Crônicas de Vëlimir
Seja bem vindo, ó nobre aventureiro ~! Que os bardos cantem a vossa glória na jornada que se apresenta diante de ti.

Inscreva-se no universo de Vëlimir e venha vivenciar diversas aventuras ao lado dos Guardiões dos Elementos!

Conheça o Universo de Vëlimir e divirta-se!

Venha participar do universo de fantasia de Vëlimir no RPG "Os Guardiões dos Elementos"! Torne-se um novo herói ou um vilão e deixe aqui a tua marca ~!

Você não está conectado. Conecte-se ou registre-se

- Inscrições para Outras Personagens

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo  Mensagem [Página 1 de 1]

1 - Inscrições para Outras Personagens em Sex Out 09, 2015 7:57 pm

Achlys

avatar
Achlys
Achlys
Aqui poderão inscrever no RPG as personagens que não se encaixarem nas categorias de Alunos ou Vilões, incluindo parentes, responsáveis e detentores de cargos (trabalhadores, políticos, etc.).
Segue o formulário a ser preenchido para seu personagem:

Código:
[b]Nome:[/b]
[b]Idade:[/b]
[b]Poder:[/b]
[b]Kaishin:[/b] (caso tenha)

[b]Origem:[/b]
[b]Família:[/b]
[b]Rank Militar:[/b] (caso tenha)
[b]Trabalho:[/b]

[b]Personalidade:[/b]
[b]História:[/b] [spoiler][/spoiler]
[center][b]Aparência:[/b] Normal || Baile || Inverno[/center]

- - - ※ - - -
Observações:

- novos personagens  poderão ser inscritos com o nível máximo de magia S;
- ranks não podem ser preenchidos sem antes pedir permissão da administração;
- caso seja um personagem novo com Kaishin, não esqueça de descrever quem morreu para que ele conseguisse alcançar essa transformação;
- quando forem preencher o campo dos poderes, por favor sigam este padrão: " Poder do Personagem | Nível de Magia". Para conferir os níveis de magias, podem visitar este link.

http://cronicasdevelimir.ativo-forum.com/forum

2 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Dom Out 11, 2015 9:32 pm

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Astrid Renoir Von Crimson
Idade: 38 anos
Poder: Mana e Drenagem | S+
Kaishin: LastMoirai

Origem: Loriath
Família: Esther Von Crimson (Filha), Louis Lennartz (Marido)[Morto].
Trabalho: Embaixadora de Loriath

Personalidade: Astrid é a típica dama que herdou o nome de uma família rica: educada, mandona, orgulhosa e, principalmente, fria. Muitos dizem que seu amor ao nome 'Von Crimson' só é superado pela admiração que ela possuí por regras, coisa que não é nem um pouco errônea. Piedade ou clemência a infratores ou desordeiros não é algo comum de se ver nela, sendo bem inflexível e extremamente superficial, do tipo de pessoa que a primeira impressão é a que fica. Julga rapidamente uma pessoa só com o olhar, sabe que pode parecer uma narcisista quando faz isso, mas a desconfiança que a perseguiu por muitos anos a fez afiada nesse tipo de atitude, preferindo não se arriscar com as pessoas erradas. Não suporta qualquer tipo de desrespeito ou afronta para consigo ou contra sua terra natal, reagindo de imediato com um tom ameaçador, direto e imperativo. Por outro lado, também possuí um jeito cuidadoso e gentil que poucas pessoas tiveram a chance de conhecer: Aleksei e, em raros momentos, a própria filha. Apesar de perspicaz e calculista quando seus interesses estão em jogo, nunca os coloca acima de seus deveres e responsabilidades, agindo sempre de modo justo e digno.
História:
Spoiler:
Astrid nasceu na linhagem principal da ramificação dos Von Crimson, após várias tentativas de um herdeiro homem. Tal coisa nunca aconteceu e, mesmo depois de seguidos abortos, se tornou filha e herdeira única. Originários de Loriath, o regime imposto sobre as mulheres da família era principalmente de uma educação rígida e firme. O mesmo não acontecia diretamente aos homens, o que acarretava em escândalos desastrosos, sendo que alguns beiravam a perda dos títulos. Uma crise, porém, alavancou o status da família em direção ao topo: energia. Dezenas de cidades e vilarejos sofreram com a fome e a miséria, o que originou alguns grupos opostos ao governo. Contudo, os Von Crimson apareceram como uma solução milagrosa para a nobreza, já que sua linhagem desfrutava do poder de controlar um tipo único de energia, a Mana. Em pouco tempo, grande parte dos problemas do reino foram resolvidos e, com o nome em alta, os anciões da família aproveitaram para casar sua herdeira. Astrid teve sua mão entregue a Louis Lennartz, um Paladin de uma família de tradição militar. Ela tinha agora as viagens que sempre sonhara em fazer pelo mundo mágico, mas nem isso lhe deixava completamente feliz.
Esse cenário só mudou quando conheceu Aleksei Honsweirth, um homem jovem que lhe mostrou a beleza das coisas mais simples que desconhecia. Acabaram como amantes e dele Astrid ficou grávida. Por sorte, Louis foi a uma campanha contra algumas forças rebeldes, o que a deixou livre de insinuações. Seu marido não voltou, fora morto em batalha. Por decisão própria, decidiu que não veria mais Aleksei, mesmo que fosse necessário mentir para a criança e deixá-la fruto de um casamento infeliz. Esther nasceu com os olhos do pai, ao mesmo tempo em que Astrid era mandada para Ekalyon, para aprofundar as relações entre os dois reinos. Como Embaixadora, ela se distanciou da filha, apenas lhe dando atenção quando convinha à imagem da família. Não era por vontade própria que fazia isso, mas o simples olhar de Esther fazia seu coração apertar e contrair de angústia. Após a morte e a volta de Esther, ela deixou todo esse remorso para trás e começou a se tornar possessiva quanto a segurança da única filha. Contudo, a morte de Aleksei diante de seus olhos por pouco não a levou para um abismo de indiferença e desgosto, só sendo salva por ainda ter sua criança do seu lado.
Aparência: Normal || Baile || Inverno || Kaishin

- - - ※ - - -

Nome: Gwenhlyfar Euphemetris
Idade: 30 anos
Poder: Essências e Selamentos | S+
Kaishin: SealGuardian

Origem: Egípcia
Família: Desconhecida.
Trabalho: Shaman

Personalidade: Seu comportamento ainda é distante e misterioso, mas sempre com um toque amável e cuidadoso. Carrega um jeito sábio que lhe dá de longe uma aparência imponente, mas ela reserva todo seu conhecimento para conselhos e maneiras de ajudar os outros. Ela é gentil e atenciosa, ajuda os outros sem esperar nada em troca por puro prazer. Apenas quando chega ao extremo que perde a calma e, ainda assim, ela tenta ser racional e procura por outra saída que não envolva uma batalha. Centrada nos seus deveres e madura, não é de rebaixar os outros pela sua força, sendo até hesitante em um jogo de palavras. Não é fácil que a enganem ou que façam com que ela realize alguma tarefa que vá contra o que acredita, pois simplesmente não oferece sua confiança a qualquer um.
História:
Spoiler:
Na ainda rústica vila de Setesh o contato com as inovações tecnológicas e conflitos do mundo contemporâneo são mínimos. De vida simples e religiosa, os habitantes da vila sempre acreditaram no sobrenatural, adotando desde tempos antigos uma cultura animista. Desde pequena, Gwen apresentou uma habilidade singular com o tecido que separa a realidade material da dimensão dos espíritos, onde residem as almas e entidades. Foi treinada durante grande parte de sua vida nos preceitos humildes e caridosos de seu povo, além de a ensinarem a se comunicar, entender e até a utilizar as essências e espíritos que tivesse alcance. Aos seus 19 anos, foi informada de que era escolhida por possuir um grande poder, mas que se caísse em mãos erradas poderia selar um destino desastroso à humanidade. A decisão era a de que fosse morta para impedir que isso acontecesse, mas esse destino trágico foi interrompido por seu mestre, que a libertou e permitiu que fugisse.
O chamado de almas atormentadas a levou até a cidade de Kyrin, aonde chegou para selar a alma de Near e libertar o pequeno Yura. No ano seguinte foi para a Escola de Magia de Ekalyon, onde se tornou umas das vigilantes. Por ser um dos signos ela foi procurada e capturada pela Getsukai, tendo seu poder do signo retirado, mas foi resgatada. Na escola conheceu Eric, outro vigilante, por quem se apaixonou. Participou também na 4ª guerra mágica. Depois de Ragnarok destruir FW foi para a Terra e voltou anos depois como Capitã da 3ª divisão de Shinrakuen. Na Shinrakuen enfrentou os desafios da New Getsukai e, ao defender o príncipe de Aurelis, teve seu amado morto na frente de seus olhos, liberando a forma Kaishin. Com o fim da Shinrakuen ela agora vaga pelo mundo mágico sem um local de moradia definido, dizendo que vai para onde sentir que os espíritos precisam dela. Uma peregrina, grande parte do povo a denomina de "Shaman", a partir de um ponto ela decidiu tomar o título para si.
Aparência: Normal || Baile || Inverno || Kaishin



Última edição por Elyss em Seg Out 12, 2015 8:30 pm, editado 3 vez(es)

http://scraphim.tumblr.com/

3 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Dom Out 11, 2015 10:07 pm

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Erin Niennor Lutgrief Harway
Idade: 26 Anos.
Poder: Energia Nuclear e Alquimia | S+


Origem: Ralion
Família: Gavin Harway (Pai) e Ireyne Lutgrief (Mãe), Rheltia e Myrielle (Irmãs mais novas).
Rank Militar: Lorde.
Trabalho: Syfel; Professora de Poções em Ekalyon. 

Personalidade: Erin definitivamente não se enquadra nos padrões de gênero considerados aceitáveis para o seu reino, na verdade, ela pouco se importa ou dá valor a eles. Independente, ela absolutamente detesta depender de qualquer pessoa, para qualquer coisa, às vezes a impedindo de pedir ajuda. Erin é um espírito livre, senhora de si mesma e de suas próprias decisões, e a única pessoa a quem ela acha que deve algum tipo de satisfação são aos seus superiores no trabalho e, num grau bem menor, à mãe e às irmãs. Graças ao país aonde nasceu, as tradições e a sociedade mais machista, Erin percebeu que se ela quisesse chegar a algum lugar ela teria que ralar mais do que todos, e ninguém pode reclamar da determinação ferrenha dela, da força para superar todo e qualquer obstáculo colocados pela vida em seu caminho. É bastante obstinada e sarcástica, sendo muito audaz, às vezes beirando a ser brusca. Não leva desaforo para casa, e sempre responde à altura. Pragmática, ela prefere ir direto ao ponto, odiando perder tempo com coisas que considera idiotas ou desnecessárias, e não é a pessoa mais paciente ou calma que existe. É bastante despojada e até relaxada, entretanto, mantém uma extrema seriedade e concentração em situações mais sérias, qualquer traço da mulher mais rebelde desaparecendo e dando lugar à profissional do rank que possui. Duvidar dela nunca é uma boa ideia, pois em batalhas, seus inimigos vão se descobrir diante de uma oponente disposta a jogar sujo se assim for o necessário, e que pode ser extremamente brutal. Erin Harway é conhecida por cumprir suas missões, não o quão impossível elas pareçam, não importa o que tenha de fazer para alcançar seus objetivos.
História:
Spoiler:
Erin é a filha mais velha de Gavin e de Ireyne, os prestigiados senhores da família Harway,  uma das mais nobres e ricas casas juramentada à coroa de Ralion. Apesar união de o casal ter sido arranjada,  decidida quando ainda eram jovens, foi um par acertado, pois o que começou como dever logo se transformou em afeição, e, depois, em amor e devoção. Foi um casamento próspero no âmbito político, que alavancou o nome dos Lutgrief e fortaleceu os Harway; em contrapartida, é também o que muitos chamam de completo fracasso, pois Gavin e a esposa não tiveram um filho varão como era desejado, mas sim três mulheres. Não bastasse serem três filhas, cada uma delas tinha um problema particular: a mais nova, Myrielle, era uma garota excessivamente doce e gentil, que embora o corpo se desenvolvesse como o de uma mulher, sua mente não seguiria o mesmo caminho; a do meio, Rheltia, a austera dama de modos impecáveis e maneiras comedidas, fria como o gelo e de saúde frágil; e, por fim, havia Erin, a mais bela, saudável, e poderosa das irmãs - mas também a mais rebelde e voluntariosa.

Desde criança, Erin Harway sempre preferiu calças à vestidos, espadas à livros; inúmeros foram os tutores contratados para tentar transformá-la na dama que os pais desejavam, mas cada tentativa foi mais infrutífera que a outra, sendo que até os mais duros dos métodos não pareciam surtir efeito. As atitudes de Erin causavam revoltavam Gavin, um homem conservador a apegado às tradições, e foram motivos de inúmeras discussões e noite em claro na mansão da família. Já a mãe era mais leniente, e até protegia e ajudava a filha quando precisava, porém, sempre com total discrição, e por esses pequenos gestos, embora pequenos, Erin sempre lhe foi extremamente grata. Quando decidiu perseguir a carreira militar e informou ao pai, ele lhe disse que não moveria um dedo par ajudá-la ou tornar seu caminho mais fácil, Erin estava sujeita à própria sorte. E, quer saber? Ela não queria a ajuda dele, não precisava que ele fizesse nada por ela. Para o inferno as expectativas da sociedade, que sentissem asco à sua pessoa e blasfemassem o quanto quisessem; Erin tinha um grande talento, uma determinação inabalável, e apesar de seu ar despojado e desafiador, quando a situação exigia, era ainda mais séria do que Rheltia- ela iria subir ao topo, e ninguém ficaria em seu caminho.  Sozinha enfrentou e venceu os desafios que colocaram em  seu caminho, às vezes colocavam metas aparentemente impossíveis para que ela desistisse, mas ela jamais o fez. Erin tornou-se uma das mais perigosas e eficientes Syfel à serviço do seu Reino, especializando-se em rastrear e caçar inimigos foragidos, o que acabou influenciado em seu título: a Caçadora Vermelha. Recebeu o rank de Lorde do próprio rei por sua inabalável lealdade e currículo exemplar para qualquer homem ou mulher, e nisso até Gavin teve de engolir o orgulho e parabenizá-la. Contudo, seguir a carreira militar teve suas consequências: perdeu o direito a herdar a família e toda a fortuna graças ao caminho que escolheu - não que ela se importe, na verdade, Erin apoia Rheltia com todas as forças -,  e extirpou praticamente chances de conseguir um casamento respeitável em Ralion. Os motivos que a levaram à Ekalyon, a assumir o posto de professora de poções e o nome falso Relliya Harvren são um mistério.
Aparência: Normal || Baile || Inverno
  

~ -   •  - ~

Nome: Lauren Gaunt
Idade: 22 Anos
Poder: Feitiçaria e Tóxicos | S+


Origem: Ralion.
Família: Alec Gaunt (Irmão)
Trabalho: Syfel.

Personalidade: Impaciente e mercurial, Lauren está a maior parte do tempo de mal humor, sendo coisas mínimas capazes de tirá-la do sério. A endogamia tão comum em sua família tem consequências visíveis em si, sendo essas sua personalidade instável, às vezes beirando ao descontrole, e a impulsividade que domina suas ações. Por mais que tente, seu controle sobre sentimentos como raiva e irritação são fracos, sendo sua reação imediata lançar uma maldição na fonte de seus problemas ou simplesmente destruí-la. Dona de uma paranoia marcante, Lauren desconfia de tudo e todos, não revelando seus pensamentos e segredos à ninguém, por mais ridículos que sejam. Apesar de não ser burra, sua falta de paciência e impulsividade a fazem agir de modo precipitado, sem pensar realmente nas consequências de seus atos. Rancorosa, guarda mágoa das pessoas até não poder mais e não é exatamente disposta a perdoar alguém que lhe fez mal. Com uma veia sádica, aprecia a dor alheia e irá rir enquanto isso a divertir, muitas vezes assumindo ela mesma o papel de torturadora. Embora possua tamanha crueldade dentro de si, com quem gosta (Em especial, seu irmão) é protetora e até mesmo possessiva, revelando um medo de perde-lo. São raros os casos, mas às vezes é capaz de mostrar compaixão por alguém.
História:
Spoiler:
Há muito tempo, os Gaunt já foram uma das Grandes Casas de Ralion, uma família rica, poderosa e famosa,  tendo gerado exímios magos como Lyehard Gaunt, conhecido por suas descobertas no ramo da Magia Branca e na magia de cura, e Merhynda Gaunt, uma das mais brilhantes mestras de poções de todos os tempos. Entretanto, desde sua fundação eram uma família fechada, indisposta a dividir seus poderes e conhecimentos com outras casas, frequentemente praticando a endogamia. Com o decorrer dos séculos, as consequências desse hábito foi tornando-se visível, com membros cada vez mais instáveis, com problemas de saúde e, para o horror de todos, sem os grande poderes mágicos de outrora.

Pouco a pouco a fortuna foi esvaindo, escândalo após escândalo manchando sua reputação e os investimentos que recebiam; suas propriedades foram confiscadas, a mansão ancestral onde viviam, tomadas. No fim, não sobraria mais nada, e até mesmo os poderes que se vangloriavam em ter se tornavam cada vez mais raros.  Lauren nasceu nessa casa já arruinada séculos mais tarde, onde já nada restava fora um nome que um dia tivera algum peso. Contudo, diferentemente das gerações passadas, ela e seu irmão nasceram com poderes mágicos latentes, a mais velha em especial. Vivendo no subterrâneo de Yermund, onde fome e miséria governam, alimentavam-se do que achavam e roubavam, e quando não havia pão, tinham de se alimentar de ratos.

 Argus e Deanna, sem comida o suficiente para si próprios, levaram os garotos para a superfície, onde os abandonaram para morrer de frio e de fome nas florestas das Terras Altas. No entanto, não foi isso que aconteceu. Ao contrário do que seus pais esperavam, Lauren e o irmão sobreviveram, usando de seus poderes para caçar e alimentar-se. Ainda com memórias vívidas do ocorrido, muitas vezes a mais velha se descontrolava e em sua ira e descontava tudo em Alec, usando uma versão rudimentar do feitiço da tortura, mas logo se arrependia e começava a chorar, abraçando-o. 

Um dia, entretanto, quando a garota tinha catorze anos, ela e o irmão desceram as montanhas e retornaram a Yermund, implorando as autoridades que levassem Argus e Deanna Gaunt à justiça, mas nada receberam se não risos e escárnio. Revoltada, Lauren resolveu fazer justiça com as próprias mãos. Os irmãos voltaram para casa e, diante dos olhos de Alec, imóvel em um canto, apenas observando, Lauren torturou os pais até a morte. Fugiram para Ekalyon, mas a maioria das pessoas riram as suas costas, chamavam-nos de falidos, sem esperança, nobres pedintes e outros títulos humilhantes. Lauren fez uma pequena cabana para eles, mais nova e limpa, ela e o irmão passavam dias inteiros na biblioteca, usufruindo do conhecimento que foram privados, nunca foram para escola alguma, aprenderam sozinhos, só tinham um ao outro. Lauren se tornou forte ao ponto de chamar a atenção de Shisui que a convidou para juntar-se a New Getsukai, ela aceitou e se despediu do irmão, que por não ser forte o suficiente, resolveu permanecer na Escola de Ekalyon.

 Lauren desertou da Getsukai porque Alec implorou para ela, dizendo que não queria ter uma irmã fugitiva e mesmo hesitante, ela o fez. Atualmente trabalha como Syfel no Ministério, e sua paranoia a ajuda bastante no trabalho.
Aparência: Normal || Baile || Inverno
   




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

4 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Seg Out 12, 2015 12:22 pm

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Chronica Greyback
Idade: 38 anos
Poder: Natureza Vegetal e Espinhos | S

Origem: Dinamarquesa
Família: Kazuya Greyback (Marido), Elliot Greyback (Filho), Kirino, Northy, Mia, Rikki, Suzuno, Sirenna (Cunhados), Bella, Lucius (Sogros), Ariel, Kiara (Sobrinhas)
Trabalho: Professora de Herbologia

Personalidade: Chronica é o tipo de pessoa que gosta de estar no controle das coisas que a rodeiam, portanto, a condição de subordinada nunca a agrada, contudo e até felizmente, ela também resigna-se com facilidade, acreditando ser perda de tempo discutir quando as coisas não vão modificar. Não é muito persistente, preferindo que as coisas sejam feitas por ela, senão, para ela, característica que a torna uma pessoa prática, mesmo que somado ao seu jeito inescrupuloso possa ser fatal. Apesar de usar uma faceta coberta pela indiferença, seus poderes a traem por estarem muito conectados com seus pensamentos e desejos, fazendo com que ela se expresse emocionalmente mesmo sem querer. Dentre as poucas coisas que lhe chamam atenção, batalhas estão entre elas, não perdendo a chance de entrar em uma pelo simples prazer da adrenalina de uma luta.
História:
Spoiler:
Originalmente como a filha mais velha da família, dividindo tudo apenas com uma irmã mais nova. Apesar de extremamente mimada, sempre tivera a ideia de que por ter uma irmã nunca recebia o merecia. Por ter nascido com a marca de Ceres, isto lhe conferiu poderes sobre a Natureza Vegetal, contudo, os mesmos escolheram um momento inoportuno para se manifestarem: enquanto cuidava da pequena na ausência dos pais, pensamentos de como "sua vida seria melhor sem a pestinha" afloraram em sua mente, fazendo com que uma planta carnívora se desenvolvesse e devorasse a criança na sua frente. Chronica entrou em pânico, sem saber o que fazer. O que raios havia acontecido? Era culpa dela? E pior: como explicaria quando seus pais retornassem? Sem perder tempo, fugiu de casa e começou a vagar pelo mundo, adquirindo pouco a pouco a consciência e o controle de seus poderes. Sem nunca se prender a um lugar, roubava o que precisava no momento e desaparecia novamente. Contudo, sua vida nômade terminou quando foi encontrada por Kanon Pandora e, fascinada pela possibilidade de pertencer a um lugar em que não seria mais uma "aberração", juntou-se à Organização XI. Após o fim da organização ela se distanciou dos outros membros, tentando recomeçar sua vida a partir dos estudos até que recebeu uma carta de Ekalyon convidando-a a estudar lá. Eventualmente, participou na 4ª Guerra Mágica aliada aos Guardiões contra a Getsukai, mas com a desolação de Fantasy World se mudou para a Terra com Kazuya, aquele com quem eventualmente se casara.
Atualmente, voltou a Fantasy World a convite da Escola de Ekalyon para lecionar Herbologia.
Aparência: Normal || Baile || Inverno || Deusa

- - - ※ - - -
Nome: Nisëvanescere Eirligen du Rosariè
Idade: 32 anos
Poder: Telecinese e Gravidade | S

Origem: Zephel
Família: Ryuuji Eirligen (Marido), Rozelyn (Filha), Raven Eirligen (Cunhada), Zack, Cole (Sobrinhos).
Trabalho: Pesquisadora Real

Personalidade: Apesar de ainda ser fria quando interrompem algo que ela esteja fazendo, mas nos outros momentos é apenas quieta. Protetora e confiável, ela é uma pessoa que qualquer um não hesitaria em confiar. Ela é justa e honrada, jamais lutaria contra uma pessoa indefesa, desarmada ou em qualquer tipo de desvantagem. É uma boa ouvinte e ótima conselheira, pois raramente passa as situações ou dificuldades dos outros para o lado sentimental, sendo sempre racional e direta. Tem um senso de nobreza e lealdade enormes, além de ser parte da sua natureza mais básica. Ela não trai seus princípios sob nenhuma hipótese, mesmo que estes possam vir a serem contrários ao que seja dito por 'certo'. Muito paciente e do tipo que na maioria das vezes prefere o silêncio, o modo de irritá-la facilmente é desobedecendo-a. Decidida e persistente, não gosta e ao mesmo tempo não dispensa ser tratada como uma dama a menos que isso interfira em sua vida profissional, o que faz dessa ação uma atitude inaceitável. Pode não parecer, mas como esposa e mãe, ela sabe ser muito ciumenta sem sequer se dar conta disso.
História:
Spoiler:
Criada a partir do Cristal de Zephel, ela jurou lealdade desde o primeiro momento de sua existência ao Imperador. Mesmo em pouco tempo ela já era bastante respeita e até temida como adversária, principalmente pela sua frieza e habilidade invejável. Sábia e leal, logo assumiu o posto de Segurança. Foi enviada para a terra com certa relutância, já que nunca se afeiçoou aos mundanos. Depois que Nagisa assumiu o título de Imperador ela tornou-se um tipo de conselheiro para o mesmo juntamente de Illya, pois entendia mais de política do que ela mesma esperava. Foi enviada para Ekalyon a pedido de Nagisa. Participou da Wild Protection e do Torneio dos Deuses, onde ganhou sua forma divina. Durante o torneio foi salva por Willis, que teve morte cerebral em seu lugar. Junto dos outros foi atrás daqueles que podiam salvá-lo, pois estava em dívida. Conheceu Ryuuji e desde então ela praticamente “atura” a companhia dele, principalmente pelo fato dele achar que ela é uma donzela indefesa. Quando caiu na armadilha de Lust foi salva por Ryuuji, ao final este revelou seus sentimentos por Nis e ela ficou tocada, pouco tempo depois se casando com ele. Durante a 4ª Guerra Mágica teve de ficar nas linhas de auxílio, cuidando dos feridos por insistência do marido. Atualmente ela reveza com o marido o tempo com a filha, Rozelyn, tanto na escola como no trabalho como Pesquisadora Real.
Aparência: Normal || Baile || Inverno || Deusa

http://scraphim.tumblr.com/

5 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Seg Out 12, 2015 6:27 pm

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Hecate Sainthray Von Einzenberg
Idade: 45 anos.
Poder: Elementais e Armas | S+
Kaishin: PromisedElementalist

Origem: Ekalyon
Família: Edgar Sainthray (Marido)[Morto], Arya e Robb (Filhos), Leda (Irmã)[Morta], Len e Rin (Afilhados).
Rank Militar: Royal Guard
Trabalho: Conselheira do Rei.

