a mãe. Mantendo essa distância, Ariel espera que a futura liderança do clã recaia sobre alguém que faça bom uso dos recursos, alguém que verdadeiramente saiba como administrar... o que quer que exista para ser administrado, assunto o qual ela prefere não ter qualquer envolvimento, apesar dos protestos da mãe.

No ano anterior, ela decidiu se inscrever em Ekalyon junto do primo, Elliot, combinando com ele de aprontar muito nos anos que tivessem de passar ali. Contudo, não precisaram se esforçar para que o caos se instalasse, pois, aparentemente, já havia uma organização criminosa dedicada a isso. No fundo, ela espera que o próximo ano, relativo a questões como essas, seja mais calmo, de forma que ela tenha mais espaço para suas artimanhas.

Aparência:
Normal || Baile || Inverno || Sereia

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33 Re: - Inscrições para os Alunos em Ter Jan 19, 2016 6:30 pm

Alaena

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Admin. Alaena
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Nome: Bianca anna’Mareena
Idade: 18 Anos
Poder: Voz e Neve | B+
Origem: Sereia
Família: Mareena(Mãe)[Morta], Amarantha(Avó)[Morta]

Equipa: Syreni | Especial
Ano:

Personalidade: Marcada por uma tragédia em seu passado, Bianca é uma garota quieta e tímida, tendo dificuldades em interagir com os outros ou se fazer ouvida. Possui uma alma gentil, tendo verdadeiro asco à lutas e à conflitos, raramente reclamando de suas condições só para não causá-los, ainda que elas a desagradem. Prestativa, não pensa duas vezes antes de ajudar alguém que precise, embora faça isso em silêncio, sem olhar nos olhos da pessoa, e sussurrando caso falem consigo. Bastante curiosa, gosta de explorar, estudar e de aprender, ficando fascinada até com os mínimos detalhes de algo, tendo a paciência e a serenidade para analisá-los com cuidado; isso, aliado à sua intuição aguçada, a torna uma formidável aluna. Contudo, a tristeza ainda é visível em si, mostrando-a especialmente quando está sozinha, ou quando vê o mar- algo que ela evita fazer, pois seu cheiro, a cor de suas águas, lhe traz lembranças que apenas quer esquecer. Apesar de bem adaptada, ainda há elementos da cultura humana que não entende, algo que, às vezes, pode colocá-la em situações constrangedoras.

História:
Spoiler:
Sereias são criaturas que habitam o imaginário popular há vários séculos, ora retratadas como criaturas benevolentes, apaixonando-se por humanos e ajudando aqueles que se perdem no mar; ora como sedutoras fatais, atraindo suas presas para o fundo das águas com sua voz e beleza para então devorá-las. Entretanto, se há tantas histórias e versões discrepantes, qual é a verdade sobre esses seres? A resposta é simples: todas. A organização das sereias aproxima-se dos antigos clãs humanos, cada qual com sua hierarquia, seus costumes e suas tradições, e foi essa diversidade que inspiraram as várias lendas sobre elas. Bianca nasceu filha de uma sereia e de um humano, alguém que nunca soube o nome, mas isso não importava, não para seu povo. Seu pai poderia ter sido um rei, um criminoso, que não faria diferença; tudo o que importava era sua linhagem materna, que ela era Bianca anna’Mareena anna’ Amarantha, sangue da chefe de seu clã.

Nômades, viviam migrando pelos mares de Fantasy World, nunca passando muito tempo em um mesmo lugar. Para uma criança humana, essa mudança constante, a falta de uma localidade física para chamar de lar, poderia ser um incômodo, uma marca na infância, porém, não fora assim para Bianca. Lar, para si e para os seus, não era um local, mas sim os membros do clã, o ambiente familiar que evocavam onde quer que estivessem. Na verdade, Bianca gostava desse estilo de vida nômade, pois assim podia conhecer e explorar vários lugares diferentes, e isso era algo que ela amava fazer. Para a preocupação de sua mãe, toda vez que se estabeleciam em um novo local ela se afastava da família para explorar as profundezes, procurar tesouros há muito esquecidos e conversar com criaturas que, para os seres terrestres, só aparecem em livros, museus e aquários.

Quando tinha catorze anos, estavam em Ekalyon, próximas a uma pequena ilha de pescadores ao norte de Hydrogus, quando Bianca e suas primas foram ao vilarejo mais próximo e ouviram uma canção, uma lenda: sobre Eliynth de outrora, a Cidade das Mil Torres, Eliynth de gelo e cristal, perdida e afogada, túmulo da Deusa de Prata. Suas parentas logo esqueceram o que ouviram, para elas, era só mais uma canção boba, mas não Bianca. E se fosse real? E se ela conseguisse encontrar a cidade perdida? Quantas coisas magnânimas e esquecidas haveria lá para se explorar? No dia seguinte, Bianca deixou o clã para procurar resquícios do mito, porém, sua busca foi infrutífera. Decepcionada, voltara para onde sua família se encontrava, e o que viu a chocou: corpos desmembrados, parcialmente devorados; corais ainda tingidos com o sangue; tudo que possuíam estava destruído, e todas, até mesmo as crianças, estavam mortas.

Bianca sabia o que havia feito aquilo, reconheceria aquela cena, descrita em histórias contadas sobre sua avó sobre os perigos do mar, em qualquer lugar. Era o pesadelo de todas as crianças, o medo de todas as Sereias: os Abissais. Outrora sereias como elas, gerações alimentando-se de carne de outras sereias mortas e vivas foi mudando-as, foram perdendo sua beleza e tornando-se seres vorazes, movidos por instintos, quase animalescos. Habitavam os abismos oceânicos, lugares tão escuros e sombrios que nada além do que há de mais terrível no oceano ousa habitar, só saindo de lá para se alimentar. O abismo mais distante estava há quilômetros de distância, e o que abissais faziam tão longe dele era um mistério, um que Bianca não queria saber a resposta. Aterrorizada, nadou até a terra firme, até a mesma vila de pescadores em que ouvira a história sobre Eliynth, e seu estado, o medo em seus olhos, era tão trágico que os habitantes, com pena, a acolheram.

Os dias passaram, e apesar da gentileza de seus novos conterrâneos, Bianca nunca conseguiu esquecer a cena que viu, o fato de que não mais possuía um lar – estava sozinha com seus costumes, suas tradições, em meio a uma terra e um povo estranho para si. Assombrada por seus fantasmas, quando completou idade o suficiente o chefe da vila – e o homem que se tornara sua família adotiva - sugeriu que atendesse a Escola de Ekalyon, pois conviver com outros de sua idade poderia ajudar em sua recuperação, em encontrar um novo sentido para sua vida. Ela concordou, porque não queria mais ser um peso para aquelas pessoas, mas não possuía nenhuma vontade de fato de ir à Escola, não possuía esperança que melhoraria. Estava errada. Em Ekalyon fez amigos, conheceu Klaus, e descobriu que, talvez, talvez, ela pudesse achar um novo lar, um novo jeito de viver, um novo caminho. Nada seria como antes, porém, o futuro não parecia mais tão cinza.

Aparência:
Normal || Baile || Inverno || Sereia


┈ ┈ ✥ ┈ ┈

Nome: Aoshi Aleksandr de Morcef
Idade: 18 Anos
Poder: Voz e Cristais | B
Origem: Inglesa/Russa
Família: Karen (Mãe), Aaron (Pai), Aster, Matt [Morto], Yutaka [Morto], Alexander, Aegina, Marie[Morta] e Suigetsu[Morto]  (Tios), Elyss, Lyzz, Minna, Keith, Axel (Primos), Yatskaya, Alyssa [Mortos](Avós), Kyon (Bisavô)[Morto].

Equipa: Phoenix| Natural
Ano:

Personalidade: : Herdando um pouco de ambos os pais, Aoshi é nobre e bastante honrado, sempre pensando nos outros antes de si mesmo e tendo uma atitude como de cavaleiro, mas, assim como a mãe, é muito passional, deixando-se levar pelas emoções e podendo ser bem inconsequente. Quando se irrita - o que não é difícil, considerando seu temperamento - pode ser bem agressivo e hostil, destoando da personalidade relaxada que mostra normalmente. É um pouco maroto, por vezes unindo-se às vezes aproveitando do status de Lyzz como ímã para problemas para fazer algumas das suas, e normalmente ele sai isento de culpa. Não é particularmente inteligente ou esperto, no entanto, tem uma memória fenomenal, eidética até, sendo capaz de lembrar-se dos mínimos detalhes de algo que já tenha lido. Com uma característica assim, caso se esforçasse, poderia ser incrível nos estudos... Se ele se importasse, claro.
História:
Spoiler:
Filho único de Karen e Aaron, passou maior parte da infância acompanhado dos primos, brincando, sem muitas preocupações. Desde cedo formou com Elyss uma dupla dinâmica, os protetores dos fracos e indefesos, envolvendo-se em muitos problemas graças a isso. Encontrou com Keith e Minna no passado, saindo extremamente ferido do encontro, passando um mês inteiro internado no hospital, entre a vida e a morte. Assim como Elyss, todas as férias ele ia passar duas semanas na Inglaterra, com sua tia-avó, Alicia. Entretanto, ele nunca gostou da senhora, achando-a extremamente fresca, repressora- uma tirana. O sentimento era recíproco. Alicia, que nunca aprovou de Karen, também o julgava um menino extremamente mal-educado e sem um pingo de classe, algo que impulsionou sua decisão de deixar para ele só uma pequena parte da herança.