Personalidade:Hecate é uma pessoa bastante bondosa e inteligente, mas sempre teve uma veia rebelde latente. Durante anos foi a herdeira do trono de Ekalyon, e a pressão a forjou para ser uma dama bem educada, ciente de seu dever e das imensas responsabilidades atreladas a ele. Mesmo hoje, a influência de sua infância é visível, pois sempre dá tudo de si em uma tarefa, mesmo que não seja necessário. É protetora com quem ama, chegando a ser um tanto possessiva, para a irritação de seus dois filhos. Calma e comedida, é raríssimo vê-la descontrolada, pois cresceu sendo ensinada a manter a racionalidade mesmo nos momentos mais desesperadores, embora isso não signifique que ela não sinta desespero, nem que seja fria; Hecate, no entanto, sabe que  se ela - uma figura influente e que muitos seguem- demonstra pânico e desespero, poderá piorar uma situação já grave. É teimosa e tem uma fé muito grande no que acredita, defendendo seus ideais com unhas e dentes. Por vezes pensa demais nos outros e esquece que ela mesma existe. Uma mulher mais sábia do que os seus anos e um excelente conselheira, ainda que possua dificuldade em esquecer quem lhe fez mal. Entretanto, depois de Hilde e Yuna, Hecate aprendeu a ouvir os dois lados de uma mesma história antes de julgar alguém.
História:
Spoiler:
Por milênios, os Von Einzenberg foram a família real de Ekalyon, presidindo sobre eras de glórias e sangrentas guerras e revoluções. Foi nessa família que Hecate nasceu, a princesa herdeira do trono, cargo que basicamente colocou o peso do mundo e as imensas expectativas de toda a nobreza em cima de si. Sua infância foi solitária, vivendo num castelo, mas sempre mostrou sua insatisfação pela sua posição, seu ardente desejo de liberdade, e nunca ficou calada quando questionada. Ao entrar em Ekalyon, entrou para Draco, mas a princípio não mostrou uma grande promessa nos domínios mágicos, para a decepção de seus pais. Fora isso, Anabelle Hildegard, uma jovem herdeira dos Vi Alstraim, fez questão de tornar a vida da princesa um inferno, colocar todos contra ela. Um dia isso chegou a um ponto insuportável, e Hecate elegantemente retirou-se da escola, passando um ano afastada do reino em estudos intensivos, e quando finalmente voltou  deu a Hilde o gosto de ser humilhada diante de todos. Acabou os anos de Ekalyon com louvor e seu pai decidiu enviá-la para uma missão em outro reino, como uma agente diplomática. Anos mais tarde ela voltou, mas o que viu a chocou: O Castelo em chamas. Ela viu Kanon matar seu pai e mãe a sangue frio, a irmã havia escapado por estar na Terra, mas Hecate só pode atacá-lo e depois fugir. Seu ressentimento por Kanon - uma amigo de infância - a levou a torcer o nariz e desprezar Yuna devido. Reuniu os Talesyk com o intuito de desafiar os guardiões, felizmente, percebeu que Yuna não era sua inimiga, pelo contrário, e as duas acabaram por fazer as pazes. Foi eleita Ministra de Aeyro, onde conheceu com quem viria a se casar: Edgar. Uma das grandes ajudantes na Quarta Guerra Mágica, quando Fantasy World foi destruída, foi para a Terra. Vinte anos depois está casada com Edgar e tem dois filhos: Robb e Arya. Apesar de ter sido oferecido à ela um cargo alto na Shinrakuen, ela cordialmente recusou e se tornou Vice-Diretora de Ekalyon. Apesar das terríveis perdas, quando Len subiu ao trono, Hecate abandonou seu cargo na Escola de Ekalyon para cumprir o pedido de Yuna antes de sua morte; passaria, então, a dedicar-se totalmente a sua função de Royal Guard e uma das regentes.
Aparência: Normal || Baile || Inverno || Kaishin

- - - ※ - - -

Nome: Aegina Eine Aleksandr Artwaltz
Idade: 33 Anos
Poder: Trevas, Mortos e Relíquias | S+
Kaishin: ThanatosLegacy

Origem: Norueguesa
Família: Alexander Aleksandr (Marido), Axel e Lyzz (Filhos), Katherine Artwaltz (Irmã), Soror, Karen, Yutaka (Cunhados), Sophie, Demitri, Aislinn e Aoshi (Sobrinhos)
Trabalho: Professora de Magia Antiga.

Personalidade: Aegina é uma mulher de personalidade forte, andando sempre com a cabeça bem erguida e com passos firmes. Tem plena confiança em suas habilidades, poderes e inteligência e, por isso mesmo, não hesita em falar quando algo a está lhe incomodando, e não espere que ela tenha a delicadeza de suavizar as palavras. Possui uma língua afiada, não perdendo a oportunidade de alfinetar algo ou alguém, ou de fazer comentários espirituosos que podem beirar a crueldade. Determinada, quando coloca alguma coisa na cabeça, só os deuses, o sucesso ou a falha vão conseguir pará-la. Perspicaz e esperta, pouca coisa escapa de seu olhar atento, e por mais que tenha o temperamento volátil, Aegina não faz o tipo que entra numa situação sem pensar duas vezes. Estar irritada não nubla seu julgamento, pelo contrário, parece torná-la mais perigosa, especialmente numa luta, onde qualquer semelhança de hesitação parece desaparecer. Exigente, gosta de ver as coisas bem feitas e bem organizadas, possuindo altos padrões para si mesma, para seus alunos e especialmente para seus filhos; contudo, sabe que não pode apenas exigir sem dar algo em troca, então toma cuidado para parabenizar e recompensar os filhos quando eles fazem as coisas direito. Orgulhosa, Aegina não gosta de ser subestimada e reage mal à desafios, fato que contribuiu para seu tempo como aluna na escola de Ekalyon ter sido... complicado, por assim dizer.
História:
Spoiler:
Aegina nasceu e logo depois foi presa debaixo da mansão da família por ser amaldiçoada, segundo Aselia, na época dominada por Rosary. Katherine prometeu salvá-la, mas quando a casa delas da infância queimou e a irmã não voltou para salvá-la, sentiu-se traída, abandonada, e jurou vingança. Ela só não morreu no acidente porque foi salva por uma misteriosa mulher de cabelos brancos e olhos roxos, que além de cuidar dela tornou-se sua mestra na magia. Quabndo seu treinamento estava concluído, Aegina deixou a casa de sua mentora e uniu-se à  Getsukai, com quem lutou contra a Lie. Nesse mesma organização encontrou alguém que fez ressurgir um pouco da criança inocente: Alexander. Ela morreu sacrificando-se para proteger a irmã, num ato de redenção por todos os seus pecados. Porém, o sacrifício de Aegina quebrou a maldição, e a ela foi concedida uma nova oportunidade. Após isso, lutou na 4ª Guerra Mágica ao lado da sua irmã.

Estudou em Ekalyon e terminou os três anos com todas as notas em Magia Antiga, Poções, História da Magia e Ataque Mágico no máximo e não é nem um pouco modesta sobre isso, embora sua reputação é lendária na escola pela quantidade de problemas que causava- Aegina era o pesadelo dos professores, tanto pelas confusões quanto por insistir em questioná-los e debater com eles. Vinte anos anos depois é casada com Alexander e tem dois filhos: Lyzz e Axel. Graças a sua grande sabedoria em Magia Antiga foi-lhe proposto o cargo de capitã da oitava divisão e de professora dessa mesma matéria em Ekalyon. Ela aceitou aos dois.  A perda de sua avó foi devastadora para ela, especialmente porque a assassina era ninguém mais ninguém menos que Avril, filha da sua antiga parceira da Getsukai Fleur, a quem Aegina tinha como uma irmã. Porém, ela manteve-se de pé e superou a morte de Aselia, eventualmente perdoando Avril. Após a queda da Shinrakuen, ela continua a lecionar sua disciplina em Ekalyon, da mesma maneira exigente de sempre.
Aparência: Normal || Baile || Inverno || Kaishin




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

6 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Ter Out 13, 2015 11:55 am

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Allier des Ilmatar
Idade: 19 anos
Poder: Assimilação | S+

Origem: Indefinida (Humana)
Família: Morta
Trabalho: Syfel

Personalidade: Apesar de seu comportamento indiferente, qualquer um que troque algumas poucas palavras com Allier terá a infelicidade de provar o quão cínica pode ser. Zombada, sua confiança nas próprias habilidades - ou melhor, em ser superior a dos outros - é uma de suas maiores fraquezas, não sabendo como agir ao lidar com algo inesperado. Ainda que arrogante, também é sensata e sabe a hora certa de recuar, nem que seja apenas para voltar e continuar o embate em um momento mais oportuno para si. Enigmática, não é qualquer um que consegue lê-la, saber o que está pensando, muito provavelmente porque não fará nenhum sentido. De um jeito independente, lhe é mais conveniente fazer as coisas sozinha, consequência de um passado que a marcou bastante: a traição daqueles que considerava sua família, o fato de ter sido deixada para morrer, momento esse de onde vem sua dependência aos seus poderes, pois sabe que estes, diferente das pessoas, não a abandonariam. Preferindo fazer as coisas em um ritmo próprio, adquire um caráter inconsequente em relação a prazos e tarefas, sendo o pior pesadelo de qualquer supervisor. É bem distraída, podendo perder o foco rapidamente se não lhe chamar atenção, além de perder o interesse facilmente em qualquer atividade que esteja realizando. Como guerreira, tem uma natureza instável difícil de se analisar, característica que gosta de usar a seu próprio favor, podendo tanto investir tudo de si quanto ser desleixada.
História:
Spoiler:
Sua origem é indefinida, mas supõe-se que seja pelos arredores do Leste Europeu. Não é possível dizer certamente onde nem quando, mas estima-se que a sociedade que regia a cidade onde nasceu tinha, mais ou menos, vários séculos, e vivia de uma maneira tão rústica e sob um regime antiquado que parecia não ter conhecimento do resto do mundo. Allier nasceu amada por praticamente todos, até mesmo pela severa Mentora, mas isso tudo não passava de uma fachada. Por trás de todo o carinho, preparavam a menina para um ritual, onde ela seria o sacrifício em troca de mais anos de prosperidade. Nem mesmo sua mãe fizera alguma coisa para remover uma única palha de sua fogueira. Aos 15 anos foi jogada em uma jaula a céu aberto e jogaram fogo, esperando que fosse consumida. Porém, Allier saiu ilesa e, depois de uma nova investida desferida contra ela, liberou toda a onda de fogo que havia absorvido, incinerando completamente toda a clareira. Caiu desacordada em seguida, acordando socorrida.  Todo o rancor que sentia pela hipocrisia com a qual fora criada a fez ingressar na New Getsukai, mas eventualmente acabou desertando quando começou a perceber que seus objetivos eram falhos, e que suas próprias certezas podiam não ser tão certas assim. Atualmente, é uma Syfel do Ministério, encarregada de detectar e eliminar possíveis ameaças do reino.
Aparência: Normal || Baile || Inverno

- - - ※ - - -
Nome: Seth Astäroshe Hytashii
Idade: 37 anos
Poder: Elementais, Natureza Vegetal e Intangibilidade | S+

Origem: Italiana
Família: Cecille (Filha) Riku Hytashii (Marido) Matt, Misuki, Kiba (Cunhados) Elyss, Len, Rin, Edward (Sobrinhos)
Trabalho: Imperatriz dos Elementos

Personalidade: É uma mulher elegante, com uma presença íntegra e, agora, madura. Contudo, há pedaços da antiga  guardiã da Terra que vem à tona quando fica mais à vontade, longe das tarefas de seu cargo: seu sarcasmo, em especial, que completa seu comportamento irreverente. É uma pessoa naturalmente sociável, com quem é fácil de se falar e de se abrir, pois exala esse forte sentimento de confiança. Mesmo que deveres e responsabilidades façam parte de seu cotidiano, não é uma pessoa que gosta de receber ordens, nem sequer de dá-las. Rebelde desde pequena, é uma pessoa que não se importa de quebrar as regras a favor daquilo que considera certo. Uma pessoa com os sentimentos à flor da pele, Seth é péssima quando o assunto é retrair seus sentimentos, além de demandar que eles sejam retribuídos em igual intensidade - seja para o bem, seja para o mau -, a indiferença lhe sendo algo insuportável. Gosta de aproveitar o que a vida tem para lhe oferecer, contudo sabe muito bem como distinguir o momento em que é necessário de ficar concentrada, de manter o foco. Em relação à sua família, é melhor não brincar com isso perto dela; as perdas do último ano fizeram dela muito mais protetora, especialmente para com aqueles que lhes são importantes.
História:
Spoiler:
Nascida com a marca de Júpiter, mal seus pais sabiam que o estranho sinal de nascença dizia que feitos grandiosos aguardavam a pequena menina. Por parte de pai, a família Astäroshe ganhou certo reconhecimento pelas descobertas arqueológicas que apresentava ao mundo, mas seu nome foi a cada dia mais ocultado pela crescente demência do patriarca Lazarus Astäroshe, avô de Seth. Após a união com a família Sainthray, tal nome foi preferível às pesquisas do que qualquer relação com a imagem decadente e delirante de Lazarus. Aos seus sete anos de idade, um terremoto causado por uma Cassandra que ainda não estava ciente de seus poderes arrasou completamente a morada da família, deixando-a como, até hoje, a única sobrevivente do desastre. A partir desse momento, a menina adotou a alcunha de "Seth" como uma forma de não se esquecer de nenhum deles, por mais dolorido que fosse. De lá, vagou pelo mundo sob a tutela de diversos colegas da família até que tivesse idade o suficiente para se cuidar.

Aos 16 anos, um silencioso chamado a guiou até o Japão, onde eventualmente conheceria Willis, Aster, Yui, Alice e Katherine, futuros Guardiões como ela e, também, seus mais valorosos amigos. Nessa época, começou a desenvolver seus poderes nas batalhas contra a Organização XI e a Lie, além do contato mais importante que teve: Riku. O zepheliano, por mais rejeição que tenha despertado em Seth, conseguiu roubar permanentemente seu coração. Um ano mais tarde, sendo convidada junto dos outros a frequentar a Escola de Magia de Ekalyon, período em que enfrentou os inimigos da Getsukai e as deusas Ártemis e Gaia que lhe garantiram o título de Deusa da Terra. O último inimigo dos Guardiões foi Near Ragnarok, que com sua queda também destruiu o antigo Mundo Mágico que conheciam. Foi escolhida pelos espíritos dos antigos Guardiões para se tornar a próxima Imperatriz dos Elementos, o que impede que sua filha ocupe seu posto e também a distanciou de sua família.

Nos dias atuais, aos seus 37 anos, exerce seu cargo de Imperatriz dos Elementos na Shinrakuen, o "ministério" da reconstruída Fantasy World. É a porta-voz do Salvador Alado, mago que ajudou na construção de Fantasy World, apesar de nunca aparecer diretamente a seus subordinados. Com a derrota da New Getsukai, ela "adotou" a ex-integrante do grupo Ailyres como sua protegida, cuidando da menina como se fosse uma membra de sua própria família.
Aparência: Normal || Baile || Inverno || Imperatriz || Animagus

http://scraphim.tumblr.com/

7 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Ter Out 13, 2015 10:21 pm

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Mariabelle Ashënnbert Vi Alstraim
Idade: 39 Anos
Poder: Tóxicos | A+

Origem: Ekalyon
Família: Ash La Blanck (Marido)[Morto], Clarisse Vi Alstraim (Filha), Hilde Vi Alstraim (Mãe), Kitty Yumina e Alone (Primos)
Trabalho: Ministra de Groundus

Personalidade:  Ao se olhar para Mariabelle, a primeira coisa que se percebe a altivez com a qual se porta, sempre no topo de seu salto alto e olhando o mundo como es estivesse um passo acima dele. Arrogância é um traço de sua personalidade, desenvolvida após anos sendo mimada e criada como que o nome Vi Alstraim lhe desse a liberdade de fazer quase tudo o que quisesse. Séria, não costuma sorrir, nem faz questão de ser agradável com pessoas que não consideras dignas de seu esforço. Embora seja educada e siga as regras de decoro, nunca deixa de adicionar toques de veneno em suas palavras e desdém em suas palavras, em especial quando se sente ameaçada ou irritada, podendo ser bastante hostil. Coloca grande valor em linhagens, dinheiro e poder, sendo essas características que considera vitais em uma pessoa; de nada adianta dinheiro se não se tem berço. É vingativa e não perde a oportunidade de retribuir uma ofensa.

História:
Spoiler:
Mariabelle não teve a melhor das infâncias, a começar por um simples fato: ela nunca chegou a conhecer seu pai. Seus pais estavam noivos quando Hilde se descobriu grávida aos dezessete anos, e a princípio a notícia de um herdeiro tão cedo deixou os dois extasiados de felicidade. Entretanto, não estava suposto a ser, e um acidente ceifou a vida de seu pai antes mesmo do casamento ou da filha nascer. A palavra "Bastarda" a assombra desde então, sendo isso o que sempre sentiu que falavam por suas costas nos salões de baile, já que não tinham coragem de falar na sua cara. Como um objetivo de convencer a si mesma que estava no mesmo status, ou até mais alta que seus contemporâneos, Mariabelle passou a assumir uma postura de superioridade e desdém para com os outros, usando e abusando do nome Vi Alstraim para firmar-se como uma membra digna e respeitável da sociedade. Os anos só fizeram sedimentar essa atitude e torná-la parte essencial de sua personalidade.

Estudou em Ekalyon e lá se formou com honras, tornando-se a vigilante de Umbra e favorecendo os alunos nobres e de sua equipe, dando-se particularmente bem com os irmãos Lynxclaw. Mariabelle foi um dos 12 signos raptados pela Getsukai, que retiraram seu poder de Vibrações. Depois de recuperada, ajudou na quarta guerra mágica. Quando Fantasy World foi destruída, decidiu seguir uma carreira na área de História da Magia e Equipamentos Mágicos, tornando-se uma renomada pesquisadora e arqueóloga. Foi nesse meio que conheceu Ash La Blanck, um bruxo de uma família nobre pequena, que simplesmente tirou seu chão. Algum tempo depois casaram-se e, para sua alegria, tiveram uma filha: Clarisse, que herdara os cabelos negros e olhos azuis do pai. Eram felizes, até então sem muita participação na política, porém, numa das escavações, houve um acidente e Ash estava entre as fatalidades. O sol da vida de Mariabelle estava apagado. A felicidade, leveza e até bondade que seu tempo com o marido colocou em seu coração desapareceu, retornando aos poucos à mulher fechada e arrogante que sempre fora, passando a exigir muito de sua única filha. Atualmente, ocupa o cargo de Ministra de Groundus, já que a mãe se encontra em Aurelis como uma embaixadora.
Aparência: Normal || Baile || Inverno

- - - ※ - - -

Nome: Aster Hytashii Heizo de Morcef
Idade: 37 Anos
Poder: Fogo, Ilusões e Força | S+
Origem: Inglesa
Família: Elyss (Filha), Matt Hytashii (Marido)[Morto], Aaron, Marie[Morta] (Irmãos), Riku, Misuki, Kiba, Karen (Cunhados) Aoshi, Cecille, Len, Rin, Edward, Keith, Minna [Morta] (Sobrinhos), Alyssa de Morcef (Mãe), Alicia de Morcef (Tia).
Trabalho: Professora de Educação Física

Personalidade: Aster certamente amadureceu de seus tempos de jovem, estando bem mais responsável e controlada. Entretanto, continua com seu espírito livre, gostando de levar uma vida tranquila e fazendo o que gosta, sem ter muito pressão em cima de si. É bastante sincera, tanto nos seus sentimentos quanto suas palavras, podendo até ser brusca, contudo, ela não faz isso de propósito, e possui as melhores intenções. Seu pavio não é dos mais longos, e apesar de ter aprendido a controlá-lo ao longo dos anos, está longe de ser um paradigma de paciência. Simpática e bastante amigável, não tem problema em se relacionar ou fazer amigos em qualquer lugar que chega. Cheia de energia, está sempre em movimento, fazendo alguma atividade, e ficar muito tempo sem fazer nada a deixa mais irritadiça, impaciente e reclamona do que o normal. Nobre e honrada, mataria e morreria por seus amigos e por sua família.
História:
Spoiler:
Tendo nascido com a marca de Marte, Aster estava marcada desde cedo para ser a guardiã do fogo. Teve uma infância complicada devido a péssima relação que possuía com o pai, que favorecia a irmã mais velha e claramente a favorita dele, Marie. A mãe, nunca a mais forte das pessoas, permanecia calada, fosse por medo, fosse pela hostilidade que o marido mostrava com ela, fato que a pequena Aster não conseguia perceber. Contudo, um dia essa situação foi longe demais e, furiosa, Aster acabou incendiando a casa, matando seu pai e deixando sua mãe em coma. Com o desaparecimento de Marie, passou a ser criada pela tia Alicia, uma dama da nobreza britânica. Quando completou 16 anos  mudou-se para Kyrin, tetando fugir das obrigações sociais que odiava na Inglaterra. Lá conheceu as pessoas que viriam a se tornar seus melhores amigos e também o amor de sua vida: Matt, um zepheliano. Lutou contra a Lie e após a batalha, sua tia ORDENOU que voltasse à Inglaterra.

Recebeu a carta de Ekalyon e foi estudar lá, não só para aprender magia, mas também para reencontrar seus amigos. Lutou na 4ª Guerra Mágica ao lado dos outros Waysaky. Participou do MF e do MFI, como sub-capitã dos DragonBreath e Capitã da equipe da Inglaterra ao lado de seus velhos amigos: Louise, Vincent e Alier. Seu Soul se chama Ifrit, o demônio do fogo; sua arma é o cinto de Taichi, que a permite falar com objetos. Lutou contra os Deuses, matando Hefesto e Apollo, o que a garantiu o título de Deusa do Fogo. Quando Ragnarok aconteceu, fugiu para Terra. Após 20 anos é casada com Matt e tem uma filha, Elyss. Graças a seu talento, foi convidada para ser professora de desporto em Ekalyon que aceitou. Após a morte do marido, percebe-se uma diminuição notável sua energia e, junto coma  filha, está tentando superar a perda.
Aparência:
 




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

8 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Sab Jan 23, 2016 7:47 pm

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Serah Waterfall Shiranui
Idade: 40 anos
Poder: Cura e Campos de Força | A+

Origem: Japonesa
Família: Klaus Waterfall (Filho), Ethan Shiranui (Marido), Willis e Suigetsu [morto] (Irmãos), Yui e Marie [morta] (Cunhadas), Minna [morta], Keith, Agito e Sora (Sobrinhos)
Trabalho: Enfermeira de Ekalyon

Personalidade: Calma e tranquila, Serah é uma mulher que, ao olhar de muitos, parece ter uma paciência infinita, sendo apenas assunto específicos capazes de tirá-la do sério. Focada, ela leva muito a sério seu trabalho e não aprecia qualquer gracejo que pense em menosprezar seu papel: ela já passou por uma guerra, e sabe muito bem a diferença que mais um ou dois curandeiros fazem em meio à batalha. Serah também mostra-se como uma mulher generosa e sensível, incapaz de recusar um pedido de ajuda de quem precise de suas habilidades. Contudo, também é uma profissional inteligente, e o tempo que passou servindo no exército a tornou cautelosa, apenas fazendo favores na medida certa, considerando que nunca subestima uma possível ameaça. Também tem um lado materno bem extremo, não medindo esforços para proteger o filho.
História:
Spoiler:
Na família, Serah foi a última a nascer, tornando-se a caçula da família, mas desde pequena foi sempre a que teve mais discernimento e prudência entre os três. Cuidadosa, sempre escondeu suas habilidades enquanto ainda no mundo humano, com medo do que poderia acontecer. No entanto, seus cuidados foram por água abaixo quando teve de interferir e salvar os irmãos e seus amigos de chamas mágicas que os ameaçavam, acabando quase afogada pela reação assustada dos garotos. Como um milagre, sobreviveu, e não teve escolha senão fugir para o mundo mágico para preservar a vida dos irmãos. Durante anos, ela foi refugiada pelo Ministério da Magia, onde eventualmente trabalhou como secretária. Foi assim que finalmente reencontrou o irmão, e ajudou ele e os outros guardiões em seu primeiro contato com Fantasy World. Mais tarde, em um confronto contra a antiga Getsukai, ela foi salva por Ethan, apaixonando-se pelo seu herói.
No ano seguinte, ela deixou seu emprego quando recebeu uma carta convidando-a para cursar na escola de Ekalyon, onde foi capaz de aprimorar suas habilidades e até atingir seu título Divino, fruto de seu desejo de proteger e salvar seus colegas. Durante a 3ª Guerra Mágica, Serah trabalhou auxiliando os feridos de batalha, fugindo para a Terra com a iminente destruição que seria causada por Ragnärok. Lá, ela finalmente pôde desfrutar de anos de tranquilidade e paz novamente, assim como fora na infância, e finalmente começou uma família própria junto de Ethan, tendo um filho, Klaus, que herdara seu poder de cura.
No último ano, Serah foi chefe da Divisão de Cura da extinta Shinrakuen, da qual participou estritamente pela oportunidade de auxiliar na reconstrução de Ekalyon e seu fortalecimento, não possuindo interesse de se manter dentro de uma força militar. Ao ver que a instituição já perdia seu objetivo, ela logo desvinculou-se dela e partiu para a escola de Ekalyon, onde atualmente trabalha como enfermeira dos alunos.
Aparência: Normal || Deusa

- - - ※ - - -

Nome: Deiryne Nimyra L'Achènfleur
Idade: 36 anos
Poder: Areia e Flores | A+
Origem: Tellius
Família: Krevan L'Achènfleur (Filho), Heimhin L'Achènfleur (Marido)
Trabalho: Embaixadora de Tellius

Personalidade: Mostrando-se como uma ávida jogadora política, Deiryne não parece ameaçadora para quem a observe à distância, mas é muito mais perigosa quando lidando-se pessoalmente. Delicada e precisa, usa de sua elegância feminina como arma e proteção para seus comentários e apontamentos que beiram a malícia, capaz de semear discórdias e desentendimentos na medida que beneficiem seu país de alguma maneira. Com uma veia nitidamente nacionalista, Deiryne exibe-se de maneira dualística: por um lado, em assuntos de matéria nacional, ela mantém um porte extremamente conservador, defendendo a manutenção das tradições e preceitos que há anos existem em seu país - fazendo-o prosperar, na sua opinião - e sua continuidade, desgostando de quaisquer propostas que possam causar mudanças profundas na maneira como sua sociedade funciona, no entanto, em discussões de outras matérias, Deiryne não se importa de adotar uma faceta descaradamente liberal, e mesmo de apontar todos os lados positivos das mudanças. De comportamento evidentemente passivo, não é do tipo de pessoa que se impõe, do contrário, ela preferirá usar da oportunidade para angariar aliados em decisões futuras. Assim, Deiryne estabelece-se como uma dama calculista e, como é descrita por alguns que já tiveram a "honra" de serem desprezados por ela, hipócrita, que age de maneira específica. Por outro lado, na medida que sua habilidade para alfinetar os outros foi se desenvolvendo, ela começou a perder o discernimento necessário para evitar esse comportamento com aqueles à sua volta, não sendo raros os casos de desconforto fruto de suas palavras. Também esta disposta a ser de utilidade para os outros, interessada em contribuir de forma significante, contanto que sua participação seja valorizada e apreciada pelos outros. Deiryne respeita a hierarquia na qual se insere, e espera que outros também o façam, estimando seu posicionamento em um cargo de alta autoridade.
História:
Spoiler:
Nascida como a única garota entre os restantes da família, Deiryne estava marcada para tornar-se a herdeira de sua casa. Na ausência de muitas figuras femininas na família, foi mandada para a corte de Aurelis onde seria treinada para tornar-se uma verdadeira dama. As consequências dessa decisão são visíveis até hoje na chefe do nome L'Achènfleur, adquirindo um gosto por boatos e informações sigilosas que a nobreza do reino de Aurelis esbanja. Voltando para casa quando atingiu a idade de se casar, Deiryne não teve problema em arranjar um marido que seguisse todos os padrões de seu país: subserviente, acolhedor e que lhe desse suporte em tudo que fizesse, garantindo que tivesse tudo... Menos um casamento frutífero.

Dando à luz a apenas um menino, Deiryne sabia muito bem que, nos dias atuais, tal acontecimento já não importava tanto quanto outrora, mas nunca conseguiu esconder completamente sua frustração para com o filho. Não menos, proveu-o com o que havia de melhor em Tellius, além de fazer com que uma educação tradicional prevalecesse em sua criação, para que tivesse a chance de encontrar uma esposa apropriada.

Profissionalmente, graças ao que adquiriu de sua estadia em Aurelis, Deiryne conseguiu ascender rapidamente até o posto de Embaixadora da Coroa, um símbolo da confiança dos monarcas de que ela era capaz de fazer com que os interesses de seu país fossem defendidos e, quem sabe, até prevalecessem sempre que possível. Disposta a não falhar em seu dever, ela dedica-se a garantir a prosperidade de Tellius.
Aparência: Normal || Baile || Inverno

http://scraphim.tumblr.com/

9 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Sab Jan 23, 2016 8:04 pm

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Rhaegar Gaerntheon
Idade: 39 Anos
Poder: Fogo, Metal e Explosões | S+
Kaishin: DragonKing

Origem: Ekalyon (Draconiano)
Família: Aenya (Esposa/Prima)[Morta], Daenerys e Aegon(Filhos), Rhaenys (Irmã)[Morta],  Lucerys e Namrhenys(Pais)[Mortos]
Trabalho: Ministro de Vulcanus

Personalidade:  É uma pessoa que não poupa esforços para conseguir o que quer, que no jogo pelo poder faz de tudo para vencer. Rhaegar é um homem inteligente e astuto, capaz de reverter uma situação desfavorável com apenas algumas palavras bem colocadas, sem precisar partir para a agressão- por vezes, gentileza e gratidão são melhores armas do que chantagem e intimidação. Não é desprovido de misericórdia, e irá oferecer aos que estão em seu caminho a  chance de saírem. Contudo essa será a única oportunidade, o único aviso - continue sendo um empecilho que Rahaegar demonstrará o quão inescrupuloso ele pode ser. Muito orgulhoso quanto a si mesmo e ao nome que carrega, não admite ver o nome dos Gaerntheon sendo usado com nada menos do que respeito. Não confia em ninguém, preferindo muitas vezes guardar tudo para si. Tem uma língua afiada e faz questão de fazer comentários provocantes sempre que é aberto uma brecha, aproveitando das fraquezas de seus adversários. Rhaegar não é a pessoa que gostaria de ser quando era mais novo, mas sim a pessoa que  tevese tornar assim para sobreviver as tragédias que acabaram com sua família, escondendo e trancando às sete chaves o garoto que perdeu os pais, a irmã e foi forçado a crescer muito cedo.
História:
Spoiler:
Além do oceano, onde hoje Yen'Darin, Hoirisen e as Cidades Mercantes reinam, dragões sobrevoavam os picos gelados e os rios de lava do norte. Num lugar inóspito para qualquer outra raça, onde fogo e gelo lutavam por soberania, o Grande Império de Aes'Daemgarth se ergueu e dominou boa parte do continente, reinado por aqueles com sangue de dragões. Um dia, ninguém sabe ao certo como, embora muitos especulem ter sido a ira dos deuses, Aes'Daemgarth foi consumido pela terra, pelo fogo e pelo gelo de onde sua grande capital se estendia, eliminando a família real... A não ser por um deles. Príncipe Maedhros Gaerntheon, quinto na linha de sucessão ao trono e Grande General do Império, estava afastado da capital com o regimento das Forças Especiais, quatro esquadrões aéreos e a parte da Marinha, apaziguando uma revolta numa ilha onde estava situada a maior mina de ouro da nação.

Maedhros poderia ter voltado, tentado reconstruir seu Império, resgatar a glória de seu passado. Contudo, ele decidiu tomar outro rumo: Aes'Daemgarth estava morta; os deuses a destruíram e pouparam a si para que pudesse encontrar um novo lar para si e para seu povo. Qual seria esse lar, para o príncipe estava bem claro: Blazy, atual Vulcanus, uma região do Reino de Ekalyon. Organizando suas tropas, por um ano juntou ouro e planejou sua invasão, eventualmente lançando-se à conquista da região. O rei tentou detê-los, mas a vantagem que possuía em terra tornava-se inútil frente aos dragões de Maedhros. De que adiantava mil homens, se com as baforadas metade morriam? Se, nos céus, o príncipe montava o próprio Dragão do Purgatório?

Contudo, Maedhros não tinha interesse em conquistar o Reino, nem de tornar Blazy independente. Se fizesse isso, seu povo viveria rodeado por inimigos, com medo. Então, quando percebeu que a guerra já estava ganha, que os monarcas atenderiam a qualquer pedido seu por medo, ofereceu ao Rei um tratado: os Gaerntheon tornariam-se parte da nobreza de Ekalyon, como ministros perpétuos de Vulcanus, e a família teria uma maior autoridade sobre sua região, embora inferior a da coroa. Para demonstrar sua bom vontade, Maedhros até tomou uma dama da nobreza de Ekalyon como esposa.

Séculos se passaram desde que o acordo foi firmado, os Gaerntheon tornaram-se parte importante da nobreza de Ekalyon, sendo adorados pelo povo de Vulcanus e muito respeitados por outros senhores, ainda que alguns guardem ressentimento. Contudo, em torno de vinte anos atrás, após um episódio num baile em que Lucerys Gaerntheon humilhou completamente Scorpius Hyperion, o homem, em retaliação, resolveu destruir a família. Uma série de documentos falsos foi produzida, incriminando Lucerys de crimes que jamais cometera, forçando as autoridades a prendê-lo e a ordenar sua execução, além da cassação do antigo acordo. Sua esposa, Namrhenys, tentou provar a inocência do marido, mas foi assassinada. Temendo ter o mesmo  fim, sua filha mais velha, Rhaenys,  fugiu junto de seu irmão e sua prima pequena para a Terra, onde se refugiou.

Eventualmente, Rhaenys uniu-se a Getsukai para conseguir as provas de que seu pai era inocente e limpar o nome de sua Casa, embora estivesse bastante doente e soubesse que o esforço provavelmente a mataria. Rhaegar implorou para que ela não o fizesse, que ela poderia morrer, mas nada adiantou: Rhaenys morreu ao entregar a prova da culpa de Scorpius aos Waysaky.

Arrasado, Rhaegar fugiu na destruição de Ekalyon país para a Terra, sua família, finalmente, limpa dos malditos pecados; entretanto, nada poderia curar a dor e o ódio no coração do garoto, o ressentimento que nasceu do fato dos Hyperion não terem sofrido mais do que deveriam pelo que fizeram - afinal, Scorpius estava morto, e Draco era só um menino inocente. Retornou a Fantasy World para o posto de Ministro de Vulcanus, tendo a nobreza o perdoado e seus antigos privilégios reconquistados. Quando seu filho mais velho, Aegon, engravidou uma menina e ela chantageou-os, ameaçando espalhar para todos sobre seu filho caso não recebesse um bom dinheiro, Rhaegar ficou enfurecido. Como uma menina qualquer ousava chantageá-lo? Ela só podia ter um desejo de morte. Rhaegar, então, mandou matar a menina e deserdou seu filho. Para evitar outra situação dessa, o Gaerntheon mais velho prendeu a filha mais nova, Daenerys, no alto da torre do castelo e a proibiu de sair. Rhaegar a mandou para Ekalyon contra sua vontade e por falta de opção, por ele ela ficaria em casa e só sairia quando possuísse um noivo.

Seu relacionamento com Aenya, antes bastante amoroso, tornou-se infernal quando Aegon foi expulso de casa, recheado de violentas brigas e um racha entre os dois que dificilmente poderia ser fechado- Rhaegar passara a odiá-la. Ou, pelo menos, era isso que achava, mas o assassinato dela nas mãos de Ophelia Rozencreux, provou o contrário, despertando em si uma fúria sem igual e só não matando a assassina pela intervenção de Zeno. A morte de Aenya fez com que fizesse as pazes com Aegon, e apesar de no começo não ter admitido os objetivos do filho de 'Se casar com uma rainha' (Algo que ele estava muito determinado a conseguir), aos poucos foi aceitando a ideia ao ver os pontos positivos dela. Atualmente vive com Dany e Aegon no Castelo Gaerntheon, tentando ser uma família normal.
Aparência: Normal || Baile || Inverno || Kaishin


- - - ※ - - -

Nome: Avril Gabrielle Angélique Williams Valmont
Idade: 21 Anos
Poder: Origamis e Explosões | S+

Origem: Ekalyon (Meio-Veela)
Família: Fleur Valmont [Morta](Mãe) e Marcus Williams (Pai), Denise Valmont [Morta](Tia)
Trabalho: Syfel

Personalidade: Para todos que a cercam, Avril faz o arquétipo da garota bonita, digna e reservada, com ares de arrogância, inalcançável para os pobres homens comuns que caem em seu encanto – e ela faz questão de reforçar isso. Tendo sangue Veela correndo em suas veias, seu glamour natural atraia a atenção de terceiros para si, podendo ser bastante inconveniente e até perigoso, tendo em vista que nem todos os atraídos possuem boas intenções. Entretanto, isso não signifique que ela não goste de ser admirada à distância; vaidosa, Avril adora esse seus status de “beleza intocável” não medindo esforços para abrilhantar sua já grande aparência com maquiagens, roupas e acessórios impecavelmente escolhidos de seu vasto closet. Essa abundância de vestimentas e objetos revela um lado bastante frívolo, um que gasta quantias absurdas numa loja para depois descartar tudo o que comprou como se não fosse nada demais. Rancorosa, é fica ofendida com os menores insultos, algo que, somado ao seu temperamento volátil, pode render palavras bastante cruéis. Embora tente manter a pose de fria e racional, Avril possui uma sensibilidade apurada, sendo facilmente tocada por filmes, comerciais e gestos – não que ela admita – e muitas vezes agindo por impulso, guiada pelas emoções. Não e difícil julgá-la como preguiçosa, incapaz de trabalhar duro e sujar suas imaculadas mãos, mas isso não passa de um julgamento feito antes de conhecê-la- uma completa mentira. Perfeccionista, Avril coloca seu melhor em tudo que faz, desde seu vestiário ao seu trabalho, não admitindo ser nada menos do que a melhor, sentimento que, quando não consegue alcançar suas altas expectativas, lhe causa imensa frustração. Ainda que não mostre paciência com a maioria das pessoas que convive, possui um jeito incrível com crianças e pessoas em situações difíceis, demonstrando muita gentileza, generosidade e uma paciência quase infinita. No fundo, Avril tem um coração gentil, contudo, por ter sido um coração gentil que levou à morte de sua mãe, ela evita mostrá-lo.
História:
Spoiler:
No passado distante, em tempos lembrados somente em lendas, Veelas eram geradas pelo Coração da Vida, um objeto sagrado da deusa Liandriys. Viviam em paz, em seu pequeno reino... Até que a Deusa de Prata invadiu suas terras, roubando do povo seu meio de reprodução e mantendo-o sempre sobre sua vista, na Eliynth das Mil Torres. Embora ainda tivessem esperança de um dia reaverem o Coração, quando o Império caiu e sua capital foi consumida pelo oceano, as Veela perceberam que jamais voltariam a ver seu mais sagrado objeto. Abençoadas com imortalidade, séculos milênios tentaram achar uma alternativa para o Coração roubado, mas nada adiantaram, e com o passar das eras seus números diminuíram, até só restar uma: Ellayra.

A mais antiga das Veela, antecedendo mesmo a majestade de Eliynth, Ellayra carregava dentro de si a culpa dos sobreviventes, o fardo de ser a última de sua espécie. Ajoelhando-se diante dos últimos dos santuários de Liandriys intocados após o Expurgo, ela orou à deusa por um milagre, e, para sua surpresa, suas preces foram ouvidas.  Ao abrir os olhos, sob o altar havia dois pequenos cristais, um maior que o outro, e dentro de cada um havia um pequeno embrião.  Os embriões foram crescendo, seu exterior tornando-se fosco, impedindo-a de ver dentro, até que, dois anos depois, o maior deles rachou, e dentro dele havia um bebê, uma veela pura. Ellayra chorou e agradeceu aos céus, agradeceu aos deuses pelo milagre. Oito anos depois, o segundo cristal finalmente rachou, colocando em seus braços outra criança.

Anos mais tarde, quando suas filhas já estavam crescidas, Ellayra finalmente entendeu que elas eram as esperanças do futuro das veela, que, talvez, algum dia elas poderiam reaver o que foi perdido. Com a sensação de dever cumprido, a veela deitou em uma cama de flores, fechou os olhos e seu deixou seu corpo se dissolver, em terra e em água, voltando a ser um com a Mãe Natureza. As irmãs tomaram para si os nomes de Fleur e Denise, e enquanto a mais nova decidira permanecer no mundo mágico, eventualmente tornando-se a Guardiã da Terra, a mais velha decidiu partir para terra, onde, ao longo dos séculos, guardou uma imensurável fortuna.

No entanto, Em tempos recentes, as irmãs se viram em lados opostos do conflito: Fleur juntara-se à Getsukai, enquanto Denise mantinha-se firmemente ao lado dos guardiões, e ambas pereceram na guerra travada entre as duas facções, ambas sacrificando-se pelo que consideravam importante. Porém, antes de morrer, Fleur dera a luz a uma criança, sua única filha em todos os seus séculos de vida: Avril.

Tendo herdado as fortunas da mãe e da tia, no âmbito monetário nada faltou para si, podendo ter e comprar o que bem quisesse. Contudo, quando se tratava do lado familiar e afetivo, Avril sempre sofreu pela falta de carinho e atenção de seu pai, que se tornara distante desde a morte da mãe, raramente falando sobre os outros Getsukais ou sobre Fleur. Sendo criada nesse ambiente, sem maiores informações, Avril passou a culpar os outros Getsukais e seu pai pela morte da mãe, pela solidão que a assombrava todos os dias. Se Marcus foi cego aos sentimentos de sua filha, Near Ragnarök, então possuindo Shisui, enxergou neles uma oportunidade. Alimentando o ressentimento e a amargura da jovem, ele conseguiu torná-la um de seus seguidores, prometendo-a justiça pelo que acontecera com a mãe.  Foi só quando Aegina Artwaltz convocou o espírito de Fleur dos mortos que a verdade ficou clara para Avril, junto a todos os erros, aos horrores que cometera acreditando serem para o bem maior. Ela continuou dentro da New Getsukai, como um informante.