Aparência:
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Última edição por Alaena em Sab Jan 23, 2016 4:47 pm, editado 1 vez(es)




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34 Re: - Inscrições para os Alunos em Qui Jan 21, 2016 3:55 am

Elyss

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Admin. Elyss
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Nome: Lyceris Seriyvè van Emhryën
Idade: 18 anos
Poder: Gravidade e Tóxicos | A
Origem: Ekalyon
Família: Hermyar van Emhryën (Pai), Rhiraclya van Emhryën (Tia)
Rank Militar: Lieutenant

Equipa: Syreni | Especial
Ano:

Personalidade: Cética e aplicada, Lyceris tem consciência de seus limites e explora-os de maneira precisa, sempre durante treinamento e raramente se arriscando em missões, ainda que sua determinação a motive a avançar, ela também consegue admitir suas próprias falhas e incapacidades. De opinião forte, ela não admira muito que a contestem, pois acredita que toma as decisões considerando todas as informações que possui, mas não o ponto de vista dos outros. Distante, Lyceris tem certa dificuldade para se enturmar com outros pela pouca interação que teve com outros jovens - para falar a verdade, seus companheiros de missão foram algumas das poucas pessoas fora de sua família com as quais teve contato, e em contextos bem menos casuais. Possui grande respeito por pessoas de pensamento rápido e com convicções firmes, além de ter facilidade para trabalhar em grupo, especialmente se ela for a líder. A pouca convivência despertou em Lyceris uma sinceridade quase ingênua, permitindo que ela dê sua opinião, mesmo em assunto delicados, de forma pragmática e direta, mesmo que em detrimento dos sentimentos dos outros. Desligada, ela não tem muita noção do estrago que pode causar, precisando que alguém a explique o que fez de errado. Apesar da experiência, Lyceris tem uma grande dificuldade para pensar sob pressão, geralmente ficando pasma e sem reação quando a situação exige muito de si: ainda que "responsabilidade" e "dever" sejam temas recorrentes em sua vida, ela não sabe como reagir quando as coisas não saem como o esperado, por isso preferindo arriscar-se menos do que os outros em suas decisões - afinal, um movimento descuidado pode desmantelar um plano inteiro. Inteligente e com facilidade para aprender, possui grande respeito e admiração pela escola - quiçá, por autoridades no geral, especialmente pela suas experiências e conquistas. Com um pequeno resquício de orgulho, Lyceris não admite qualquer ofensa à sua família ou aos seus antepassados, guardando, ainda, grande mágoa de qualquer membro da casa de Wynvernihs, afirmando que a família construiu grande parte de sua glória com o sangue e suor de seus familiares - outro detalhe que vale à pena destacar: ela abomina que qualquer um se aproveite do trabalho dos outros, acreditando que as pessoas devam conquistar algo pelo seu próprio esforço.
História:
Spoiler:
O nome van Emhryën não tem origens em qualquer uma dos reinos atuais de Ekalyon, possuindo raízes muito mais antigas: ele data da antiga Vareins, o reino destruído em uma guerra sem precedentes. Contudo, antes da dinastia dos Von Ingersleben chegar ao poder, os Vi Geschichte reinavam em concordância com os outros reinos, formando alianças que garantissem, acima de tudo, estabilidade interna - algo que os novos governantes jamais se importaram em manter, como as reformas que impuseram demonstram. Compondo parte da alta nobreza mágica em Vareins, os van Emhryën não viram outra escolha senão jurar lealdade aos novos monarcas no momento posterior ao golpe, temendo que o mesmo destino que recaiu sobre os seus antigos lordes lhes fosse concedido.
Gerações mais tarde, com o irromper da guerra que, eventualmente, findaria o reino, reconhecendo a posição desvantajosa do exército em relação aos seus inimigos, famílias da antiga nobreza viram na morte em batalha de Deryek Von Ingersleben  a oportunidade para tentar um acordo de paz, considerando que a próxima herdeira, a ainda jovem Aylesis, se recusaria a dar continuidade ao conflito. Hyensël van Emhryën, junto de sua esposa e filhos, partiram para Ekalyon para secretamente negociar a derrota e a entrega de oficiais e ministros que estimulavam a guerra, esperando que a antiga ligação com os Vi Geschichte, parentes distantes do atual monarca por meio de um casamento arranjado, pudesse facilitar a aproximação, mas nada saiu como planejado. Aylesis, agora rainha, não apenas deu continuidade à guerra, como também virou o conflito a seu favor. Os van Emhryën  foram feitos de reféns, colocados sob a "guarda" da casa de Wynvernihs e, com o fim da guerra e a desolação de Vareins, acabaram sendo poupados - contanto que ficassem à serviço da família, e assim o fizeram, afinal, já não havia para onde voltar, ou qualquer honra que ostentar, tudo havia se perdido.
Presos ao acordo pelas leis mágicas, os van Emhryën tinham pouca - senão, nenhuma - liberdade quanto à decisões internas da família, com dezenas de membros mandados para o exército através de gerações para servir e proteger Ekalyon na vanguarda, "como uma forma de pagar pelo que o reino sofreu", justificavam seus novos lordes. Humilhados, com seus títulos e posses reduzidas a nada, ainda sendo forçados a lidar com filhos e mais filhos voltando mortos para os familiares, após dezenas de anos a família foi perdoada pela coroa, mas jamais perderam a mágoa pelo que sofreram pelos Wynvernihs .

Atualmente, o nome van Emhryën  ainda faz alusão a oficiais do exército de Ekalyon, e há quem acredite que a família é nativa do reino. Mantendo como uma tradição o treinamento, cada membro da família é treinado como guerreiro, e Lyceris não é exceção à regra. Sabendo pouco sobre a mãe, a jovem foi criada pela tia, Rhiraclya, que como uma benção decidiu tomar conta da menina na ausência do pai. Sendo a única figura familiar presente por grande parte de sua vida, Lyceris tem grande carinho e consideração pela tia, a pessoa que não só cuidou de sua educação, como também de seu treinamento. Um prodígio, Rhiraclya fez questão que Lyceris crescesse para se tornar tão boa quanto ela mesma, sabendo do desejo da menina de um dia tornar-se Royal Guard do reino. Contudo, após conflitos no reino, Hermyar voltou para casa de maneira mais definitiva, enquanto sua irmã parecia haver sumido. Impedida de ver a tia, Lyceris passou a dedicar-se a treinar sozinha, perguntando-se como Rhiraclya estaria. Aos 15 anos ela pediu para se alistar, e com a permissão de seu pai assim o fez, participando de missões que a forçavam a sair do país. A última na qual participou, envolvendo a observação de suspeitos na Terra, durou mais tempo do que o esperado, atrasando sua inscrição em Ekalyon, mas agora que retornou Lyceris decidiu dedicar-se ao estudo acadêmico, sabendo que não tem a menor chance de subir de rank sem esse apoio.

Aparência:
Normal || Baile || Inverno

┈ ┈ ✥ ┈ ┈
Nome: Zhao Wen Suyin
Idade: 15 anos
Poder: Vidro e Propagação | B-
Origem: Yen'Darin
Família: Hyeon, Yang e Shun (Irmãos)

Equipa: Hainslef
Ano:

Personalidade: Organizada ao extremo, Suyin é perfeccionista e gosta de ver as coisas em seus devidos lugares, especialmente no tocante a livros, e este é o único assunto em que você verá ela iniciando uma discussão - não de modo proposital, mas ela não vai pensar antes de chamar atenção de alguém que esteja fazendo algazarra. Em qualquer outra situação, Suyin é uma garota tranquila e educada, que só fala em momentos apropriados, ou nem fale mesmo. Não fosse pela posição hierárquica na família como a mais nova, a perseguição que sofreu no primeiro ano de escola em Ekalyon fez com que ela se retraísse, apenas fazendo ou falando o necessário quando fosse inquirida, tudo com o intuito de chamar menos atenção o possível - o comportamento oposto do da maioria dos alunos em Hainslef, que brigam pelos holofotes. Em conformidade com seu jeito organizado, Suyin admira ordem e planejamento, possuindo cada passo de seus dias previstos em uma agenda. Ainda que extremamente inteligente, Suyin também encontrou espaço para desenvolver uma empatia imensa para com todos, desde os animais até seus colegas mais vis, e, mesmo que considere uma decisão estúpida ou sem sentido, ela primeiro irá considerar as consequências de suas críticas ou apontamentos antes de se manifestar, pesando prós e contras de cada situação possível. Agora que terão de fazer desse novo reino seu lar, ela procura estudar e aprender tudo o que puder de forma a contribuir para aprimorar o sistema e suas instituições fundamentais.
História:
Spoiler:
Nascida como o quarto membro de uma família nobre do antigo Império, Suyin lembra-se muito pouco da tensão na qual a família vivia, pois ou era muito jovem para entender, ou os outros membros propositalmente a deixavam no escuro sobre o que estava acontecendo. Talvez para o bem, tal tratamento não interferiu na sua curiosidade e sede por conhecimento, apenas estimulando seu foco em aprender sobre as culturas e diferentes nações do ocidente: Tellius, Loriath, Ralion, Aurelis e, finalmente, o reino de Ekalyon, onde encontrava o coração da produção intelectual da região. Sonhava, inocentemente, em um dia poder conhecer esse lugar e, talvez, perder-se entre as bibliotecas dali.