Ao fim da guerra, Avril teve o mesmo destino dos seus companheiros, algo que aceitou com graça. Nada poderia ser feito para apagar o que fizera, a dor que causara, mas ela enxerga em seu trabalho como Syfel, protegendo o povo do mundo mágico de ameaças, como uma oportunidade de se redimir com todos os que decepcionou e, especialmente, a si mesma.
Aparência: Normal || Baile || Inverno



Última edição por Alaena em Sab Jan 23, 2016 8:50 pm, editado 1 vez(es)




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

10 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Sab Jan 23, 2016 8:25 pm

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Sistine Nightmare
Idade: 22 anos
Poder: Reflexo | S-

Origem: Ekalyon
Família: Zoë Nightmare (Irmã), Mercy (Sobrinha), Tyche, Abel e Zephyr [morto] (Parentes)
Trabalho: Vice-Diretora de Ekalyon

Personalidade: Criada da mesma forma que uma dama da nobreza seria, Sistine herdou de sua antiga vida os mesmos traços: é altiva, confiante, educada e, principalmente, ambiciosa. Uma mulher decidida, ela dificilmente muda de ideia quando tem um objetivo em mente, muito menos de opinião - a primeira impressão que tem de uma pessoa será aquela que a identificará por toda a vida, como defende. Calculista, Sistine usará dos meios que tiver para que alcance seu objetivo, independente de quem tenha de enfrentar. Também mostra-se como uma mulher rancorosa, incapaz de esquecer uma ofensa e, também, vingativa, procurando a melhor oportunidade para retrucar o que lhe tenham feito sofrer. No entanto, com a família, Sistine mostra um lado carinhoso e não limita o quanto de mimos irá concedê-los. Apesar de não mostrar-se inflexível, possui muito pouca paciência para que seja convencida de que sua decisão ou opinião esteja errada.
História:
Spoiler:
Na mesma medida que eram respeitados, os Nightmare também eram temidos por compartilharem de uma habilidade: poderem se infiltrar nos sonhos das pessoas e manipulá-los. Internamente, contudo, eram uma família unida e próspera, na qual compartilhavam o que tinham e viviam em relativa paz.
Sistine nasceu como uma criança esperada, e foi criada com os pequenos luxos com os quais a família podia arcar. Não demorou muito para que florescesse em uma jovem e bela dama, que logo encontrou um marido com quem se casar. Viviam felizes e, com o falecimento de seus pais e tios por uma doença que se alastrava na região, ela tomou para si a tarefa de criar a irmã mais nova, Zoë, e a sobrinha, Mercy, como se fossem suas próprias filhas.

No entanto, seus dias estavam contados, e essa antiga família encontrou seu fim pelas mãos de antigos ministros de Ekalyon, que viram em uma epidemia a desculpa perfeita para exterminar cada membro "ameaçador" que carregava esse nome. Sistine tentou evitar o destino que lhes recaía, suplicando por misericórdia, mas de nada adiantaram seus pedidos e, assim como outros membros da família, jurou vingança pelo banho de sangue que se seguiu.

Décadas mais tarde, a chance para a sua desejada vingança apareceu:  seus corpos foram reanimados, com o único objetivo de atacarem os Ministros e devolver tudo o que haviam sofrido. Contudo, Zephyr, o mais velho dentre os atuais membros, reconsiderou a proposta e convenceu a todos a desistir desse objetivo, pois não mudaria o passado e só reiniciaria uma cadeia de ódio e vingança. Para verdadeiramente ressuscitar a família, ele se sacrificou, e em honra ao seu ato os membros restantes decidiram seguir em frente. Sistine voltou a tomar para a si a tarefa de cuidar dos restantes membros da família, como uma forma de tirar de sua cabeça a ideia de vingança e seguir em frente.
Aparência: Normal || Baile || Inverno

- - - ※ - - -

Nome: Ashley Rowena Lamperouge Wynvernihs
Idade: 37 anos
Poder: Música e Voz | S

Origem: Ekalyon
Família: Shinichi Lamperouge (Marido), Charlotte (Filha), Dylan Wynvernihs (Irmão) [morto], Ryan Wynvernihs (Pai) [morto]
Trabalho: Ministra de Hydrogus

Personalidade: A primeira característica que destaca-se em Ashley é a sua arrogância, ao lado de uma vaidade estarrecedora que, se não a faz acreditar que é o centro das atenções, fará com que ela trabalhe para que o seja. Fria, não demonstra suas emoções com facilidade, crescendo em um lar que as encaravam como fraquezas e, para Ashley, defeitos não são tolerados, pois exibem-se como obstáculos para suas conquistas. Assim, ela não tem o hábito de se abrir com os outros, tendo dificuldade em admitir que precisa de ajuda com algo ou mesmo em expressar algo que a incomode - para isso, ela encontra duas saídas: ou tenta fazer as coisas ela mesma, por mais ineficiente que seus meios sejam, ou tentará eliminar o que a esteja importunando. Simples assim. Prática, Ashley, ainda que inteligente, opta sempre por soluções mais diretas e menos custosas a si mesma, mas também não é uma mulher que tenha qualquer problema em "colocar a mão na massa", intervindo pessoalmente em assuntos que a maioria dos nobres mandaria um servo qualquer representá-lo. Com isso, demonstra uma determinação que por pouco não chega a ser denominada de teimosia, não sossegando até que seus desejos ou objetivos estejam atendidos. A respeito da família, Ashley chega a ser paranóica quanto a proteção que quer garantir à eles, tendo plena consciência dos inimigos que a família tem e aqueles que adquiriu ao longo da vida, não medindo esforços para que nenhum mal aconteça àqueles com quem se importa - um marco na sua vida, a violenta morte de seu irmão, Dylan, mal permite que ela se separe de seus entes queridos, possuindo um pavor de perdê-los para sempre. Ashley é carismática, apesar dos apesares, não precisando de muitos esforços para deixar todos a seu favor, capaz de convencer os outros da decisão mais favorável à si - sejam com palavras, ou por ameaças.
História:
Spoiler:
Não só o nome Wynvernihs já iria marcá-la com características específicas, construídas ao longo de uma história rica em chantagens, sangue e manipulações, mas ter nascido como a filha de Ryan Wynvernihs, chefe de sua Casa, também. Nem todo esse início de vida mostrou ruim, no entanto, afinal sempre tivera a companhia de Dylan, seu irmão gêmeo. Inseparáveis, os jovens prometeram que se protegeriam do pai e de tudo que os ameaçasse, trabalhando para que um dia se vissem livres do tirano a quem tinham que obedecer.

Cruel, de forma que rivalizava com diversos autodenominados "vilões", Ryan Wynvernihs era um homem sem escrúpulos sedento por poder, que não se importava de sujar suas mãos para que atingisse o que desejasse. Descontente por uma súbita perda de influência da família no meio da nobreza, Ryan decidiu que partir para o ataque seria a maneira mais eficiente para restabelecer sua Casa, usando de todos os meios possíveis para ganhar mais poder: os filhos, em especial, pareciam a ferramente perfeita para garantir o avanço de seus planos. Ameaçados, com o peso de possíveis eventuais mortes de amigos e outros familiares, Ashley e Dylan não tiveram outra escolha senão seguir com o plano traçado pelo pai, manipulando outros alunos na escola em busca de relíquias que satisfizessem seus anseios de grandeza. Foi apenas com a interferência dos Guardiões que os irmãos puderam se ver livres das garras de Ryan, ajudando o Ministério a reunir provas da culpa do pai em assassinatos que ele cometera. Até então, tudo parecia bem e os irmãos poderiam continuar vivendo em paz.

No entanto, tais esperanças, para Ashley, foram por água abaixo quando seu irmão foi morto ao tentar salvar Yui, em um ataque feito pelo próprio Willis - no momento possuído pela Getsukai. Desolada pela perda, Ashley nunca se recuperou completamento do sofrimento que passou, relutando em estabelecer mais relações de afeto com outras pessoas e acabar perdendo elas. Ainda assim, ela lutou ao lado dos Guardiões na 3ª Guerra Mágica nas linhas de frente, com sua recém-desperta transformação Divina. Na destruição causada por Ragnärok, ela se refugiou com o Ministério, eventualmente se casando com Shinichi e criando uma família com ele.

Atualmente, Ashley seguiu o caminho da política, tornando-se ela mesma Ministra de uma das regiões do reino, Hydrogus, onde reside com a filha que teve com Shinichi, Charlotte Lamperouge Wynvernihs. Protetora, sempre teve receio do que poderia acontecer à filha, sabendo dos inimigos da família e da possibilidade que alguém a machucasse para afetá-la, preferiu manter a menina dentro de casa pelo tempo que pudesse e garantir sua segurança. Quando foi tempo de mandá-la para a escola, obrigou-a a se inscrever sob um nome falso para garantir que ninguém a reconhecesse como sua filha. Ashley não contava, no entanto, do envolvimento da filha com Demitri, filho da antiga Guardiã das Trevas, Katherine, e inicialmente foi completamente contra a relação entre os dois. Mas, sua opinião sobre o jovem foi modificando na medida que os eventos do último ano se desenrolaram, provando que ele não só estava disposto a proteger sua filha, como também era capaz de fazê-lo.
Aparência: Normal || Baile || Inverno || Deusa

http://scraphim.tumblr.com/

11 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Sab Jan 23, 2016 9:45 pm

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Cesare Lennox
Idade: 41 Anos
Poder: Água e Persuasão | S

Origem: Aurelis
Família: Irma (Esposa), Ashton e Phoebe (Filhos), Lorenzo (Irmão)[Morto]
Trabalho: Embaixador de Aurelis

Personalidade: Não se deixe enganar pela maneira relaxada, pelo sorriso fácil e aparente ingenuidade que ele deixa transparecer; Cesare está muito, mas muito longe de ser uma pessoa inocente ou ingênua. Sua atitude é a máscara que oculta um homem observador, extremamente calculista e inteligente, interessado só e apenas em seus objetivos particulares: o bem de sua família e de seu país, não importa quem tenha de ser sacrificado no processo - piedade é uma característica que só deve ser associada a si quando utilizada como uma arma, como um modo de conseguir um favor. Considera a verdade como algo sem graça, preferindo a doce arte das meias verdades, da omissão e das mentiras, possuindo um ar tão persuasivo, uma lábia tão apurada que pode fazer até os mais céticos acreditarem em si, não tendo a mínima vergonha de usar seu poder. Ganancioso, qualquer oportunidade de ganhar dinheiro chama sua atenção, até mesmo as ilícitas; contudo, Cesare é extremamente cauteloso, e esperto o suficiente para mascarar seus passos de modo que a culpa recaia sobre um bode expiatório, alguém que pouco ou nada tinha a ver com seus esquemas - não que ele se importe. Para ele, enquanto não for pego, não é um crime.
História:
Spoiler:
A princípio, Cesare era o segundo na linha de sucessão para o título de Lorde Lennox, mesmo sendo mais bonito e mais bem preparado para assumir o título. No entanto, nunca deu voz a suas opiniões, sendo bastante discretos quanto a elas - surpresa, como bem aprendeu é uma ótima vantagem. Quando seu irmão faleceu em um infeliz acidente de carruagem, sem causas identificadas, no enterro, Cesare pode jurar que viu algo parecido com orgulho quando a mãe olhava para si.

Sua escolha para esposa foi diferente do esperado para a nobreza, escolhendo sua prima em segundo grau, Irma. Contudo, se para os nobres foi uma decisão sem maiores benefícios, para Cesare fazia todo o sentido do mundo e não havia noiva melhor. Por que? Irma Lennox possuía habilidades não vistas em nenhum outro nobre, Irma Lennox sabia como roubar, arrombar portas e espionar como ninguém, além do poder que herdara de Controle e Emoções. Ela era a contra-parte perfeita para alguém tão política quanto Cesare, alguém que faria o trabalho sujo com alegria.

O casamento foi frutífero, gerando dois filhos: o mais velho e herdeiro, Ashton, que, para a decepção do pai, não saíra tão parecido consigo quando desejava, e a mais nova, Phoebe. Tedno demonstrado muito nova ter os talentos de ambos os pais, ela era a indiscutível favorita do pai, embora a si faltasse a ganância sem limites vista nele. Donos de uma imensa frota mercante, Cesare fora incumbido pela coroa de forjar acordos comerciais e alianças ao reino, tendo ainda, como todos os seus ancestrais, a autorização para atuar no mercado negro com os interesses da coroa - não que os traficantes e criminosos saibam disso, achando que os Lennox fazem isso por si próprios.

Tendo retornado de uma viagem diplomática ao novo governo de Yen'Darin, o Rei de Aurelis achou por bem mandar Cesare para ser o novo embaixador de Ekalyon.
Aparência: Normal || Baile || Inverno


- - - ※ - - -


Nome: Zoë Nightmare
Idade: 10 Anos
Poder: Astros e Saehrys | S

Origem: Ekalyon
Família: Sistine Nightmare (Irmã), Mercy (Sobrinha), Tyche, Abel e Zephyr [morto] (Parentes)


Personalidade: A morte e a ressurreição aparentam ter feito pouco efeito na personalidade de Zoë, que continua tão ativa quanto um dia foi. Normalmente com um sorriso estampado na face, ela é bastante animada, sempre disposta a participar de uma brincadeira e de uma travessura. Para o desespero de sua irmã, não são raras as vezes que retorna para casa suja de terra da cabeça aos pés. Contudo, as lições da irmã estão frescas em sua mente, sendo uma criança surpreendentemente educada e bem comportada na presença de estranhos, algo que somado à sua doçura e ingenuidade naturais a tornam adorável. Sensível, Zoë não gosta de gritos e brigas, ficando histérica quando presencia algo do tipo, irrompendo em lágrimas e soluços. Não é do tipo rebelde, que sai quebrando as regras, sendo as vezes em que sai da linha mais culpa das companhias do que de si mesma. Não é muito corajosa, preferindo esconder-se a lutar, mas, quando seus amigos e familiares estão em perigo, ela é a primeira a correr em sua defesa. Com o nível S e o poder astros, Zoë não tem muita noção do estrago que pode fazer, algo que vez ou outra causa problemas para si e para a irmã.
História:
Spoiler:
Na mesma medida que eram respeitados, os Nightmare também eram temidos por compartilharem de uma habilidade: poderem se infiltrar nos sonhos das pessoas e manipulá-los. Internamente, contudo, eram uma família unida e próspera, na qual compartilhavam o que tinham e viviam em relativa paz.

Diferente das irmãs, Zoë foi a filha que seus pais nunca esperaram ter, já estando eles mais velhos quando descobriram que seriam pais novamente. Contudo, seu status como inesperada não fez ser menos querida, ou mais amada que as outras irmãs, talvez tenha sido até o contrário. Eles a criaram com o melhor que podiam, e eram felizes juntos, com visitas frequentes dos famílias, dos quais a pequena Zoë sempre mostrou preferência pela irmã mais velha, Sistine, vendo-a com imensa admiração e respeito. Com a morte de seus pais graças à doença que alastrava pela região, sua irmã mais velha tornou-se sua guardiã legal, tomando a posição de figura materna em sua vida.

No entanto, seus dias estavam contados, e essa antiga família encontrou seu fim pelas mãos de antigos ministros de Ekalyon, que viram em uma epidemia a desculpa perfeita para exterminar cada membro "ameaçador" que carregava esse nome. Zoë, que nem tinha completado uma década de vida quando invadiram sua casa pouco se lembra de sua morte, talvez por ter sido algo traumático demais e sua mente tenha bloqueado as lembras.

Décadas mais tarde, a chance para a sua desejada vingança apareceu:  seus corpos foram reanimados, com o único objetivo de atacarem os Ministros e devolver tudo o que haviam sofrido. Contudo, Zephyr, o mais velho dentre os atuais membros, reconsiderou a proposta e convenceu a todos a desistir desse objetivo, pois não mudaria o passado e só reiniciaria uma cadeia de ódio e vingança. Para verdadeiramente ressuscitar a família, ele se sacrificou, e em honra ao seu ato os membros restantes decidiram seguir em frente. Zoë retirou-se da Escola de Ekalyon, preferindo recomeçar quando tivesse a idade certa. Mesmo após tantos anos, algumas noites ela ainda é assombrada pelos pesadelos da noite de sua morte, embora nunca claras o suficiente. Ela só lembra da dor, da tristeza- mas nunca da cena de fato.
Aparência: Normal




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

12 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Dom Jan 24, 2016 6:27 pm

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Soror Rainsworth
Idade: 40 anos
Poder: Metal e Armas de Fogo | S

Origem: Inglesa / Japonesa
Família: Katherine (Esposa), Demitri e Sophie (Filhos), Aegina (Cunhada), Lyzz e Axel (Sobrinhos); Juliet Rainsworth (Mãe) [morta], Ikki Jiguji (Pai) [morto]
Rank Militar: Paladin
Trabalho: Funções Militares

Personalidade: Qualquer um que não o conheça não verá nada mais do que um homem distante, calculista, soturno, frio e até mesmo cruel com aqueles que o obedecem, mas na verdade ele gosta de explorar ao máximo o potencial de todos mesmo que estes não entendam seus métodos. É raro que ele se abra para alguém, mesmo que seja para sua própria família. Acostumado a guardar e carregar todo o fardo para si, não gosta da piedade alheia por causa desse seu ‘orgulho’. Não é idiota para não aceitar ajuda quando está em uma situação difícil de resolver sozinho, mas na maioria das vezes prefere resolver um problema sem envolver outras pessoas. Extremamente protetor, não mede esforços para proteger seus amigos e principalmente sua família. Possessivo, um jeito rápido e fácil de entrar em sua lista negra é mexer com sua família. Não esquece com facilidade alguma ofensa ou provocação embora isso também se aplique a favores e ajuda. Diferente do que pode parecer ele não é do tipo que corre atrás de uma briga ou confusão, mas também não é daqueles que recusa se o desafiarem.
História:
Spoiler:
Assim como para muitas meninas da sua idade, Juliet Rainsworth sonhava em encontrar seu ‘príncipe de contos de fadas’. Ikki Jiguji não podia ter escolhido momento mais oportuno para aparecer, sua família já havia tido prestígio há muitos anos, mas agora apenas vivia dos seus antigos e ultrapassados títulos, logo, não podia perder a chance de encantar uma herdeira rica como Juliet. Apesar dos apelos de seus familiares, Juliet não pensou duas vezes antes de se jogar em uma relação com Ikki. O tempo passava e a moça só parecia mais encantada com seu par, o bastante para que mesmo uma gravidez prematura não fosse vista assim mas como um presente. A partir de então ficaram noivos e até aí tudo foi ‘perfeito’. Quando voltaram para a terra natal de Ikki a ‘pedido’ do mesmo foi ao mesmo tempo em que as coisas começaram a mudar. Meses depois nasceu a criança que fora fruto daquele casamento, Soror.
Spoiler:

Soror nunca gostou de estorinhas de boa-noite ou de finais felizes. A realidade não dava espaço a pequenos contos infantis, ilustres utopias ou fantasias.

Era um golpe violento, um cuspe ou uma ofensa. Algo que atravessa as suas defesas e atinge-o como um tiro guiado. Infalível e cruel.

Até aquele ponto de sua vida, com meros nove anos de vida, a realidade havia traçado um caminho sofrido. O fado a sua frente não passava de um fardo.

Filho de um japonês e de uma imigrante inglesa, os traços mais marcantes eram do seu lado materno. Um rosto pálido, com olhos azuis (suavemente esverdeados) e marcado pela austeridade. Os cabelos castanhos caíam como cascata de sua cabeça.

Amava parecer com a sua mãe. Oh, como ele adorava encarar o espelho e encontrar os detalhes que remontavam as suas origens europeias – compartilhadas com a sua pessoa favorita no mundo.

E como adorava não encontrar detalhes de seu pai.

Aquele homem cambaleante, odiável-com quem, infelizmente, compartilhava sangue.

Todas as noites, após chegar do bar – o senhor bamboleava pela casa e suas mãos sujas encontravam a face rósea da esposa. Não... roxa e marcada por cicatrizes.

Soror nunca entendeu porque aquele homem ousava tocar uma pessoa tão maravilhosa quanto a sua mãe ou ainda o porquê dela continuar com ele.

E ele temia. Oh, céus, como ele temia.

E chorava escondido, amaldiçoando toda a Criação por ter gerado uma escória como aquela. Era um menino descrente e triste e austero.

Contudo, ele tinha esperança.

Esperança de um dia fugir com a sua mãe, para longe daquele pesadelo. Esperança de um dia poder acreditar em um final feliz, em bondade e em fantasias.

Esperança de, enfim, ver mais uma vez o sorriso de sua mãe.

E foi com essa esperança que, aos sete anos, começou a desenvolver um poder. Esperava conseguir dominá-lo para fugir.

Uma pequena fagulha brilhou na escuridão do abismo.

Todos os dias, então, começou a treinar a dominação do metal. Sem um mentor, sem lições preparadas para seu aprendizado, ele só contava com o sonho de liberdade.

Ele ainda não havia terminado um desenvolvimento suficiente para o seu plano, quando todos os sonhos desmancharam como a efêmera nuvem.

Naquela fatídica tarde, enquanto treinava sentado no colo de sua mãe, o pai invadiu a sala.

Havia chegado cedo e estava sóbrio.

Quando viu o menino mexendo com uma massa de metal, ao mesmo tempo em que a esposa afagava os cabelos macios da criança.

Naquela hora, foi como algo se partisse na mente já-distorcida daquele chefe de família e saltou sobre a esposa.

Ikki Jiguji não aguentava o ciúme que possuía do filho.

Não suportava o fato de ele ter o poder que sempre cobiçou.

E, principalmente, era insuportável não ver nada seu no filho. Às vezes, duvidaria se o garoto foi fruto de seu casamento.

Soror caiu quando a sua mãe empurrou-o, tentando protegê-lo do detestável homem que foi a sua perdição e da visão da sua morte.

O que só piorou tudo, pois Soror virou-se imediatamente para vê-la suspirar na língua que só os dois sabiam naquele lar, inglês.

“Eu te amo, filho.”

Para uma criança de nove anos – aquilo foi a última gota antes de transbordar.

Com lágrimas a escorrer por seu rosto, puxou o pai pelos ombros para que este pudesse cair e, então, ficasse de barriga para cima.

O homem, acostumado com passividade, ficou chocado com a resposta.

Encarando o homem surpreso, pressionou violentamente as suas mãozinhas nas vias respiratórias do pai.

E deixou escorrer o metal líquido.

Ikki tentou se soltar, mas não se livrou do sufocamento – ou da morte iminente.

Conseguiu apenas balbuciar, entre uma tosse e outra: “Isso vai te perseguir pelo resto da vida, filho-da-puta bastardo”.

E morreu.

Soror não sentiu nada. Só o vazio.

Então, cansado, caminhou até o corpo de sua mãe – já esfriando – e se espremeu em seus braços.

“Estamos livres, mamãe. Teremos um final feliz”

E adormeceu.