Mais cedo do que imaginava, seu sonho tornou-se realidade, mas não da maneira que esperava. Suyin e seus irmãos chegaram até Ekalyon, mas não havia retorno para o que haviam deixado para trás: família, amigos, casa. Com o resultado da revolução, toda esperança de um dia poderem restituir tudo o que haviam deixado se foi, apenas restando um vazio a ser preenchido.

O primeiro ano em seu novo 'lar' também não mostrou-se dos mais agradáveis: inscrevendo-se junto dos irmãos na Escola de Hainslef, Suyin teve de suportar a perseguição e gracejo dos colegas, ora pela sua origem, ora pelo que era: uma simples garota inteligente, que não tinha lugar em uma escola para futuras estrelas. Com grande parte de suas expectativas destroçadas, Suyin foi fechando-se cada vez mais, mergulhando em livros e mais livros, questionando-se sobre o que a Diretora Levy pôde ter visto em si para permitir que ela frequentasse a escola - teria sido, simplesmente, a riqueza da família? Para a jovem, não há outra explicação lógica senão essa.

A aparição de uma nova aluna, contudo, promete uma mudança nos ares da escola: quem diria que ela encontraria, vinda de terras tão mais distantes, enfim, uma colega com quem compartilhar seus pensamentos e interesse por aprender?

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35 Re: - Inscrições para os Alunos em Sex Jan 22, 2016 12:26 am

Alaena

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Nome: Enzo Grigorio Di'Ventrue
Idade: 18 Anos
Poder: Emoções e Natureza  Vegetal | B+
Origem: Aurelis
Família: Gaspard e Bellamoria(Pais), Dominico, Vicenzo e Calogera (Irmãos)

Equipa: Hainslef
Ano:

Personalidade: Com uma beleza de tirar o fôlego, Enzo não passa despercebido onde quer que chegue, atraindo todos os olhares para si, tanto de mulheres quanto de homens. Acostumado com a atenção, sob os holofotes sempre exibe um sorriso, modos e gestos graciosos, ternos, que conquistam os que estão a sua volta. É um sedutor nato, capaz de, com palavras doces e elogios bem colocados, persuadir quase qualquer um a fazer sua vontade ou, como ele prefere, falar quase qualquer coisa.  Nisso, revela um lado manipulador e oportunista, quase imperceptível, tão bem misturado com a candura que é. Modesto, nega elogios a si, afirmando estar longe de ser tão bonito, tão bondoso quanto falam. E ele não é. Sua beleza é natural, mas todo o resto sobre si, sua bondade, sua ternura, é artificial, uma máscara feita para servir aos seus propósitos. Enzo possui um sincero ódio por todos que o cercam em festas e baile, para ele são uma corja de farsantes, hipócritas que se fingem de generosos e caridosos, mas que no fim só pensam em si mesmos e em suas reputações. Ele pensa em si mesmo como, ao menos, um pouco melhor do que essas pessoas, pois, apesar de ser um farsante, nada do que faz beneficia a si próprio, pelo contrário - quanto mais tempo passa em seu personagem, mais ele é quem sofre com isso. Seu interior é cheio de amargura e desilusão, acreditando que quase todos ao seu redor só querem usá-lo para conseguir avançar na vida, que o veem como um troféu a ser ganho. Apesar de todo esse cinismo, Enzo valoriza a inocência alheia e tenta protegê-la ao máximo- mesmo quando o preço a se pagar é alto.
História:
Spoiler:
Nascido numa família nobre e bem abastada de Aurelis, Enzo estava, naturalmente, destinado a uma vida cheia de privilégios, mimos e abundância, sem ter qualquer outra preocupação - ou, pelo menos, era essa a ideia que a sociedade tinha de seu futuro. E, talvez, em algum outro universo, um onde seu pai não era Gaspard Di'Ventrue, talvez fosse. Embora já possuíssem dinheiro e um negócio lucrativo, Lorde Di'Ventrue nunca estava satisfeito, sempre desejando mais e mais, não se importando de envolver-se em esquemas ilegais para conseguir o tão cobiçado ouro. Não só era ganancioso, como também extremamente soberbo, gostando de exibir sua superioridade perante a sociedade e seus concorrentes. Apesar desses defeitos, Gaspard estava longe de ser tolo, sabendo como ocultar e destruir todas as provas de seus negócios ilícitos e estando ciente de uma grande verdade: no mundo dos negócios, informação é poder, e pessoas, em geral, tendem a falar seus segredos quando estão torpes, especialmente quando esse torpor é causado por prazer.