Foi acordado algumas horas depois por agentes. Eles queriam saber o que aconteceu. E, sincero, assumiu os crimes.

Naquele momento, ouviu novamente as últimas palavras do pai.

E, quando foi finalmente tirado da cena horrenda, fez um juramento.

Quando tivesse o seu herdeiro, seria um pai que valesse a pena. Não repetiria os mesmos erros.

“Não serei perseguido.”

E quer saber de algo? Ele não foi.

-by Mandy/Amanda Dultra
Como a luz que ele tanto ansiava estava ali um homem de cabelos negros com o dedo indicador à frente da boca. Pedia silêncio. Soror manteve-se quieto e viu o homem sair porta afora, caminhando entre os corpos dos agentes. Olhou para os lados e viu-se sozinho, apenas escutando o som da viatura abandonada do lado de fora. Ele tinha que fazer uma escolha e, dessa vez, sabia que não podia escolher continuar impotente. Sentia a marca de Mercúrio arder sob as roupas. Os corpos faziam um barulho grotesco ao serem pisados, mas não importava mais. Estava livre.
Durante anos ele persistiu treinando, não só fisicamente mas também amadurecendo. Agora fazia parte do mundo real. Nunca vivia em um lugar só e, apesar de não ir cotidianamente à escola, era muito inteligente. Era uma tarde como qualquer outra e Soror tirava um cochilo em cima de um prédio quando ouviu passos aproximando-se e abriu os olhos, chocado. Era o mesmo homem de anos atrás e este sorria para ele novamente. Ouviu sua proposta -Kanon era seu nome- e pensou, suspirando ao encontrar uma resposta. Levantou-se e seguiu Kanon, havia aceitado entrar em sua organização. No início era só ele, Kanon e outra pessoa a quem ele não conhecia que já vivia ali há muito tempo.  Com o tempo ele acostumou-se ao lugar, o 10º piso era sua casa e os demônios que nasciam lá eram ótimos para descarregar a raiva. Ele, mais do que ninguém, sabia como lidar com demônios desde a infância, sabia o que eles mereciam. Foi lá que conheceu Katherine, a misteriosa moradora do 2º piso e a quem ele futuramente entregaria seu coração, oferecendo sua vida para protegê-la se necessário. Ele não está disposto a perder mais alguém importante, não está mesmo.
Quando a Organização XI ficou completa e entrou em atividade, ganhou seu modo fúria lutando contra Willis. Tempo depois ajudou os Waysaky na batalha contra Near, ferindo juntamente de Katherine um de seus olhos. Mais tarde ele foi estudar em Ekalyon e aceitou, sabendo que viria a reencontrar Katherine. Depois da invasão da escola ele salvou Willis e Ashley, escolhendo tal ato a se encontrar com Katherine e por isso ganhou sua transformação divina. Na 3ª Guerra Mágica ele ficou no grupo ofensivo, lutando contra os servos de Near. Depois da destruição de Fantasy World ele foi para a Terra junto de Katherine, quando se casaram. Quando voltou se tornou capitão da 6ª Divisão de Shinrakuen, possuindo um tom mais autoritário com seus subordinados. Teve com Katherine dois filhos, Sophie e Demitri.

No entanto, o último ano se mostrou agitado para Soror, considerando que, pela família, ele não pensou duas vezes antes de trair a Shinrakuen se isso significava salvar a filha, sendo encarcerado ao final. Não demorou muito para que toda a organização fossem desfeita pela descoberta de seu organizador, Zeno Rozencreux, e de seus planos que iam contra os interesses do próprio reino.
Livre, Soror voltou para a Terra com a esposa por um tempo, pouco, mas suficiente para que descobrissem que Katherine estava à espera de uma outra criança, notícia que o encheu de alegria. No início do ano, ele recbeu um convite para retornar à Fantasy World e aceitou, constituindo parte das novas forças militares de Ekalyon.
Aparência: Normal || Baile || Inverno || Deus

- - - ※ - - -

Nome: Megaera Aergyris Dinamy
Idade: ???
Poder: Velocidade e Ar | S

Origem: Grega
Família: Andrew Dinamy (Marido), Joshua Dinamy (Filho), Haris e Stravia Aergyris (Pais) [mortos], Nephele Aergyris (Prima) [morta].
Trabalho: Professora de Equipamentos Mágicos

Personalidade: Ninguém que olhe para Megaera faria qualquer menção à sua origem nobre ou antiga, e ela se orgulha muito por isso. Descontraída e relaxada, nunca se importou com todas as diferenciações que as pessoas usam entre elas, um questionamento infantil que apenas se sedimentou com os anos que viveu e tudo o que presenciou ao longo da história da Terra e do Mundo Mágico. Carismática, mostra-se como uma mulher extrovertida que lida com tudo com, aparente, demasiada admiração para alguém que já viu de tudo, mas para isso ela tem uma explicação: na atual época, mais do que antes, inovações nunca antes vistas surgem para auxiliar as pessoas. Inovadora e de mente aberta, Megaera mostra-se como uma mulher inteligente e, em parte, "filosófa", resquício de suas origens no berço do conhecimento clássico, proeminente a episódios em que encontra-se concentrada, analisando e refletindo sobre tudo e todos. No entanto, tais momentos são raros, pois a primeira Guardiã do Ar não gosta de manter-se quieta simplesmente dando origem à ideais: colocá-las em prática soa-lhe como uma tarefa muito mais interessante. Não acredita que qualquer ação seja irrelevante, desenvolvendo com o tempo um capacidade de observação assustadora, que fazem de seus conselhos certeiros - isto é, caso ela tenha paciência ou interesse de dá-los, afinal, também é uma mulher que acredita no desenvolvimento pessoa de um indivíduo: após ter passado tantos anos forçada a interferir na vida e nas escolhas dos outros, acreditando estar fazendo a coisa certa, Megaera teve uma boa percepção dos efeitos nocivos de seus atos. Orgulhosa e confiante, também usa dessas características como professora, preocupada em interessar e inspirar seus alunos. Como guerreira, Megaera mostra-se como uma verdadeira ameaça a qualquer inimigo, tendo há anos atingido a maestria no controle de seus poderes, além de usar suas outras habilidades para recolher informações preciosas contra aqueles que considere como ameaça, ou ameaças em potencial. Não se deixe enganar pelo jeito aparentemente descuidado com o qual ela vive, pois constitui  uma adversária formidável e uma inimiga que deve ser enfrentada com muita cautela.
História:
Spoiler:
Os antepassados dos Aergyris não são originados da Grécia antiga, fazendo com que esse nome possua raízes no que, atualmente, seria a região entre o Oriente Médio e a África, na península arábica. Devido à agitação da região pelo comércio, membros que eventualmente se tornariam ancestrais de Megaera foram parar no território helênico, estabelecendo-se por ali. Não demorou muito para que, pela visível abundância e riqueza que possuíam pelos seus negócios, fossem anexados à família real da polis em que se encontravam. É nesse cenário, centenas de anos antes de Cristo, que Megaera iria nascer.

"Nascer" não é a melhor palavra para se usar ao descrever como a jovem veio ao mundo, já que não lhe foi concedida a vida por meios tradicionais. Haris e Stravia eram estéreis e, com receio de deixarem a liderança de sua cidade para seus parente mais próximos, considerando as alianças que estes procuravam formar, decidiram contratar estudiosos e feiticeiros que pudessem encontrar uma maneira de resolver seu problema. A solução, depois de anos, veio: homúnculos, seres criados artificialmente, nesse caso, usando o sangue de seus 'progenitores'. Cheios de esperança, Haris e Stravia Aergyris realizaram o ritual necessário para a criação de seu herdeiro, saindo muito desgastados do processo, mas realizados pelo resultado que conseguiram: uma filha, saudável e à sua imagem. O nome que lhe deram foi Megaera, o primeiro homúnculo da Terra ou do próprio Mundo Mágico.

Ainda que fosse criada em meio ao luxo, é sensato dizer que a princesa nunca se acostumou com seu papel, exibindo em seu crescimento características semelhantes as que tem hoje: rebelde, aventureira e precipitada. Não eram raras as vezes em que Megaera era encontrada brincando em meio a outras crianças que nem sequer eram cidadãs da polis, e, até mesmo, entre os escravos de sua casa. As diferenciações que constituíam sua sociedade pouco lhe interessavam, estando muito mais focada em explorar onde vivia do que qualquer outra coisa - e, para essas e outras artimanhas, qualquer companheiro era bem vindo, fosse quem fosse. Foi mesmo na infância que a jovem Megaera sentiu uma queimadura no braço que durou por vários dias; um incômodo que, ainda pequeno, não era minimizado por nada: água, gelo, magia. Nada funcionava. Na manhã do 4º dia, ela acordou para vislumbrar, na mesma área que antes parecia haver uma sensação ardente, agora havia outra coisa: um símbolo finamente esculpido, que pôde rapidamente identificar como a Terra, lembrando-se de suas aulas básicas. Como iria aprender eventualmente, aquele símbolo significava que fora escolhida para ser uma dos Guardiões dos Elementos, e o seu seria o Ar. Um árduo caminho apresentava-se à sua frente e, atendendo ao chamado que o destino lhe propusera, Megaera seguiu sua função como Guardiã, apesar dos protestos de seus pais e do que deveria deixar para trás - sua casa, sua família, e todos aqueles que um dia seriam seu povo. A grande lição que aprendeu naquele dia foi que sair do lugar que chamou de lá não era a tarefa mais difícil, mas sim escolher o que levar consigo. De coração apertado, fugiu pela noite, sem rumo ou sem ajuda, em uma jornada que se estenderia por anos, cheia de encontros e desencontros que a levaram até o Mundo Mágico, onde pôde encontrar Celian, Hygnos e Nasrin, os outros escolhidos pelo cosmos a se tornarem Guardiões. Juntos, embarcaram em aventuras com o intuito de auxiliar aqueles que necessitassem, fosse no próprio Mundo Mágico ou mesmo na Terra. Ao fim de uma jornada, Megaera decidiu voltar para casa, preocupada com os agouros com os quais se depararam: destruição e morte seguiriam, e a força deles seria mais necessária do que nunca; haviam-se passados anos desde que partira, e sabia que devia ao menos algumas explicações aos seus pais. No entanto, o que encontrou quando retornou foi... Nada. Simplesmente, nada. Ruínas de sua cidade, queimada até o chão, com apenas ossos dos que um dia foram seus cidadãos. Em seu antigo lar, a tumba de seus pais selada, mortos antes mesmo da catástrofe que assolara aquele lugar e, no salão principal, ainda era capaz de reconhecer o corpo desfigurado de sua prima, Nephele, e de seu marido, supondo que haviam herdado o posto com o falecimento dos antigos monarcas. Não precisou esperar muito para descobrir quem havia causado tamanha tragédia, recebendo a visita do monstro que desolara sua casa ali mesmo: Angra Mainyu, que sorria triunfante diante da Guardiã. Megaera tentou combatê-lo, mas não teve chances, forçada a recuar e a se reunir com seus companheiros. Uma imensa guerra se aproximava, e percebia que nem a Terra seria poupada das consequências que tal conflito traria.

A Primeira Guerra Mágica irrompeu no próprio Mundo Mágico, com exércitos opostos guerreando entre si: um deles destacava-se como o Exército de Angra Mainyu, composto pelos seus servos do Submundo e outras raças mágicas que aliaram-se a si, enquanto seus adversários eram formados pelas resistência aos ideias do deus maligno, reunidos pelos Guardiões e por uma líder em especial, Orpheu, um humano com poder suficiente para rivalizar com os imortais. Megaera tem poucas lembranças da luta em si, preferindo não relembrar tal época ou mesmo comentar sobre ela, pois perdera valorosos aliados naquele banho de sangue. Por fim, no próprio Submundo, os líderes de ambas as partes travaram um duelo épico que determinou o resultado da Guerra: ferido, Orpheu foi capaz de selar Angra Mainyu nas profundezas do Tártaro de maneira temporária, acabando preso ali também como preço a ser pago por realizar tamanha magia. Os Guardiões restantes tentaram, mas foram incapazes de libertar seu líder, apenas jurando impedir que algo ameaçasse seus esforços e sacrifícios.

Os anos passaram e, na medida em que envelheciam, os Guardiões perceberam que precisavam garantir um guia para as futuras gerações que viriam depois de si para continuar o que haviam simplesmente começado: defender o mundo. Para sua surpresa, foi decidido que a própria Megaera deveria cumprir esta tarefa, incumbida de ajudar os próximos que vierem os substituir. Tentou negar, mas a decisão de seus colegas parecia absoluta, e teve de acatar com ela. Após algum tempo, transferiram suas energias para ela, fazendo com que entrasse em um estado de semi-imortalidade, capaz de viver por muito mais tempo além de qualquer humano normal e mesmo seres mágicos. Assim, Megaera permaneceu viva por centenas de anos, assistindo Guardiões surgirem, cumprirem suas tarefas e depois desapareceram, toda vez que a Terra ou o Mundo Mágico se visse ameaçada por forças além de si. Cumpriu seu dever, até hoje atuando como guia, instrutora e, quiçá, treinadora daqueles que a substituíam através dos anos, apenas interferindo em momentos críticos.

Na época presente, Megaera fez de sua participação um evento muito mais constante do que em qualquer outro tempo, visto que a ameaça de que o selo que mantinha Angra Mainyu preso estava maior e mais perigosa do que nunca. Near, uma anomalia disforme de pura energia nefasta, havia aparecido na Terra e procurava uma entidade forte o suficiente para se unir e dar forma à Ragnärok. Da maneira que pôde, Megaera tentou acabar com os planos da Getsukai, mas seus esforços mostraram-se insuficientes, ainda que tivesse conseguido salvar diversas vidas do no processo: como era uma só, havia limites para o que podia fazer, e os guardiões, com sua força agora tão fragmentada, menos ainda. Com horror, ela viu uma 3ª Guerra Mágica ser desencadeada, liderada pelo próprio Ragnärok. Lutando nas linhas de frente, ela logo entendeu que não tinham como triunfar sobre tamanho poder, mas teve uma ideia: forçar a própria auto-destruição dele, concentrando-a em Ekalyon, refugiando todos em outros reinos ou na Terra. Sem escolhas, seu plano teve de ser seguido para que o conflite tivesse fim, e assim foi.

A geração atual, no entanto, não revelou-se tão ruim quanto seus eventos proeminentes podem deixar passar: foi apenas nela que Megaera pôde, enfim, encontrar alguém com quem decidira compartilhar sua vida e formar uma família, após tantos anos de existência em que se recolhera na solidão. Andrew Dinamy foi capaz de um feito que, há séculos, ninguém mais havia feito - salvar sua vida em meio a uma luta, colocando juízo na cabeça dela por forçá-la a recuar em meio à desvantagem em que se encontrava. A partir daí, a relação dos dois foi se desenvolvendo, entre discussões e desentendimento estúpidos, mas que a faziam se lembrar de uma época mais feliz de sua vida. Refugiada na Terra, Megaera decidira formar uma família com Andrew e, finalmente, se estabelecer em algum lugar novamente, tendo um filho com ele: Joshua. Tendo tomado sua decisão, ela vai se desfazendo dos seus poderes aos poucos, já não necessitando permanecer viva por muito mais tempo, mas, com a oportunidade que lhe apareceu, decidiu que podia garantir orientação para os mais jovens que começavam a nascer, como uma pequena continuidade de seu antigo dever.

Aparência: Normal

http://scraphim.tumblr.com/

13 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Seg Jan 25, 2016 10:37 pm

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Hermyar van Emhryën
Idade: 43 Anos
Poder: Gravidade e Magnetismo | S+

Origem: Ekalyon
Família: Meira Ascanith (Esposa)[Morta], Lyceris (Filha), Rhiraclya (Irmã)
Rank Militar: Royal Guard
Trabalho: Funções Militares / Conselheiro do Rei

Personalidade: Ele é, antes de ser qualquer outra coisa, um soldado, ainda que um ocupante da alta hierarquia militar: extremamente disciplinado e respeitador das autoridades, leal ao seu país não importando sua opinião particular sobre um assunto. Austero, Hermyar podia ser pode bem confundido com um habitante de Ralion por sua seriedade, sendo raras as vezes em que demonstra alguma emoção. Bastante pragmático, não gosta de perder tempo com protocolos, favorecendo ações rápidas e que acabem com o problema de forma eficiente, ainda que algumas pessoas tenham de ser sacrificadas para tal; ele é da mentalidade que, na maioria dos casos, o bem da maioria ultrapassa o da minoria e que não se pode salvar a todos. Dono de uma mente racional, forjada para estar em seu melhor em situações de estresse, é um brilhante estrategista, tendo planos acima de planos, além de saber como improvisar quando algo dá errado. Possui altas expectativas, não quanto à perfeição de uma tarefa, mas quanto ao empenho colocado nela. Por detrás exterior metálico, no entanto, esconde-se um homem assombrado pela culpa, disposto a qualquer coisa para acabar com o monstro que considera criação sua. Uma simples menção à Rhiraclya  é capaz de perturbá-lo, causando explosões de raiva e frustração nãos vistas em nenhuma outra ocasião.  
História:
Spoiler:
O nome van Emhryën não tem origens em qualquer uma dos reinos atuais de Ekalyon, possuindo raízes muito mais antigas: ele data da antiga Vareins, o reino destruído em uma guerra sem precedentes. Contudo, antes da dinastia dos Von Ingersleben chegar ao poder, os Vi Geschichte reinavam em concordância com os outros reinos, formando alianças que garantissem, acima de tudo, estabilidade interna - algo que os novos governantes jamais se importaram em manter, como as reformas que impuseram demonstram. Compondo parte da alta nobreza mágica em Vareins, os van Emhryën não viram outra escolha senão jurar lealdade aos novos monarcas no momento posterior ao golpe, temendo que o mesmo destino que recaiu sobre os seus antigos lordes lhes fosse concedido.
Gerações mais tarde, com o irromper da guerra que, eventualmente, findaria o reino, reconhecendo a posição desvantajosa do exército em relação aos seus inimigos, famílias da antiga nobreza viram na morte em batalha de Deryek Von Ingersleben  a oportunidade para tentar um acordo de paz, considerando que a próxima herdeira, a ainda jovem Aylesis, se recusaria a dar continuidade ao conflito. Hyensël van Emhryën, junto de sua esposa e filhos, partiram para Ekalyon para secretamente negociar a derrota e a entrega de oficiais e ministros que estimulavam a guerra, esperando que a antiga ligação com os Vi Geschichte, parentes distantes do atual monarca por meio de um casamento arranjado, pudesse facilitar a aproximação, mas nada saiu como planejado. Aylesis, agora rainha, não apenas deu continuidade à guerra, como também virou o conflito a seu favor. Os van Emhryën  foram feitos de reféns, colocados sob a "guarda" da casa de Wynvernihs e, com o fim da guerra e a desolação de Vareins, acabaram sendo poupados - contanto que ficassem à serviço da família, e assim o fizeram, afinal, já não havia para onde voltar, ou qualquer honra que ostentar, tudo havia se perdido.
Presos ao acordo pelas leis mágicas, os van Emhryën tinham pouca - senão, nenhuma - liberdade quanto à decisões internas da família, com dezenas de membros mandados para o exército através de gerações para servir e proteger Ekalyon na vanguarda, "como uma forma de pagar pelo que o reino sofreu", justificavam seus novos lordes. Humilhados, com seus títulos e posses reduzidas a nada, ainda sendo forçados a lidar com filhos e mais filhos voltando mortos para os familiares, após dezenas de anos a família foi perdoada pela coroa, mas jamais perderam a mágoa pelo que sofreram pelos Wynvernihs .
Nascido nessa família, Hermyar tinha certeza que um dia seguiria o caminho de seus familiares e entraria no exército, algo que seus pais, ambos militares, apoiavam. Durante alguns anos, ele viveu como o filho único, amado e bem cuidado, dando orgulho aos seus pais graças a sua inteligência e habilidade, a promessa que era. Esses anos alimentaram seu orgulho, acostumou-o a ser o melhor, então, quando Rhiraclya se juntou a família revelou-se um prodígio maior do que Hermyar jamais fora, seu coração encheu-se de inveja. Já não era o favorito, já não era a estrela dos olhos do exército, era apenas o irmão de Rhiraclya. E o que mais o enfurecia? Que mesmo ela tendo roubado tudo para si, ele ainda a amava; na mesma medida que queria vê-la derrotada, quebrada, que rezava para isso acontecesse, ele queria ver seu sorriso doce e rir de quando ela lhe contava história de grandes batalhas e heróis com uma alegria contagiante.
Foi no exército que conheceu sua cara metade, embora ela não fosse uma guerreira. Meira Ascanith era uma das enfermeiras responsável pela sua divisão, uma que não falhava em repreendê-lo pelos riscos desnecessários, por treinar além do que seu corpo permitia. No começo a achou irritante, mas, ao perceber que a preocupação dela era genuína, Hermyar foi abaixando seus escudos, deixando-a ver emoções e uma parte do seu coração que ninguém jamais havia visto. Eventualmente se casaram, e ainda no primeiro ano tiveram uma filha, Lyceris, para a alegria de ambos. Entretanto, não estava suposto a durar. Um dia, uma falha na segurança permitiu a fuga de um perigoso prisioneiro que, por vingança, matou todos os presentes na zona – Meira inclusa. Não era nem seu posto, mas por uma boa ação, por ter decidido cobrir o horário de uma amiga que tivera uma emergência, ela perdeu sua vida.
A morte da esposa afetou Hermyar como nada antes. Cheio de desgosto, afogou-se no trabalho, e tamanho era seu foco, sua concentração naquilo para esquecer a morte de Meira, que subiu entre os ranks e postos e tornou-se um General.  Aflita com a atitude do irmão, como ele mal chegava em casa, mal olhava para Lyceris, Rhiraclya tentou trazê-lo e volta, mas a reação dele em resposta foi tão violenta, tão brutal, que ela preferiu não pressionar mais. Tomou as rédeas da criação da sobrinha, fazendo o possível para criar uma boa imagem dele aos olhos da menina. Ela achava que, com o tempo, tudo se acertaria.
Estava enganada. Nada se acertou. Na verdade, toda a vida que levavam, aquela rotina confortável a qual haviam se acostumado iria ruir quando Rhiraclya foi convocada para a guerra, mas o que presenciou... o que presenciou simplesmente quebrou com sua mente: viu a crueldade de seus próprios companheiros, estuprando e matando os inimigos subjugados, viu o sofrimento dos inocentes pegos entre os disparos. Após o conflito, seguiu-se uma violentíssima depressão e uma acentuada queda na sanidade, tendo que ser trancafiada num hospital psiquiátrico. Hermyar assistiu à queda da irmã com horror – e se culpou. Por quanto tempo desejara que algo assim acontecesse? Por quanto tempo rezara aos deuses para destruírem Rhiraclya? Então, se o seu maior desejo se concretizara, porque se sentia tão culpado, tão desolado?
Sua irmã mudara. Foi-se o sorriso alegre, a visão romântica das batalhas, qualquer fé no governo, porém, o que viria a acontecer... Nem ele poderia prever. Rhiraclya escapou do hospital e desapareceu do mapa, não deixando rastro algum. Alguns meses depois, começaram a surgir rumores de uma nova organização terrorista, liderada por uma desertora. Hermyar sabia quem era e jurou a si mesmo que, não importa o que acontecesse, pararia a irmã – viva ou morta. Contudo, a queda de Rhiraclya trouxe-o de volta a realidade, fazendo-o perceber o quanto não conhecia a própria filha, e, desde então, ele tenta recuperar o tempo perdido, à sua maneira.
Aparência: Normal

- - - ※ - - -

Nome: Kitty Ashënnbert Vi Alstraim
Idade: 38 Anos
Poder: Ilusões e Energia Cinética | S

Origem: Ekalyon
Família:  Frabela e Heimdall (Pais), Yumina e Alone (Irmãos), Hilde (Tia), Mariabelle (Prima)
Rank Militar: Paladin
Trabalho: Syfel

Personalidade:Kitty é uma pessoa que amadureceu muito ao longo dos anos, estando mais séria e responsável, mas nem isso mudou sua personalidade rebelde, que não gosta de regras e com uma veia sádica latente. Ela sorriria inocentemente enquanto dança ballet em meio a uma chuva de sangue, como se não houvesse nada de errado; observaria as pessoas sofrendo e se divertiria como se estivesse num circo; também possuí certo amor por coisas no macabras que só ela não acha assustadoras. Alguns médicos dizem que ela tem um sério distúrbio de personalidade, coisa que ignora, embora, de fato, possua uma visível falta de empatia. Pode ser tanto fofa e adorável quanto cruel e assustadora, por isso que muitos dos prisioneiros preferem uma sentença de morte à uma sessão de torturas com ela. É uma pessoa complicada de ser entender no geral, tendo um forte instinto protetor, querendo sempre proteger quem ela ama. Às vezes age com a infantilidade e a imprudência de uma criança, porque apesar de ter amadurecido, uma parte de sua mente está fixa na ideia de ter a infância que nunca teve. É uma mulher impaciente, detesta esperar e apesar de não ser completamente calma, não é sendo a completa descontrolada que muitos pensam que é, e apesar de por vezes não parecer, é bastante inteligente. No fim, Kitty não é completamente sã, ela tem seus problemas mentais, embora não sejam tão graves quanto os de Yumina.
História:
Spoiler:
Ireth Lindgël sempre fora uma vila esquecida pelo tempo. Situada numa floresta distante das fronteiras com a civilização, assemelhava-se muito com uma cidade da Europa Medieval. Frabela um dia a achou numa missão de reconhecimento e apaixonou-se pelo atual líder da vila, Heimdall, mandando um dos mensageiros enviar sua decisão de ficar ali para o Grão-Duque de Vi Alstraim, seu pai. Tiveram três filhos: Yumina, Alone e a mais nova, cujo nome ela mesma se recusa a dizer, sendo conhecida apenas por Kitty. No começo, todos adoravam a caçula, mas os quatro anos que se seguiram foram negros, as colheitas se tornaram quase nulas, a peste matou a população. Sua cultura os levou a culpar a última criança a nascer naquele local: Kitty. A condenaram à morte, colocaram-lhe uma venda e a trancafiaram num cômodo, sem comida ou bebida, sofrendo constantes abusos físicos e psicológicos. Frabela ficou desesperada para salvar a filha, pediu auxílio ao pai e Yumina resolveu ajudá-la e na calada da noite, soltaram a mais nova e tentaram fugir, mas deu tudo errado. Naquela noite, Kitty viu seu avô ser morto pela Lynxclaw, sua mãe foi julgada e estava nas mãos de Alone decidir se a mãe e Kitty morreriam, ele disse sim. Kitty viu com os próprios olhos a mãe ser enterrada viva, depois foi vendada de novo, e jogada nas masmorras para depois ser morta. Yumina, louca de fúria, trancafiou todos na igreja da vila na hora da missa e queimou aquelas pessoas vivas, Alone escapou. A irmã tentou alcançar Kitty, mas à essa altura do campeonato ela já tinha sido resgatada por uma misteriosa figura de capa negra. Entrou na Organização XI, decidindo esquecer a linhagem nobre, o próprio nome. Lá conheceu Ryotsu, que veio a se tornar o amor de sua vida, embora o relacionamento deles no começo fosse um tanto complicado, saiu de lá quando preferiu defender quem amava à auxiliar Kanon, ajudando os Waysaky na batalha final contra Near. Veio estudar em Ekalyon à pedido da sua recém encontrada tia, e apesar de Hilde dizer que ela deveria no futuro receber o título de duquesa, ela negou e deu-o para Mariabelle, já que Alone foi deserdado. Participou no torneio dos Deuses, onde ganhou seu título de Deusa das Ilusões ao preferir desistir à lutar contra alguém indefeso, embora quisesse a flor mais que tudo para reviver a mãe. Ajudou na 4ª Guerra Mágica como mensageira e desde sempre quis trabalhar na parte de torturas, depois da destruição de Fantasy World foi para a Terra, quando voltou se tornou capitã da sétima divisão tendo um relacionalmente extremamente divertido com Atsuya.

Com a queda de Shinrakuen, mantem-se em Fantasy World, assumindo uma posição no Ministério como uma Syfel... Para o total nervosismo de seus companheiros.
Aparência: Normal




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

14 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Seg Jan 25, 2016 11:22 pm

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Hector Hytashii
Idade: 42 anos
Poder: Cópia | A

Origem: Zepheliano
Família: Len e Rin (Filhos), Yuna Branthèse (Esposa) [morta], Matt [morto], Riku e Misuki (Irmãos), Aster, Seth e Utaka [morto] (Cunhados), Kanon e Saori (Sogros) [mortos]
Trabalho: Conselheiro do Rei

Personalidade: Reservado, Hector nunca aspirou ser o tipo popular, sempre satisfeito apenas por ser capaz de auxiliar os outros a atingirem seus objetivos. Também é muito modesto, o que, auxiliado a sua baixa auto-estima, faz dele uma pessoa verdadeiramente introvertida, que não sabe como reagir a qualquer elogio - provavelmente achará que é apenas educação da parte da pessoa, e tentará não prestar muita atenção nisso. De natureza nobre, Hector está disposto a proteger os outros e, até, a dar sua vida para fazê-lo, e não poupará esforços para manter seus entes queridos seguros. Ele é sensível, levando em consideração o estado daqueles à sua volta, e irá esforçar-se para manter uma pessoa confortável enquanto conversa com ele, independente do título que carrega. Responsável, ele tem foco em cumprir com seus deveres, capaz de adotar uma atitude séria e concentrada - afinal, pela posição que tem, sabe que muitas pessoas estão à mercê das consequências de suas escolhas. Nunca se considerou um grande lutador, preferindo evitar conflitos e tentar resolver desavenças por meio de conversas - revelando um lado idealista, preferindo acreditar que sempre há uma saída pacífica.
História:
Spoiler:
Criado a partir do cristal de Zephel, Hector tinha como seu papel o dever de proteger o cristal, permitindo que ele, dentre todos os outros postos, tivesse melhor compreensão da natureza de sua raça, fazendo com que fosse um dos primeiros a questionar a ordem em que viviam: a tirania do antigo Imperador nunca o agradara, mas, pelo bem dos irmãos mais novos, esperou até que pudesse agir. Foi durante uma missão na Terra que a oportunidade apareceu, traindo sua terra natal e refugiando-se na cidade. Nesse período, teve, por acaso, a chance de conhecer Yuna, que havia acabado de ver o assassinato de Leo, por quem estava apaixonada. Como a única pessoa ao seu lado no momento, Hector não viu nada de 'especial' no fato de ter se oferecido como um ombro amigo naquela hora tão angustiante, mas Yuna viu algo mais naquela singela atitude, ou melhor, sentiu algo ali. Não demorou muito tempo para que a relação dos dois se desenvolvesse em um envolvimento amoroso, culminando em um pedido de noivado feito pelo próprio Hector, depois de um bom tempo tentando vencer a timidez. No ano seguinte, ele foi estudar em Ekalyon depois de saber que Yuna também iria, acompanhando-a sempre que podia, sempre se perguntando o que ela, nada menos do que a princesa herdeira, poderia ter visto nele.

Com o irromper da 3ª Guerra Mágica, Hector preocupou-se em refugiar a noiva fora do reino, apesar das queixas da mesma sobre a necessidade de sua participação, retrucando que não podia correr o risco de perdê-la novamente. No conflito, ele agiu como mensageiro entre as tropas que batalhavam, recolhendo também feridos para que fossem levados até um local seguro e que recebesse tratamento médico. Ao final da batalha e a destruição de Ekalyon, ele foi para junto de Yuna e esperou pelo fim, mas acabou abismado ao ver que o plano que tinham funcionou: a devastação foi restrita ao reino, mas estavam vivos, e era isso o que importava. Dias depois, ele e Yuna se casaram, e tão logo partiram para começar a reconstrução de seu lar.

Junto de Yuna, tiveram dois filhos, os gêmeos Len e Rin, os quais ele teve a maior alegria de criar - sabendo que a política não era seu lugar, Hector tomou como seu dever o ensino dos filhos, percebendo o quão mais difícil a tarefa era. Ele deu tudo de si, esperando ser capaz de que os príncipes crescessem como nobres responsáveis e conscientes de seu papel e responsabilidades futuras. Teve sucesso, em parte: pelo menos um deles cresceria para ser o que esperava, enquanto o outro... Ainda precisava aprender mais.
No entanto, os eventos do último ano o desolaram completamente - o fim da Shinrakuen, que ao ser fundada parecia ser tão promissora, e, especialmente, a morte da esposa. Mais do que ninguém, Hector sente a falta que Yuna faz, mas, como rei e como pai, ele teve de se manter firme, especialmente sabendo pelo que os filhos tiveram que passar. Meses depois, ele abdicou do cargo de rei, após ter certeza de que a ordem havia sido restabelecida, preferindo manter-se como um conselheiro do filho ao lado de Hecate, esperando torná-lo um líder nobre e digno.
Aparência: Normal || Baile || Inverno

- - - ※ - - -

Nome: Ailyres Aelia Regeschrim
Idade: 18 anos
Poder: Clarividência e Phótons | S+

Origem: Vareins
Família: Desconhecida.
Trabalho: Assistente da Imperatriz dos Elementos

Personalidade: Meiga, Ailyres, ou simplesmente Aily, mostra-se como uma jovem cuidadosa, simpática e até inocente, tendo pouca percepção dos efeitos que seus poderes tem - afinal, ela é nível S+. Também é determinada, mas com um toque de infantilidade que facilmente faz dessa característica transgredir para o lado da teimosia, recusando-se a  tirar da cabeça uma ideia quando já se decidiu por ela. "Fazer as coisas em seu próprio ritmo" não torna-se simplesmente uma desculpa para preguiça em seu caso, mas sim uma explicação do processo em si: não exibe-se como das pessoas mais brilhantes ou geniais, levando certo tempo até entender completamente algo que lhe seja explicado - ou, no caso, demandado -, e geralmente realizando-o de uma maneira... Não tão convencional, como poderíamos descrever. O dano causado por ter convivido por tanto tempo com duas mentes dentro de si está se esvaindo aos poucos, mas ainda possui alguns resquícios visíveis, e seu jeito desligado ou absurda distração é um deles. Carismática, é mais fácil acabar se apegando à Ailyres do que manter uma inimizade com a mesma - especialmente pelo fato de que ela mesma dificilmente reconhecerá qualquer hostilidade contra si, seja por ignorância, seja por simplesmente não gostar desse sentimento -, sendo uma pessoa fácil e agradável de se conversar. Pacifista, ela, quase ironicamente, repudia conflitos, desde discussões até verdadeiras batalhas, precisando ser persuadida a tomar qualquer ação que possa magoar outra pessoa.
História:
Spoiler:
De um passado, no mínimo, complicado, o primeiro fato que se destaca na história de Ailyres é que, oficialmente, ela não existe. Sua história parecia ter acabado antes mesmo de ter começado, pois era um bebê albino, natimorto, quando lhe fora dada a luz, nas ruínas de um reino consumido pelos seus próprios erros. Talvez por mera força do destino, um espírito antigo que existia ali, apiedado do que acabara de assistir, decidiu habitar o corpo da criança, garantindo-lhe vida. Nesse momento, os cabelos da criança ficaram vermelhos, seus olhos dourados, assumindo a aparência do espírito que havia concedido-lhe vida: ninguém menos do que a última monarca de Vareins, Aylesis Von Ingerlesben. No entanto, ter duas mentes habitando o mesmo corpo não é estável, podendo facilmente levar ao colapso do corpo, e, sabendo disso, Aylesis decidiu selar sua existência dentro da criança, para que tivesse a chance de viver.

O grande problema é que o selo foi enfraquecendo com os anos, levando a menina, eventualmente nomeada Ailyres, a ter constantes crises de amnésia pelo danos mentais que sofria. Aos poucos, ia adotando partes da personalidade da outra mente que habitava seu corpo, como o porte altivo e nobre, ou sua determinação... E mesmo sua frustração, que aos poucos eram substituídos por um desejo de vingança - por tudo que havia perdido, por tudo que havia sido incapaz de proteger. Aylesis, aos poucos em que ia tomando controle do corpo, sedimentava mais e mais a ideia de reconstruir sua casa sobre as ruínas de seus inimigos, mesmo que a necessidade de usar o corpo de uma pessoa inocente para atingir seus objetivos não lhe agradasse. Por fim, ela foi encontrada por Near, que a incentivou a entrar em sua organização e prometeu realizar seu propósito - mentiras. Quando percebeu que estava sendo simplesmente usada, Aylesis fez um último esforço e possui completamente o corpo de Ailyres, engajando em uma luta contra seu antigo líder para garantir que tanto ela quanto Byakuran pudessem fugir dele. Após o conflito, exausta, ela finalmente desistiu da existência que tinha e decidiu partir, seguindo para o outro lado conduzida por Gwenhlyfar.

Após esses eventos, Seth decidiu que acolheria Ailyres para criá-la, visto que ministros e outras figuras influentes foram contra a ideia de permitir que ela frequentasse Ekalyon - para eles, admitirem a permanência de dois ex-integrantes da organização já era o limite do que consentiriam. Assim, ela atualmente atua, oficialmente, como Assistente da Imperatriz dos Elementos, que a treina regularmente para que compreenda a extensão de seus poderes e controle-os melhor, como também para mantê-la sob vigia.
Aparência: Normal || Baile || Inverno



Última edição por Elyss em Seg Fev 01, 2016 3:41 am, editado 1 vez(es)

http://scraphim.tumblr.com/

15 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Ter Jan 26, 2016 6:42 pm

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Byakuran Fattore
Idade: 22 Anos
Poder: Propagação e Desintegração | AS

Origem: Aurelis
Família: Allegra Fattore (Mãe), Teren Valenciano (Pai)
Trabalho: Syfel

Personalidade: Encantador e fácil de conversar com, Byakuran leva as coisas despreocupadamente, quase relaxado e, há quem diga, preguiçoso. Na maioria dos dias apresenta-se como alguém amável e espirituoso, dono de um humor levemente sarcástico que faz seus amigos mais próximos cair na gargalhada, sendo que com isso revela-se um observador nato. No entanto, convivendo com essa natureza amigável, esconde-se um lado cruel e impiedoso, marcado pelo que presenciou enquanto jovem é de fugir quando não está nos seus melhores dias, revelando-se em sorrisos falsos, palavras banhadas em um doce veneno e um brilho quase diabólico em seus olhos. Em alguns momentos pode parecer distraído, desligado, como se estivesse no mundo das nuvens, sem prestar atenção ao seu redor – não caia nessa ilusão. Isso é um ato, consciente ou não, e nesse estado sua atenção é tão quanto ou ainda mais afiada do que normalmente. Juntando sua inteligência e sua capacidade de observação a uma intuição aguçada, Byakuran é excelente em ler as pessoas, em descobrir o que estão escondendo, o que estão pensando – até nos pequenos gestos ele consegue enxergar algo, podendo deduzir seus segredos mais ocultos, podendo ser extremamente assustador.  Muito determinado, se quiser fazer algo, ele será feito, e não possui um freio para até onde está disposto a ir, os horrores que está disposto a cometer, precisando que alguém o segure. Não é particularmente altruísta, vendo sempre o ângulo de como uma situação pode favorecê-lo pessoalmente, embora não seja tão egoísta ao ponto de que não mostrara compaixão, nem que não ajudaram alguém que realmente precise. No geral, enxerga a vida muito como se fosse um jogo, um que ele está determinado a ou ser vencedor ou morrer tentando. Seu passado instalou em si uma desconfiança natural quanto aos outros, sendo difícil para si confiar, sendo pouquíssimos seus amigos, e ainda menos aqueles com quem realmente se importa: na verdade, nessa categoria, atualmente só se encontra Ailyres. Desde que a conheceu, Byakuran está aos poucos mudando, deixando alguns de seus muros caírem, tentando confiar mais e para de agir como se a vida fosse um grande tabuleiro de xadrez. É Aily, e apenas ela, que o faz querer cumprir sua pena ao invés de fugir dela, para que um dia possam ter um futuro sem preocupações e sem pessoas a vigiá-los a todo instante.
História:
Spoiler:
Com uma religião que data desde os primórdios do Reino, Aurelis venera uma entidade que chamam apenas de a Grande Deusa, divida em quatro aspectos: a Donzela, com flores em seus cabelos, pilhas de ouro aos seus pés e uma cesta cheia de frutos e vegetais, representado a fertilidade, a abundância e a prosperidade;  a Rainha, que com um orbe na mão direita, uma espada na mão esquerda e uma coroa de louros na cabeça simboliza a justiça, a lei, a ordem e o direito divino dos reis; a Anciã, com sua mortalha de almas, e os fios da vida em suas mãos, suas roupas marcadas por suas incessantes lágrimas, é a face que simboliza a morte, a efemeridade da vida, o inevitável; e, enfim, a  Mãe, grávida, com pérolas em seus cabelos e as ondas do mar em seus pés, aquela que representa o mar, a quem todos rezam por piedade, proteção e misericórdia. Apesar das diferenças entre suas faces, algo se mantém constante: a máscara que utiliza para esconder sua face – a beleza de Grande Deusa não é para olhos mortais.

Das várias ordens e grupos que compõe o Clero, um se destaca: as Amas da Donzela, mulheres, a maioria de famílias nobres, entregues à Igreja ainda quando bebês para levarem uma vida de reclusa, de oração e de devoção, suas faces sempre ocultas pelo véu e pela máscara. Allegra foi uma dessas jovens, entregue por seus pais quando tinha poucos meses. Criada num monastério no interior, tudo o que conhecia estava restrito ao que podia encontrar dentro das paredes de pedra, e sua expectativa de vida era continuar ali, crescer em envelhecer como uma leal Ama da Donzela, pura em espírito e intocada em carne. Contudo, quanto mais crescia, mais bela ficava, e atraí o olhar da Superiora.  Naquele tempo, Allegra não tinha noção da verdade sobre sua religião, de como alguns poucos abusavam do sistema para o seu bel-prazer; foi só quando sua Superiora lhe alertou sobre sua transferência para Elthios que a jovem ficaria cara a cara com a verdade. Na capital, no Grande Templo Branco, Allegra, com sua beleza, logo capturou a atenção do Hierofante, Teren Valenciano. Acordada no meio da noite, banhada, perfumada e vestida contra sua vontade, eles a levaram aos aposentos do líder, onde o seu pesadelo começou.

Desde a então, o sistema em que vivia ficou claro. As amas eram usadas por suas superioras para conseguirem favores e influência, uma moeda de troca barata. Como a nova favorita do Hierofante, Allegra ganhou aposentos enormes, roupas e joias, mas ela não queria nada daquilo, só voltar para a vida simples e sem preocupações que outrora tivera. Cada dia era um tormento, e em seu desespero ela tornara para a única certeza que possuía: sua fé. Rezava por um milagre, e, um dia, sua deusa a respondeu – ou, pelo menos, assim ela achou. Allegra teve uma inspiração divina, uma ideia que poderia libertá-la... e ao mesmo tempo condená-la. Então, durante a grande cerimônia mensal atendida pela família real, ela escapou de seu lugar no coral e interrompeu a missa, tirando sua máscara e seu véu expondo-se diante de todos. Acabara de cometer o maior pecado para uma Ama, algo que automaticamente a tornaria uma renegada do clero, mas, diante da nobreza inteira, Teren nada poderia fazer para impedir sua punição. A Guarda a levou a praça pública, onde diante de toda a cidade, marcaram sua face com ferro em brasa, o símbolo de sua traição, e a expulsaram da cidade. Para manter sua reputação incólume, Teren não a seguiu.
Allegra estava para sempre marcada, mas livre, e em liberdade, longe de Elthios e de Teren, poderia criar o bebê que esperava. Alguns meses depois deu a luz a um menino, um garoto de cabelos brancos e olhos violeta. Byakuran, como foi chamado, cresceu cercado de amor e desprezo. Amor, pois a mãe não o tratava com nada mais nada menos do que isso, e desprezo, pois como filho de uma marcada, era tão maldito como ela. Apesar de Allegra continuar com sua fé inabalável, Byakuran não dividia a mesma adoração pela Grande Deusa – afinal, se era tão bela e tão bondosa, como poderia infligir tamanhas dores a eles, que nada fizeram para merecer? A única coisa que sentia por ela era rancor. Ele também não compreendia como a mãe poderia estar sempre sorrindo, mesmo quando seus olhos apenas revelavam tristeza e miséria. Era algum segredo, alguma magia? Não sabia, nem tinha certeza se gostaria de saber.

Viveu nesse estado de amor e ódio durante muito tempo, até os seus dezessete anos, para ser exato. Foi com essa idade que eles vieram, enviados de Teren que finalmente haviam localizado Allegra e tinham ordens de executá-la – nenhuma testemunha poderia haver do que ele fizera. Tendo saído no dia para ir à feira, Byakuran só chegou a tempo de ver sua mãe ferida no chão, implorando por piedade. Cheio de fúria, matou os homens e correu em socorro de Allegra, que chorava. Com suas últimas forças, ela tocou-lhe o rosto, pediu desculpas por tudo que o havia feito passar e pediu para que sempre continuasse a sorrir.