E Calogera, doce e inocente Calogera de apenas catorze anos, Calogera que mesmo jovem era desejada, era perfeita para essa posição de espiã, de informante. Sendo os mais novos da família, Enzo sempre fora bastante próximo da irmã, estando sempre ao seu lado, como um cavaleiro à ela jurado. Anos mais velhos que eles, Domenico e Matteo também eram bastante protetores quanto a única irmã, afastando toda e qualquer pessoa que ousasse olhar para ela. Então, quando ouviram uma conversa de seus pais sobre o futuro da irmã, os três ficaram abismados. Calogera era doce demais, bondosa demais, e aquele mundo, a vida que Gaspard queria para ela, a destruiria. E Enzo, mais do que qualquer um dos dois, não suportava a ideia da irmã como um peão de seu pai.

Por amor a Calogera que ele foi até o pai, por amor a Calogera que Enzo se ofereceu para tomar o lugar que seria dela, por amor a Calogera permitiria que seu corpo fosse usado como um objeto, um meio para Gaspard conseguir alcançar os fins que desejava. Enzo foi jogado num mundo de mentiras e segredos, forçado a construir uma barreira entre si e o mundo, a criar um personagem para si e viver, respirar e pensar como ele, a atuar como se todo dia fosse sua grande noite. Enzo odeia o pai que o forçou a isso, a mãe que foi sua cúmplice, e toda a atuação em si; entretanto, para o bem de Calogera, ele - e os irmãos, também presos aos seus papéis - fariam seu melhor. A poupariam daquela face da realidade enquanto pudessem.

Ser mandado para Ekalyon foi ideia de seu pai, afinal, todas as pessoas importantes mandavam seus filhos para estudar lá, e Enzo poderia conseguir informações valiosas com eles. A escolha de Hainslef como a escola que cursaria também foi deliberada, visando o tipo de vida que ele levaria e as habilidades que precisaria. E, embora esteja longe do pai e a liberdade a um esticar de mãos, pelo bem da irmã, ele jamais poderá alcançá-la.

Aparência:
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┈ ┈ ✥ ┈ ┈

Nome: Robert 'Robb' Sainthray Von Einzeberg
Idade: 18 Anos
Poder: Elementais e Astros | A
Origem: Ekalyon
Família: Hecate e Edgar [Morto] (Pais), Arya (Irmã), Leda [Morta](Tia)

Equipa: Draco | Mental
Ano:

Personalidade: Tendo uma veia rebelde mais latente do que a irmã e a mãe, Robb tem sérios problemas em respeitar autoridades ou cumprir ordens diretas, na verdade, quando dado uma ordem, é mais fácil ele ignorar e não obedecer do que qualquer outra coisa. Ativo, não gosta de ficar parado, sem nada para fazer, sendo esse o motivo pelo qual está inscrito em diversas atividades extra-classe, sendo o melhor em muitas delas. Atlético, adora esportes, sendo um grande jogador de futebol mágico, que já foi chamado para jogar em times profissionais; por sua parte, Robb nunca aceitou nenhum desses convites, pois enxerga os esportes como um hobby, não uma profissão. Protetor, em hipótese alguma permite que falem mal de seus amigos, partindo logo na defesa deles. Por ter sido muito mimado quando pequeno, tem momentos de puro egoísmo e possessividade com o que considera seu, beirando à irracionalidade. Indelicadeza deveria ser um de seus sobrenomes, porque Robb não tem um filtro no pensamento, falando o que quer que lhe venha à mente... com resultados não muito positivos.
História:
Spoiler:
Herdeiro da antiga família real de Ekalyon e uma atual Grande Casa, a mais leal aos Branthèse, Robb teve a criação digna de um príncipe, criado junto com Len e Rin desde que pode se lembrar. Ainda quando criança exibia os traços de sua marcante rebeldia, formando um grande contraste com sua irmã obediente e educada. Nunca teve maiores preocupações na vida, nada lhe faltava, e apesar das tarefas possuía horas e mais horas livre para brincar. Sempre foi protetor com relação a Arya, enxergando-se como um guardião de sua virtude e inocência, mas, quando a ela resolveu ser uma atriz, Robb não aceitou a ideia e um estado de guerra instaurou-se na família, resultando em várias discussões, castigos e noites sem dormir. Enfim, ela acabou indo para a Hainslef seguir seu sonho- não sem semanalmente recebe ruma carta do irmão reclamando, que ele tem certeza que ela rasga e ignora. Em Ekalyon, ele gosta de aprontar algumas de vez em quando, embora não seja particularmente maroto. Com a morte do pai, está mais responsável, mais maduro, tendo desenvolvido uma medo gigantesco de perder mais pessoas que ama.