Não há palavras para descrever a dor que Byakuran sentiu, a desolação ao ver Allegra morta em seu braços. Entretanto, passada a tristeza, só restara a raiva e a sede por vingança – Teren Valenciano pagaria pelo que fizera à sua mãe. Com isso em mente, dirigiu-se a Elthios e esperou, esperou a Grande Cerimônia e, como sua mãe fizera antes dele, interrompera-a. Todos os olhavam, incrédulos: quem era aquele garoto tão parecido com o Hierofante? Dirigindo-se ao celebrante como ”Pai”, Byakuran tirou do bolso uma faca e a multiplicou em várias, atingindo e matando todos os guardas presentes, para logo depois matar o próprio pai, apenas pedindo desculpas à mãe por sujar de sangue o local que considerava sagrado. Não resistiu quando mais guardas o prenderam e levaram-no para as masmorras, apenas recebeu-os com um sorriso.
Quando preso, alguém apareceu diante de si: Shisui, possuído por Near Ragnarök, oferecia destruir toda aquela fé corrupta que causara a morte de Allegra... Se ele o ajudasse. Não recusou, aliás, porque recusaria? Era um objetivo nobre, um que salvaria tantas outras vítimas do silêncio que eram forçadas a permanecer em silêncio. Contudo, suas motivações começariam a mudar quando, na New Getsukai, encontrou Ailyres, alguém a quem se afeiçoou e que entrou em seu coração de modo que nem ele mesmo sabe como explicar. Quando ambos foram encurralados por Near, lutou com Ailyres para se libertarem, e com sucesso conseguiram escapar. Graças à deserção e ajuda na batalha final, ambos tiveram suas penas reduzidas, ela se tornando Assistente da Imperatriz dos Elementos e ele um Syfel.
Aparência: Normal || Baile || Inverno

- - - ※ - - -

Nome: Gavin Lorsan Harway
Idade: 54 Anos
Poder: Energia Nuclear e Fogo | A+

Origem: Ralion
Família: Ireyne Lutgrief (Esposa), Erin, Rheltia e Myrielle (Filhas)
Trabalho: Embaixador de Ralion

Personalidade: Vindo de umas famílias mais tradicionais de Ralion, Gavin é um homem bastante conservador quanto aos costumes e tradições de seu reino, mantendo a vista que, na medida do possível, eles devem ser respeitados e reforçados. Composto e controlado, não é de seu feitio partir para agressão verbal, sabendo manter a calma, a voz suave e a racionalidade mesmo nos mais inflamados argumentos, para a raiva de seus oponentes. Dono de uma educação primorosa, jamais é descortês, pelo menos, não com coisas que considera dignas de seu tempo, pois, se achar que diante de si está algo que poderia ser resolvido sem sua interferência, logo ganha ares de irritação, beirando ao desdém. Embora não seja o tipo que ostenta sua riqueza, pelo modo com se porta, bastante altivo e aristocrático, fica evidente que é alguém bastante importante. Prefere não criar laços profundos com pessoas relacionadas ao seu trabalho, acreditando que esses vínculos possam nublar seu julgamento, e por é tido por muitos como um homem reservado. Não vai a todos os eventos sociais que é convidado para porque ele simplesmente não precisa; não é ele que precisa angariar suporte, não é ele que precisa de influência – nome Harway, em Ralion, fala por si só. Contudo, só porque não atende a esses convites, não quer dizer que ele não seja um político habilidoso, capaz de mudar uma situação ao seu favor com algumas palavras: muitos devem aos Harway, e assim como a família é conhecida por cumprir suas promessas, é por cobrar suas dívidas. Ele não é desonesto, e caso tenha dado sua palavra sobre algo, ele irá cumprir, mesmo a contra gosto.

História:
Spoiler:
Nascido como o único filho da linhagem principal dos Harway, como o herdeiro de uma das mais importantes famílias do Mundo Mágico Gavin estava destinado a uma vida de privilégio, abundância e fortuna – mas não de liberdade. Poderia fazer tudo o que quisesse, dentro dos limites pré-estabelecidos, dentro da vida que seus pais delinearam para si desde que nasceram. Ao invés de reclamar e de se rebelar, ele decidiu que o melhor rumo a se seguir era adaptar-se ao sistema, a tirar proveito da situação sem necessariamente lutar contra ela. Aos dezoito anos casou-se Ireyne Lutgrief, uma união arranjada por seus pais, mas que Gavin estava determinado a fazer dar certo, afinal, não desejava para si um casamento frio e sem amor como o de alguns amigos de seus pais. Teve sucesso em seu plano, o que era dever foi aos poucos transformando-se em afeto e amor, trazendo grande alegria para ambos. Contudo, se foi um casamento próspero no âmbito político, que alavancou o nome dos Lutgrief e fortaleceu os Harway, é também o que muitos chamariam de completo fracasso, pois Gavin e a esposa não tiveram um filho varão como era o esperado, mas sim três filhas: Erin, Rheltia e Myrielle. Apesar de tradicional, Gavin não via muitos problemas com uma herdeira mulher, sua própria avó fora uma delas e mesmo após sua morte era extremamente respeitada; não, seu problema, sua frustração, era como suas garotas eram, cada uma com um defeito fatal. A mais nova, Myrielle, possuía um retardo mental, sendo incapaz realizar tarefas complexas e precisando de ajuda para fazer até coisas básicas como comer; a do meio, Rheltia, poderia ter sido perfeita, como a austera dama de modos impecáveis e maneiras comedidas, mas possuía um corpo doente, frágil, e uma probabilidade baixa de vir a ter filhos; e, por fim, havia Erin, sua primogênita, a mais bela, saudável, e poderosa dentre as três - mas também a mais rebelde e voluntariosa, a que ele jamais conseguiria dobrar à sua vontade.

Desde criança, Erin sempre preferiu calças à vestidos, espadas à livros; inúmeros foram os tutores contratados para tentar transformá-la na dama que ele desejava, mas cada tentativa foi mais infrutífera que a outra, sendo que até os mais duros dos métodos não pareciam surtir efeito. As atitudes de Erin causavam revoltavam Gavin, como ela poderia ser tão irresponsável?  Como poderia não enxergar que era o futuro da família, a melhor esperança? Era revoltante, e só em sua casa, nas brigas com a filha, era que ele deixava toda sua ira aflorar. Quando Erin decidiu perseguir a carreira militar e informou a si, foi como se recebesse uma punhalada nas costas. De novo, como ela poderia colocar o futuro da família em tamanho risco? Não era o fato de ela ser uma mulher, de ser completamente contra a tradição, mas o fato de Erin estar fugindo de seu dever que o incomodava. Furioso, disse à filha que não moveria um dedo para ajudá-la ou tornar seu caminho mais fácil, ela estava sujeita à própria sorte. Tempos depois, viria a se arrepender disso, mas, sempre orgulhoso e leal às suas promessas, não mudou a decisão que tomara. Embora não vá admitir nunca, ver sua mais velha quebrando barreiras, subindo mesmo quando o mundo estava contra ela, tornando-se a melhor Syfel de Fantasy World e recebendo o rank de Lorde do próprio rei o encheu de orgulho, algo que só demonstrou ao parabenizá-la- contra sua vontade.

Como um dos servos mais leais aos Reis, Lyon pediu-o pessoalmente para tornar-se o embaixador de Ralion em Ekalyon, função que jurou exercer com o máximo de seu empenho e habilidades.

Aparência: Normal || Baile || Inverno




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

16 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Ter Jan 26, 2016 11:45 pm

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Geraint Russell Alterèsia
Idade: 38 anos
Poder: Invisibilidade e Minerais | A+

Origem: Ekalyon
Família: Georg Alterèsia (Irmão), Anslie e Asgeir (Sobrinhos), Marian La'Einvrosch (Cunhada)
Rank Militar: Chevalier
Trabalho: Ministro de Wyndus

Personalidade: De expressão séria, os anos em que passou na Terra, aliado aos últimos anos em Ekalyon, endureceram Geraint, que antes de ser inscrito não passava de um jovem idealista - características que, em algum lugar no fundo de si, ainda existem, mas soterradas sob camadas forjadas pela intensidade da realidade. Responsável e organizado, o homem em que se tornou - ou quem tivera de se tornar - surpreende qualquer um que o conhecesse quando criança, como um jovem aventureiro e destemido. Com um jeito mais reservado, Geraint prefere rejeitar qualquer tipo de evento social desnecessário, mantendo um ar recluso que o incomoda pouco, mais preocupado em como, por suas próprias ações, seria capaz de contribuir para a sociedade.  Em sua vida, ele passou a evitar contato social pela imprevisibilidade da natureza das pessoas, sabendo muito bem de como não tem lá muito jeito para lidar com situações de estresse ou pressão, e tende a concentrar-se em cenários mais sistemáticos e lógicos, aqueles sujeitos a indicar como ele deveria proceder.
História:
Spoiler:
Os Alterèsia ostentam com orgulho sua ascensão na hierarquia da nobreza, uma prova de que seu trabalho duro lhes trouxe resultados gloriosos, até mesmo sobre outras famílias que meramente viviam de glórias há muito esquecidas. Desde então, sempre procuraram seguir essa lógica: trabalho duro traz grandes resultados, nunca se acomodem; sendo uma das mais ativas e participantes famílias do reino. Entre suas propriedades estão algumas cooperativas de comércio interno e investimentos na área de pesquisas, de forma que lhes traga benefícios futuros com suas descobertas.

Se por um lado a situação da família parecia próspera com a vida que Georg, o filho mais velho e herdeiro da Casa, por outro lado tínhamos a tensa situação entre a chefe da família e seu filho mais novo, Geraint, que por teimosia ou pura determinação insistia em agir de maneira oposta ao organizado e passivo irmão. Mais novo, Geraint aspirava crescer para tornar-se um Explorador Mágico, tendo permissão para ir à Terra com um grupo de outros estudantes tão entusiasmados como ele, mas esse não era o futuro que sua mãe havia delineado para ele. Aspirando que o filho tomasse o rumo da política, como um Embaixador ou Conselheiro, temia o fascínio do filho pelo mundo além das fronteiras de Fantasy World e as ameaças que o esperavam ali, esforçando-se para manter o filho, no mínimo, o mais longe daquele lugar - e qualquer carreira burocrática daria conta do recado. Vivendo aos gritos com a mãe, um dia Geraint simplesmente se levantou e saiu de casa, desertando do serviço militar em que estava inscrito, sem dar qualquer tipo de explicação. Sua mãe nunca rompeu a relação com o filho, afinal apenas queria que ele entendesse que tudo o que fizera sempre teve seu bem em mente, passando meses olhando pela janela, reclusa, simplesmente esperando seu retorno.

Ela nunca chegou a ver esse dia, pois passados alguns anos, mesmo acabando com o costume esperar pelo filho, começara a definhar. Havia criado um desgosto pela vida, evitando qualquer contato com as outras pessoas. Não demorou muito tempo para que morresse, fazendo com que todas as suas posses fossem passadas para a administração de Georg.

Nesse tempo, desinformado do comportamento e do destino da mãe, Geraint foi para a Terra, escondendo seus poderes e disfarçado de um mero viajante - ou "turista", como o chamavam. Lá, ele teve a chance de conhecer a cultura e o estilo de vida daqueles que viviam sem magia - apesar de contestar isso, achando seus apetrechos dignos de serem descritos como fantásticos - vivenciando seu melhor e pior. Foi só após 10 anos que ele finalmente retornaria para sua casa, recebendo com pesar a notícia do falecimento da mãe - afinal, ela havia partido sem que ele nunca pudesse ter se desculpado pelas brigas, ou mesmo homenageado-a em uma despedida. Procurou reingressar no serviço militar, mas sem sucesso, apenas conseguindo manter o rank que havia alcançado.

Não foi muito tempo depois de seu retorno que a fatídica viagem de Georg iria acontecer, culminando no desaparecimento de seu irmão mais velho. Se a relação com a cunhada, Marian, nunca fora das melhores pela falta de interação, a situação agora estava pior do que nunca: a mãe de seus sobrinhos acusava-o de ter planejado o acidente, para que ele pudesse herdar tudo da família sozinho, já que não havia ficado com nada. Independente do que tentasse dizer, nada conseguia acalmar Marian, consumida por uma paranoia que só afetava negativamente a família. Geraint participou das equipes de busca que tentavam localizar seu irmão, mas, não tendo sucesso em nenhuma das excursões, fora obrigado a tomar para si o cargo de Ministro de Wyndus e passou a administrar as posses de seu nome, nenhuma função que poderia ser exercida pela cunhada devido ao seu estado. No entanto, apesar de seus esforços, nenhuma de suas intenções é interpretada como uma maneira de auxiliar os sobrinhos ou o que o irmão deixou pela cunhada.
Aparência: Normal || Baile || Inverno

- - - ※ - - -

Nome: Kayel Or'Lesiy
Idade: 25 anos
Poder: Vento e Teletransporte | S+

Origem: Ucraniano
Família: Vergen Or'Lesiy (Guardião) [morto]; Desconhecidos.
Trabalho: Syfel

Personalidade: Com um sorriso cínico estampado na face a maior parte do tempo, Kayel é um jovem que pode ser facilmente descrito como "irritante" - adjetivo com o qual ele concorda e toma orgulho. Com um talento especial para provocar as pessoas, ele toma um enorme prazer em tirar os outros do sério, seja isso por pura diversão, seja por uma estratégia. Mostra-se como convencido, em parte por suas habilidades, em parte pela autoridade que é capaz de exercer sobre os outros, facilmente exagerando com aqueles que acredita ser seus "subordinados". Egoísta, Kayel aprendeu a preocupar-se estritamente com si mesmo e, no máximo, com coisas que podem afetá-lo diretamente, possuindo foco nas atividades e deveres que precisa completar e exercer. Também tem uma mente brilhante, ainda que use mais a seu favor do que para os outros, preferindo guardar seu conhecimento para si e só demonstrá-lo quando for mais conveniente - exibindo, assim, uma mentalidade calculista e insensível -, especialmente se for capaz de provar outra pessoa errada. No fundo, Kayel esforça-se em sua nova função para um dia poder reaver seu antigo status dentro do exército e limpar o nome de seu antigo guardião, pouco se importando se tem de desistir de si mesmo para alcançar esse objetivo, há muito tendo desfeito-se dos ideais infantis nos quais acreditava. Debochado, ele sustenta um ar altivo e, até, rancoroso quando depara-se com outra pessoa que ainda sustente tal pensamento, tratando de diminuí-lo por tais crenças e provar, talvez tanto para essa pessoa quanto para si mesmo, que já não possuem valor algum.
História:
Spoiler:
Antes de falar da história de Kayel, ou de quem, eventualmente, se tornaria Kayel Or'Lesiy, é preciso falar da história de Amerigo Alcheri, um ser mágico fugitivo. Suspeito de ter sido cúmplice de Lizbeth Northrop, Amerigo, de acordo com os registros coletados durante as missões em busca de si, teria se separado da mesma para seguir uma "pesquisa" própria, findando o acesso da mesma à crianças que poderia usar e forçando-a a recolher-se na floresta. O jovem Alcheri, ainda que nascido em uma família de alta classe, parecia muito mais interessado nos "experimentos" que conduzia do que em levar uma vida próspera e luxuosa, não demorou muito para ter seus rastros encontrados por um grupo de syfels - e nem sua família poderia intervir a seu favor, considerando o nível das atrocidades que cometia. Por suas fugas, que mais tinham a ver com pura "sorte" do que com qualquer habilidade, os exércitos foram logo acionados para auxiliar em sua busca. Sem chance de permanecer no mundo mágico, Amerigo fugiria para a Terra, imaginando estar fora do alcance das autoridades de seu mundo e capaz de reunir recursos o suficiente para dar continuidade à sua pesquisa.
Em pelo menos um desses pensamentos ele esteve certo. Com seus poderes, não foi difícil reunir uma quantidade considerávle de dinheiro para sua pesquisa, além de tomar posse de um lote de pessoas no leste europeu - pessoas, não, escravos, que lhe serviriam de mão-de-obra ou cobaias. Pouco se importava com os humanos e, acreditando ter todo o tempo que pudesse desejar, Alcheri ficou desleixado, lento em seus testes e adiando procedimentos.

Certamente, o procurado não imaginara que as autoridades fossem ser tão persistentes. Uma pessoa em especial, Vergen Or'Lesiy, um Lord de Ekalyon, estava mais que disposto a não medir esforços até dar um fim a todo seu trabalho. Foi em uma noite fatídica que Vergen e seu esquadrão adentrariam no campo após semanas seguindo seus rastros, rapidamente se livrando dos "guardas" que foram contratados. Sem saída, Amerigo tentou suborná-los, mas vendo que não chegaria a lugar algum, cometeu seu último erro: resistiu à prisão que sofreria, sendo prontamente morto por isso. Havia anos que o comandante Vergen esperava pro esse momento, e o menor dos deslizes significava uma abertura para satisfazer as ânsias de tantas vítimas e famílias que encontrara no caminho. O que mais esperava, no entanto, era colocar fogo em toda propriedade, e, consequentemente, em todo trabalho de Amerigo também, para tentar apagar qualquer feito de seu alvo. No entanto, o Lord não esperava encontrar alguém vivo naquele ponto, muito menos um ser humano com poderes mágicos dormentes.

Até aquele momento em sua vida, Kayel havia sido uma criança sem família, tirado desde cedo dos braços de sua mãe para servir aos propósitos de seu comprador - Amerigo Alcheri, fosse como cobaia de seus experimento, fosse como mão de obra para sua propriedade. Não passava de um número, com comida racionada se quisesse que durasse até o fim do dia, e nenhum valor: se havia algo que aprendera rápido, foi que não passava de algo descartável e facilmente substituível. Foi um choque quando Vergen Or'Lesiy, um estranho a quem nunca havia conhecido, de repente irrompia em sua cela e, sem pedir nada em troca, lhe oferecia tudo: um nome, uma casa, uma família e, mais importante, valor - alguém que, até onde sabia, se importava consigo. Prontamente aceitando o convite para ir viver com o líder do esquadrão, o menino foi posto sob a guarda de Vergen - afinal, ainda que fosse humano, ele também tinha poderes e era necessário que fosse treinado para usá-los. Nomeado como Kayel Or'Lesiy, foi criado como um verdadeiro filho do Lord, treinado por ele para que um dia ingressasse mas forças militares. E assim o fez.

Foram anos de treinamento, e a cada dia o jovem dedicou-se até a exaustão para atingir as expectativas de seu guardião, absorvendo, treino após treino, os mesmo valores que ele demonstrava: honra, justiça e, mesmo, um ideal heróico de ajudar e defender os mais fracos. Sobre essas bases a personalidade e os sonhos de Kayel foram construídos, servindo como guia na carreira que se desenhava diante de si. Tudo demonstrava-se promissor, pois possuia qualificação e sua indicação era defendida por Vergen, um veterano respeitado - herói, como alguns o chamariam.
No entanto, toda sua vida foi transformada por um erro. Durante uma missão de resgate, Kayel e seu grupo se viram cercados pelos inimigos na tentativa de transportar as vítimas para um local seguro e, desobedecendo ordens diretas, Kayel arriscou todo o plano para cumprir essa tarefa - afinal, aquelas pessoas eram sua responsabilidade, certo? O resultado de seus atos parecia apontar o contrário: dos 8 integrantes de seu grupo, 5 foram mortos no ataque, baixas que, de acordo com as análises, poderiam ter sido evitadas caso ele não tivesse desobedecido as ordens de seu líder. A missão, em si, fora completada com sucesso, mas os altos ranks militares não se importavam com isso: o que mais lhes chamou a atenção foram as inúmeras perdas sofridas, e o simples fato de que elas poderiam ter sido evitadas. Desiludido, Kayel viu tirarem de si seu rank militar e, como punição, o nomearem um Syfel. Como podiam ter feito isso? Fazer dele, um cavaleiro do exército real, um tipo de "mercenário" das autoridades? Seus ideais não estavam corretos? Enfrentando um conflito interno entre seus ideias e o que a realidade reagia à aplicação deles, o jovem foi transformando-se, assim como sua nova profissão mandava. Tudo o que fora ensinado a acreditar e perseguir parecia não haver mais nenhum valor e, além disso, também havia feito com que ele trouxesse vergonha ao nome de seu Guardião.

Focado em resultados, Kayel passou a beirar a desumanidade: tornou-se insensível, frio, ignorante à tudo que não fosse relevante ao seu objetivo. Assim como sua personalidade, a relação que tinha com Vergen também mudou, deteriorando-se com cada nova missão e relatório expelido - por um lado, o instrutor questionava para onde foi parar tudo o que seu pupilo acreditava, por outro, Kayel sentia-se inclinado a culpar a omissão de seu guardião quando sua vida desmoronava. Uma de suas calorosas discussões foi interrompida, um dia, pelas sirenes de emergência que ecoavam pela capital de Ekalyon. Um ataque inimigo havia chegado, surpreendendo todos os habitantes e as forças de defesa. Responsáveis por evacuar o perímetro da luta, as autoridades do reino foram apenas capazes de assistir enquanto sua rainha era assassinada, além de diversas outras causalidades - entre elas, o próprio Vergen.

Enquanto o país vivia o dia seguinte em luto pela sua monarca, Kayel suportava silenciosamente sua própria perda, decidido a fazer com que os culpados pela morte do único pai que tivera pagassem. E tamanha foi sua surpresa quando, meses depois, como uma piada ou oportunidade elaborada pelo destino, seria ele o Syfel nomeado para supervisionar ex-integrantes da New Getsukai em suas sentenças.
Aparência: Normal || Baile || Inverno

http://scraphim.tumblr.com/

17 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Dom Jan 31, 2016 11:57 pm

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Nathaniel Yohn Montliyet Einsworth
Idade: 32 Anos
Poder: Velocidade e Realidade Artística | S+

Origem: Aurelis
Família: Cornell Einsworth (Pai) Merise Montliyet (Mãe)
Rank Militar: General
Trabalho: Professor de História da Magia em Ekalyon

Personalidade: Nathaniel é, em geral, um homem bastante cortês e elegante, além de bonito, características que contribuíram para sua entrada de solteiros mais desejados do mundo mágico. Como uma cavalheiro, está sempre disposto a ajudar quando lhe pedem, também não sendo apegado ao dinheiro e aos bens materiais, e sua modéstia com seus atos de caridade só fazem contribuir para sua reputação impecável. Contudo, Nathaniel está longe de ser um santo. Ele sabe os talentos e habilidades que tem e está acostumado a usá-los para manipular aqueles ao seu redor e para conseguir o que quer, não sendo sensível o suficiente para perceber que está fazendo algo mal só depois que já está feito; mas ele é, sim, humilde o suficiente para reconhecer quando errar e fará seu melhor para redimir-se. Focado, quando coloca sua mente em algo, se não impedido por alguém, pode logo tornar-se uma obsessão, e nesse estado não é do seu feitio pensar; Nathaniel torna-se implacável na busca de seus objetivos, não pensando duas vezes antes de usar meios moralmente questionáveis que não usaria em outras ocasiões. Quando está tratando de um assunto que gosta, se deixa levar pelo tema, discorrendo sobre eles com uma energia contagiante.
História:
Spoiler:
Advindo de uma família da alta burguesia de Ralion por parte de pai e de uma casa nobre de Aurelis por parte de mãe, seus pais se conheceram em uma festa, quando Cornell fora enviado a Elthios para supervisionar os investimentos da família na cidade. A atração e a química foi imediata e três anos depois, com a benção de ambas as famílias, foram casados, preferindo estabelecer-se em Aurelis. Lá tiveram seu primeiro filho, Nathaniel.