Aparência:
Normal || Baile || Inverno




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
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36 Re: - Inscrições para os Alunos em Sex Jan 22, 2016 11:02 pm

Elyss

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Nome: Rhyant Feidyore Tes' Imlërev
Idade: 18 anos
Poder: Cristais e Espaço | A-
Origem: Aurelis
Família: Carthan Tes' Imlërev (Pai), Lietya Slethrad (Mãe) [morta], Alsyre Tes' Imlërev (Madrasta), Layna Tes' Imlërev (Irmã)

Equipa: Esthrold
Ano:

Personalidade: Quieto, a primeira impressão sobre Rhyant não revela muita coisa sobre si: mostra-se como um jovem calado, provavelmente muito pensativo, e com um sorriso calmo. No entanto, ele não é tão bom quanto parece. Atormentado por um sentimento de inveja, ele possui um temperamento extremamente volátil sob o sorriso tranquilo, pronto para despejar sua frustração sobre o primeiro infeliz que, propositalmente ou não, incomodá-lo. Um pouco perverso, Rhyant sente certa alegrai com discussões e brigas alheias, podendo atuar como um grande incentivador para as mesmas. Ainda que possua esse lado sádico, não se pode negar que seja um líder natural, capaz de usar das outras pessoas de forma que suas habilidades sejam exploradas da forma mais eficiente, graças à sua mente calculista e observadora. Seletivo quanto à suas relações, prefere aproximar-se de pessoas que podem provar-se como vantajosas ou que considere intelectualmente estimulante - para sustentar a arrogância que possui, Rhyant não se permite ser menos inteligente do que, ao menos, todas as outras pessoas à sua volta.
História:
Spoiler:
Apesar de não compor a alta nobreza de Aurelis, uma história como a da família Tes' Imlërev chama tanta atenção quanto qualquer outra maior iria. Seja abastada, arruinada, antiga ou recém-nomeada, uma boa fofoca entre a nobreza é uma fofoca. Sofrendo desde jovem, Carthan Tes' Imlërev, único herdeiro de seu nome, passou anos tentando e falhando em produzir um filho, e a cada ano que se passava, mais apavorado ficava ao pensar que seria nele, que até então não havia conquistado nada, que sua família terminaria; sua casa esquecida, com suas riquezas e terras passadas para o parente mais próximo pelas leis de herança. Talvez por um momento de fraqueza, ou mesmo por puro desejo, Carthan encontrou consolo nos braços de Lietya Slethrad, uma simples amiga de infância, mas que, como uma bênção ou uma maldição, lhe proveu frutos: um filho. Bastardo, mas um filho.

Rhyant viveu seus primeiros 3 anos de vida como em um sonho: cercado por tudo que o dinheiro pudesse comprar, tendo seus caprichos e vontades saciados imediatamente. Não havia motivo para tratá-lo de outra maneira, afinal, mostrava-se como o único herdeiro dos Tes' Imlërev, legitimado desde que teve sua paternidade reconhecida. Ainda, a maior vantagem da quem Rhyant dispunha era de se sentir superior à própria esposa de seu pai, Alsyre, que o olhava com desdenho e mesmo nojo, mas, internamente, o garoto se contorcia de alegria pela derrota que o rosto da madrasta estampava. Ela precisava aturar ele, não o contrário.

Contudo, a felicidade de Rhyant durou muito menos do que o esperado. Aos 3 anos, ele viu, com horror, a chegada de um novo membro à família: uma irmã, filha da própria Alsyre, que, por sua vez, teve de ser acomodada - permanentemente - em um hospital como consequência do parto trabalhoso. De um dia para o outro, sem que pudesse ter notado alguma diferença, tudo o que conhecia estava em risco: seus pertences, sua casa, seu pai, seu nome. Tudo.

Os anos seguintes foram recheados de receio e frustração, por um lado estava sempre à mercê do bom temperamento do pai para continuar vivendo a vida que tinha, mesmo que sem os mimos dos quais se aproveitava na infância, do outro, tinha que suportar a presença da irmã mais nova, Layna, sempre relembrando-o de sua posição, agora, inferior e dispensável. Assim, ele procura todas as maneiras para tentar provar para o pai que é mais merecedor do que a irmã de continuar como herdeiro, alimentando uma competição imaginária que o perturba todos os dias. Decidiu inscrever-se em Esthrold, não só como uma forma de chamar a atenção para si, considerando que a opção mais óbvia seria Hainslef, mas também para garantir a manutenção de um projeto no qual vem trabalhando há anos.

Aparência:
Normal

┈ ┈ ✥ ┈ ┈
Nome: Layna Aurelia Tes' Imlërev
Idade: 15 anos
Poder: Espaço e Ilusões | B+
Origem: Aurelis
Família: Carthan Tes' Imlërev (Pai), Alsyre Tes' Imlërev (Mãe), Rhyant Tes' Imlërev (Irmão), Elytra Agnodare (Tia)

Equipa: Syreni | Natural
Ano:

Personalidade: Discreta, Layna não se importa muito em ser o centro das atenções, preferindo evitar tal papel a todo custo - tímida do jeito que é, isso seria seu pior pesadelo. Ela dificilmente fala sobre si, especialmente por uma questão de auto-preservação, considerando a natureza de sua terra natal e seu vício por fofocas, a última coisa que apreciaria seriam boatos sobre si que resultassem em consequências maiores. Idealista, Layna sempre espera o melhor das pessoas e, talvez por isso, evite se abrir demais, tendo plena consciência da diferença entre o que se espera de alguém e o que realmente é, a exemplo do próprio irmão. Ainda assim, sustenta um pensamento otimista que espera por um futuro melhor. Sensível e passional, ela demonstra grande consideração pelos outros e investe nas pessoas, capaz de ver potencial mesmo naqueles com a mais baixa das auto-estimas. No entanto, ela mostra um lado individualista ao acreditar que todos não só são capazes, como devem trilhar seu próprio caminho e desenvolver-se por si mesmos, de forma que não dependam de ninguém para fazê-lo.
História:
Spoiler:
Apesar de não compor a alta nobreza de Aurelis, uma história como a da família Tes' Imlërev chama tanta atenção quanto qualquer outra maior iria. Seja abastada, arruinada, antiga ou recém-nomeada, uma boa fofoca entre a nobreza é uma fofoca. Sofrendo desde jovem, Carthan Tes' Imlërev, único herdeiro de seu nome, passou anos tentando e falhando em produzir um filho, e a cada ano que se passava, mais apavorado ficava ao pensar que seria nele, que até então não havia conquistado nada, que sua família terminaria; sua casa esquecida, com suas riquezas e terras passadas para o parente mais próximo pelas leis de herança. Contudo, se questões econômicas pesavam sobre as costas de Carthan, Alsyre era continuamente humilhada: no meio social, os olhares voltavam-se para si enquanto passava, e suas, antes, colegas, fingiam que não existia. Não encontrando nenhum apoio no marido, o único ombro amigo que teve foi o da irmã, Elytra, uma mulher fervorosamente religiosa que decidira nunca ter filhos. As coisas só pioraram para si quando o primeiro filho de Carthan nasceu, nada menos do que um bastardo fruto de um caso momentâneo, mas um filho de sangue que logo foi reconhecido. Sem escolha senão encarar todos os dias o rosto da criança que era a prova viva de sua maior falha, Alsyre seguiu a irmã e mergulhou no caminho da fé como a última alternativa que restava: entregava aos deuses o que viria a ser, e se eles não pudessem resolver sua situação, ninguém poderia.

Três anos após a chegada do bastardo, parecia que as preces da Senhora Tes' Imlërev foram, finalmente, respondidas: estava grávida, e meses depois dera a luz a uma filha legítima. Contudo, o parto mostrou-se trabalhoso demais, forçando Alsyre a ficar permanentemente sob cuidados médicos. Sem a esposa, Carthan decidiu que a melhor alternativa seria convidar a cunhada para criar a filha.
Elytra simplesmente detestava Rhyant e o próprio cunhado pelo que haviam feito a irmã passar, mas aturava a presença de ambos se isso significava ter acesso à sobrinha: Layna. Com a permissão para educá-la, esperava estimular uma competitividade entre as crianças que, no final, resultariam na expulsão do bastardo da casa e, eventualmente, com a morte de Carthan, que a herança fosse somente da única filha legítima. Certamente, Elytra não esperava que Layna não compartilhasse de suas maquinações, ou, sequer, que fosse ter inteligência alguma. Sabendo do quanto a tia a subestimava, a jovem simplesmente decidiu colaborar o necessário para o andamento do "plano", ainda que resistisse a qualquer demonstração desnecessária de sua "óbvia superioridade" em relação ao irmão, esperando desmascarar a tia no momento mais oportuno e, no fim, permitir que Rhyant tenha acesso aos seus devidos direitos - legítimo ou não.

Aparência:
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