Criado num ambiente cheio de afeto, da  sua infância no reino do de Gallia ele só possui boas memórias, recordações cheias de flores, sorrisos, perfumes e alegria. Entretanto, as coisas começaram a ficar bem diferentes quando o pai de Cornell faleceu e a família precisou realocar-se para Ralion. Acostumada à agitação, à alegria e aos excessos de Aurelis, Merise se sentia como um peixe fora d'água em seu novo país, incapaz de se adaptar à sobriedade, aos rígidos padrões de comportamento da sociedade. Se antes Nathaniel estava acostumado a ver a mãe cheia de sorrisos, agora eram apenas caretas e lamentações, para o desespero de Cornell. Foi apenas quando se descobriu grávida de seu segundo filho e sua irmã veio de Aurelis para lhe fazer companhia que Merise retornou a sua antiga personalidade e a felicidade retornou aos salões dos Einsworth. Entretanto, nenhum deles poderia esperar que o retorno da alegria seria causa de uma tristeza maior.

A criança que Merise trouxe ao mundo era um menino de cabelos brancos- e ninguém de nenhum dos lados da família possuía tal característica. Para Cornell, isso só podia significar uma coisa: sua esposa o havia traído. Os dias pacíficos estavam terminados, trocados por brigas, gritos e acusações. Nathaniel não suportava a atmosfera hostil que permeava a casa, e sua relação com o irmão era um misto de amor e ódio; em sua mentalidade infantil, era muito mais simples culpar ao bebê do que a mãe que idolatrava. Eventualmente a situação se acalmou, Cornell conseguiu perdoar Merise, e mantiveram o outro filho sobre sua custódia, mas mantinham-no confinado aos portões da mansão, com a desculpa de que ele era muito doente para sair. A criança era proibida de aparecer diante do chefe da casa, e mesmo Merise só o via para assegurar que estava vivo, pois, como gostava de dizer, aquele menino não era seu filho. Nathaniel foi incentivado a desprezar a existência do irmão, que crescia mais e mais amargo, até que, numa noite, um homem de cabelos brancos invadiu sua casa e levou o menino com ele.

Aproximados pelas autoridades do reino, os Einsworth aprenderam sobre as ações de Zeno Rozencreux, e embora as autoridades não soubesse como, sabiam o suficiente para informar à família que o filho que Merise esperava fora transformado em um Rozencreux antes de nascer. Nathaniel pôde apenas observar enquanto a mãe irrompia em lágrimas, incapaz de formar palavras coerentes, e Cornell amaldiçoava a família que fizera aquilo com o bebê tão esperado deles. Após o episódio, os Einsworth acharam por bem transferirem a sede de seus negócios para Aurelis, e fixaram a residência lá. De volta a sua terra natal, Nathaniel ingressou nas forças armadas assim que atingiu a idade mínima, passando a exercer uma função especial: especializou-se nos Rozencreux, tornou-se um agente que atendia bailes e festas procurando futuros alvos e informações, trabalhando junto aos Syfels que os caçavam. Seu objetivo era claro: eliminar todos aqueles que fizeram sua família sofrer. Ao mesmo tempo, perseguiu uma especialização acadêmica em sua matéria favorita, História, algo que também veio a calhar em seu trabalho enquanto disfarçado.

Com os acontecimentos no Reino de Ekalyon, Nathaniel foi enviado à Escola de Magia de Ekalyon para atuar como professor de história da Magia, tendo em vista a presença de dois New Getsukais e ações recentes da família Rozencreux.

Aparência: Normal 


- - - ※ - - -

Nome: Yui Mizaki Waterfall
Idade: 37 Anos
Poder: Ar, Tóxicos e Voo| S+

Origem: Japonesa
Família: Willis Waterfall (Marido),  Agito e Sora (Filhos), Serah e Suigetsu (Cunhados), Yusuke (Irmão), Keith, Minna e Klaus (Sobrinhos).
Trabalho: Professora de Defesa Mágica em Ekalyon

Personalidade: Yui é uma mulher simpática e gentil, sempre procurando uma situação diplomática para os problemas que surgem em sua vida. Entretanto, uma vez que percebe que seus esforços estão sendo ignorados ou que não estão adiantando, começa a exibir traços de irritação, podendo ser bastante arisca. Ela pode não ser um gênio, mas é inteligente e mostra-se muito competente quando se dedica a alguma tarefa. Cautelosa, ela não é do tipo que corre em direção a uma situação sem pensar duas vezes, nem gosta desse tipo de atitude, sendo uma situação que facilmente a tira do sério. Protetora os que considera seus - ou seja, seus filhos, companheiros e alunos - deixaria suas obrigações para ajudá-los e se jogaria em uma luta para protegê-los sem pensar duas vezes. Yui faz o tipo de mãe coruja, sempre preocupada com o bem estar de seus filhos, não poupando-os carinho e mimos quando estão consigo, ficando à beira da histeria quando algo acontecesse com eles.
História:
Spoiler:
Nascida com a marca da Terra, Yui estava destinada ao futuro muito diferente do que seus pais, um engenheiro e uma médica, poderiam ter pensado para si. Viviam uma vida como a de qualquer outro em Kyoto, até tiveram mais um filho; entretanto, tudo mudaria quando ela completasse seis anos- quando seus poderes despertaram. Ela não sabia o que estava acontecendo, não sabia como controlar o tornado que criou enquanto brincava, e só pode correr enquanto o ar destruía sua casa e sua família. Acolhida por seus parentes mais próximos, nenhum evento relacionado à magia voltaria a acontecer até completar dezesseis anos, quando se tornou ciente de seus deveres como guardiã do Ar. Foi nessa época em que conheceu seus melhores amigos e o amor de sua vida, Willis, e os Waysa foram formados. Juntos enfrentaram Kanon e a Organização XI e contra a Lie não só para salvar Willis, mas para proteger o mundo de Near. Permaneceu no Japão ao fim do conflito, falando com Willis e com os amigos via telefone e e-mail, já que esses haviam deixado Nonak.

Contudo, não passaram muito tempo separados, pois no ano seguinte todos foram convidados para estudar Escola de Magia de Ekalyon, sendo lá escolhida para participar do Torneio dos Deuses e do Wild Protection. Foi acusada por Ryan Wynvernihs de ter abandonado seu irmão mais novo, Yusuke, que não sabia estar vivo, mas esse julgamento acabou bem para ela, e também foi praticamente a sentença final de Ryan. Lutou contra Suigetsu numa luta onde os Waterfall padeceram, e acabou ganhando o título de Éolo de Deusa dos Ventos. Quando Willis entrou na Getsukai com o objetivo de reunir informações, foi atacada por ele, o que acabou na morte de Dylan Wynvernihs diante de seus olhos. Na quarta guerra mágica, quando Willis revelou seu plano e voltou para o bem, Yui foi capaz de perdoá-lo por todos os seus pecados anteriores. Participou no MF e MFI como a zagueira do time. Seu Soul chama-se Valefor, e sua arma é o Escudo de Draco, que é capaz de refletir qualquer ataque contra si, mas só pode ser usado três vezes ou, então, parte-se. Na luta contra os Deuses, selou Ares e Éolo, e quando Ragnarok destruiu Fantasy World, foi para a Terra.

Vinte anos depois é casada com Willis, tendo dois filhos. Foi oferecido a ela o emprego de professora de Defsa Mágica em Ekalyon, o qual aceitou. Após o fim da New Getsukai, continua com seu trabalho na escola, feliz que seus filhos estão são e salvos e desejando um ano mais calmo.
Aparência: Normal




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

18 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Sex Fev 05, 2016 6:29 pm

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Willis Hoozuki Waterfall
Idade: 38 anos
Poder: Água, Gelo e  Super-Velocidade| S+

Origem: Japonesa / Norte-americana
Família: Yui Misaki (Esposa), Serah e Suigetsu [morto] (Irmãos) Agito e Sora (Filhos), Yusuke, Ethan e Marie [morta] (Cunhados), Keith, Minna e Klaus (Sobrinhos)
Trabalho: Professor de Ataque Mágico em Ekalyon

Personalidade: Tranquilo e simpático, Willis mostra-se como uma pessoa fácil de se conversar e aberto para qualquer aproximação, exibindo facilmente um lado cômico e despreocupado - o que levanta dúvidas para pessoas que não o conhecem sobre sua eficiência enquanto professor da disciplina. Contudo, o antigo guardião da água também possui características tipicamente associadas a heróis, destacando sua determinação, coragem e honradez, fazendo-o do tipo de guerreiro que joga-se em frente ao perigo se um colega estiver em perigo. Impulsivo, Willis nunca foi das pessoas mais brilhantes, mas seus ideais sempre o nortearam quanto ao rumo de ações a serem tomadas, mostrando uma tendência a tomar decisões mais baseadas em suas emoções do que por uma avaliação estratégica. Ainda, Willis apresenta-se como um bom líder, aliando sua facilidade em lidar com as pessoas com seu pensamento astuto que, de uma maneira quase infantil, permite que ele explore a situação por meios menos convenientes e, consequentemente, menos previsíveis. Mesmo tendo acumulado fama pela sua vida com tudo o que conseguiu atingir, nunca deixou de ser uma pessoa humilde e compreensiva, carregando nas costas as perdas e sacrifícios que fora forçado a fazer e, mais do que ninguém, admitindo os erros que cometera, Willis é mais do que aberto a admitir outras opiniões em quaisquer assuntos, não se vendo como "senhor da verdade" ou ostentando um comportamento prepotente, ficando extremamente satisfeito quando aproximado com novas perspectivas.
História:
Spoiler:
Ainda que irmão gêmeo de Suigetsu, Willis não poderia ter crescido para tornar-se mais diferente do que o irmão, fazendo, ao longo de sua vida, escolhas opostas ao do parente. Na sua infância, no entanto, todos os 3 Waterfall - Suigetsu, Willis e Serah - eram extremamente próximos, com os gêmeos nutrindo um forte sentimento de proteção para com a irmã mais nova. Foi, contudo, no aniversário dela que tudo começaria a mudar, pois durante um acidente envolvendo magia, seus amigos acabaram por quase matar Serah, ação que enfurecera Suigetsu a ponto de ameaçar a vida dos outros. Intervindo entre seus amigos e o irmão, Willis acabou nocauteado e com amnésia dos evento de seu passado, vivendo a partir dali acreditando ser filho único de seus pais.
No entanto, a marca de Neptuno com a qual nascera ficaria por pouco tempo adormecida, desencadeando, aos seus 4 anos protegendo-o de um acidente em um navio, impedindo que o futuro guardião da Água se afogasse. Vivendo desde então como órfão, sem ter conhecimento de outros membros de sua família, Willis foi parar na cidade de Nonak, onde, quando completou 16 anos, lhe seria revelado seu papel como um dos guardiões dos elementos, além de finalmente reencontrar a irmão, Serah. Nessa época, ele lutou ao lado dos outros Waysa contra a Organização XI e a Lie, mas acabou por ser dominado no processo - controlado, Willis seria forçado a lutar contra seus amigos e até a tentar matá-los, mas pelos esforços destes fora libertado e salvo, auxiliando no selamento de Near. Após isso, iria investir na carreira de cantor, procurando por mais informações de seu irmão - Suigetsu.

No ano seguinte, ele iria reencontrar-se com os outros guardiões ao receber uma carta convidando-o a estudar na Escola de Ekalyon, sendo escolhido para lutar no Torneio dos Deuses e do Wild Protection. Foi no confronto contra o irmão, durante a invasão da escola, que Willis e Yui derrotariam o Getsukai, mas o próprio guardião da água perderia a vida no processo. Revivido dias depois, ele mesmo usaria da oportunidade para entrar na organização e reunir informações para os outros guardiões, tentando resistir ao controle de seu líder - o próprio Near, solto com o rompimento do selo. Lutou contra os Deuses Eros e Poseidon quando confrontado respectivamente por cada um, adquirindo o título de Deus dos Mares, além de ter adquirindo como sua arma as Luva Fitzpatrick, que lhe permite destruir objetos após implantar-lhes um símbolo. Enfim, com o irromper da 4ª Guerra Mágica, Willis lutaria ao lado dos outros guardiões, forçando Ragnarök a destruir-se enquanto fugia para a Terra.

Vinte anos depois se casou com Yui, tendo dois filhos: Sora e Agito, os atuais guardiões do Vento e da Água. Foi oferecido a ele o emprego de professor de Ataque Mágico em Ekalyon, o qual aceitou. Após o fim da New Getsukai, ele permaneceu trabalhando em Ekalyon, sabendo que suas aulas podem ser diferenciais nos próximos desafios que seus filhos, sobrinhos e alunos poderão enfrentar.
Aparência: Normal

- - - ※ - - -

Nome: Andrew Dinamy
Idade: 39 anos
Poder: Animais e Insetos | S

Origem: Norte-americana
Família: Megaera (Esposa), Joshua (Filho).
Trabalho: Professor de Criaturas Mágicas em Ekalyon

Personalidade: É o tipo de pessoa que, de longe, você chega à conclusão: "Esse cara não leva nada a sério", mas não poderia estar mais enganado. Andrew sempre parece estar de bem com a vida, mas não deixem que essa primeira impressão seja a final. Ele é muito mais do que parece. Protetor, levemente orgulhoso e atento, ele não gosta de intrometidos na sua vida e reluta a pedir ajuda de alguém, mesmo que lidar com o problema sozinho mostre-se como a pior decisão a se seguir, Andrew leva seu modo reservado de viver ao extremo. Maduro e responsável, parece um adulto completo nesses aspectos, mostrando-se como um modelo de professor. Tem pavio curto, especialmente quando o assunto em questão é sua esposa, pronto para, a qualquer momento, entrar em uma discussão com a mesma - seja pelo motivo que for.
História:
Spoiler:
Tendo de crescer sozinho, Andrew foi abandonado desde cedo pela família - ou pelo menos, é nisso que acredita. Separado de qualquer um com quem tivesse um laço de sangue por uma catástrofe climática, tal crença moldou sua personalidade de uma maneira certeira, levando-o a desconfiar das pessoas e a desenvolver um jeito reservado e, quiçá, até solitário de levar a vida. Vagando por cidades, usando de sua curiosa simpatia com animais para sobreviver, Andrew viveu por anos recusando a ajuda dos outros, temendo ficar devendo favores às pessoas e sair na pior, afastando-se de qualquer contato social.

Tempos mais tarde, duas figuras de sua infância no orfanato reapareceriam, convidando-o a unir-se à elas e explorarem um... "portal", ou seja lá o fosse. Ainda que desconfiado, a curiosidade e a falta do que fazer levaram o melhor de si, enviando-o para o Mundo Mágico. Desnorteado, Andrew iria parar na Escola de Ekalyon, sendo aceito por, de fato, possuir poderes mágicos - notícia esta que o alarmou, forçando-o a reconhecer esta nova parte de si. Sorteado na casa de Draco, foi em uma de suas explorações do novo mundo que se extendia diante de si que Andrew iria deparar-se com uma cena absurda: uma jovem mulher, cercada por inimigos que antes já haviam ameaçado a escola. Sem pensar duas vezes, ele interferiu na luta, mas não para "auxiliá-la", e sim para colocar juízo em sua cabeça - o que raios aquela mulher estava pensando, enfrentado inimigos em óbvia desvantagem? Ainda que fraco, seus poderes se mostraram o suficiente para tirar a atenção dos inimigos e criar uma brecha para que ambos recuassem. Mais tarde, ele viria a descobrir que aquela mulher não era ninguém menos do que Megaera Aergyris, a mentora dos guardiões, mas sua opinião sobre a mesma não mudou, considerando-a como uma pessoa completamente estúpida e inconsequente. A partir daí, consciente ou não, Andrew iria passar cada vez mais tempo do lado de Megaera, com desculpas que variavam de "Alguém tão idiota quanto você certamente precisa de minha ajuda" para "Não é como se eu tivesse planejado encontrar você por aqui", sem nunca reconhecer os sentimentos que se desenvolviam dentro de si - muito pelo contrário, cada encontro apenas desenrolava-se em uma discussão sem sentido e insensata.

Ganhou seu modo divino em uma intromissão que fez em um desafio de Yutaka e Katherine, adquirindo, também, poderes sobre os insetos. Jogou no MF e parte do MFI a favor de Ekalyon e do Japão. Participou na 4ª Guerra Mágica e depois que Ragnarok destruiu Fantasy World foi para a Terra, onde assumiu seus sentimentos por Megaera e se casou com ela, tendo um filho: Joshua. Atualmente voltou para a reconstruída Fantasy World e é Professor de Criaturas Mágicas na escola de Ekalyon.
Aparência: Normal

http://scraphim.tumblr.com/

19 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Sex Fev 05, 2016 11:19 pm

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Lezard Mihangyl Eirligen
Idade: 38 Anos
Poder: Raios e Atmocinese | S+
Kaishin: WeatherWrath

Origem: Ekalyon
Família: Nis (Esposa), Rozelyn (Filha), Lestari (Irmã), Rhyden (Primo)
Rank Militar: Lorde
Trabalho: Professor de Estratégia em Ekalyon

Personalidade: Diferentemente da irmã mais velha, Lezard é um homem calmo e amigável, com um temperamento bastante tranquilo e bastante fácil de se lidar. Pode ser um pouco preguiçoso, especialmente quando seus deveres envolvem burocracia, algo que simplesmente não suporta e só cumpre em cima do prazo, muitas vezes após um sermão da esposa. Idealista, gosta de acreditar que o mundo é um lugar bom e que as pessoas são, naturalmente, boas; contudo, é um erro confundir essa crença com ingenuidade. Lezard não é nenhum tolo e é perceptivo o suficiente para saber quando está sendo enganado, na verdade, nessas situações ele fingirá inocência e tentará manipular a situação a seu favor. Brutalmente honesto, fala a verdade sempre que pode, não importa o quão dura ela seja, havendo apenas uma exceção: quando ele precisa mentir para proteger. Mais do que é honesto, Lezard é protetor, e usará de tudo a sua disposição para proteger quem precisa. Humilde apesar de seu rank e dos seus poderes, coloca pouco valor nas coisas materiais, em glória, dinheiro e poder, uma lição aprendida ainda quando criança. É um romântico incurável e vive entregando flores, chocolates, cartões e presentes para a esposa, por mais desnecessário que ela diga que seja. Ao mesmo tempo em que adora mimar as mulheres de sua vida, é com elas que seu instinto protetor chega ao seu máximo, seu cuidado com elas chega a ser irritante... Embora, em outros assuntos, ele facilmente ceda aos desejos delas.
História:
Spoiler:
Das famílias que habitam Fantasy World, poucas são as que conseguem traçar sua descendência a um passado tão distante quanto os Eirligen. Há mais de três mil anos o clã habita a região costeira e florestada ao norte de Wyndus, uma área com ventos gelados no inverno e tempestade de raios no verão, da qual também atuam como senhores. Graças ao clima ao pouco acolhedor, raros são aqueles que escolhem ali habitar, sendo a maior parte de sua população composta por nativos, cujas famílias vivem ali há gerações. Esse isolamento do resto do reino permitiu que, naquele canto do mundo, costumes e tradições antigas fossem preservadas ao longo do tempo, entre elas a crença que os Eirligen eram protegidos pelo Deus Antigo do Ar e da Tempestade.

Apesar dos poderes latentes e do imenso potencial, os Eirligen, em geral, não possuíam muito interesse na política do reino, em aumentar seu poder e status, estando contentes em manter sua influência restrita a sua região de origem. Contudo, algo viria a mudar nas gerações mais recentes, mais especificamente na dos pais de Lezard e Lestari. Deslumbrados com o que presenciaram em seu tempo na corte, eles começaram a ansiar aquela vida e para si, todo aquele luxo, reverência e glória. Enquanto a mãe debruçava-se sobre textos antigos da família, procurando um modo de ter maior acesso aos poderes do Deus Antigo, o pai, com seu charme, fazia a cabeça de seus familiares para apoiarem as ideias apresentadas, seduzindo-os com os maiores desejos em seus corações.  Ainda uma criança então, Lezard pouco se lembra dessa época fora a crescente obsessão da mãe e a ausência do pai, só sendo informado dos detalhes mais básicos do que estava sendo orquestrado.

Após várias tentativas, seus familiares finalmente conseguiram sucesso em sua empreitada: quebrar o selo do Deus Antigo- e lhe pedir todo o poder e glória que ansiavam. Tendo sido despertado por uma razão tão frívola, tão egoísta, a Divindade, completamente enojado por seus protegidos, decidiu erradicar todos eles, permitindo apenas que as crianças fugissem do morticínio que se seguiu; esperava que elas aprendessem a lição e não cometessem os mesmos erros de seus parentes.

O acontecimento marcou a juventude de Lezard e definiu o caminho que seguiria, longe de tudo aquilo que sua família se tornara. Mantendo a lição do Deus Antigo próxima ao coração, revelou-se como um verdadeiro prodígio no manuseio de seu poder e nas batalhas, e tamanha era sua proficiência que, aos treze anos, foi nomeado Ministro. Entretanto, jovem como era, logo as responsabilidades do cargo começaram a pesar em seus ombros e, julgando suas habilidades então insuficientes, entregou seu lugar no ministério em torno de um ano depois. Atendeu a Escola de Ekalyon, onde seus dois grandes amigos: Edgar, Shinichi e Zero, com quem formou os DragonBreath, a maior equipe do século no futebol Mágico.

Forçado a se afastar do Reino em uma missão secreta, só retornaria alguns anos mais tarde, para auxiliar na luta contra a Getsukai. Atuou como professor de herbologia e, mais tarde, após a prisão e morte de Ryan Wynvenihs, assumiu o cargo de Ministro a pedido de Hecate, tendo em vista que era um dos poucos aptos – e confiáveis – para exercer a função naquele período crítico. Foi na escola que conheceu e se apaixonou por Nis, na época sua aluna, um fato que o atormentou e o impediu de lhe revelar seus sentimentos até estar à beira da morte.

Nos vinte anos que se seguiram após a desolação de Ragnarök, Lezard passou a viver uma vida pacífica na Terra com sua agora esposa Nis, que, para sua tristeza, recusava-se a ter filhos.

Aceitou o posto que foi oferecido em Shinrakuen, mas desertou quando percebeu a verdade sobre o lugar. O ano anterior trouxe a maior alegria de sua vida, sua filha Rozelyn, mas também tirou de si seu grande amigo Edgar, cujo assassinato desencadeou a libertação do seu Kaishin, WeatherWrath. Atualmente trabalha em Ekalyon como professor de estratégia, dividindo o tempo com a filha com a esposa.
Aparência: Normal || Kaishin




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

20 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Dom Fev 07, 2016 1:54 am

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Lestari Hastire Eirligen
Idade: 40 anos
Poder: Raios e Temperatura | S+

Origem: Ekalyon
Família: Lezard (Irmão), Rhyden (Primo), Nis (Cunhada), Rozelyn (Sobrinha)
Rank Militar: Lorde
Trabalho: Professora de Dragologia em Ekalyon; Funções Militares

Personalidade: De porte austero e com o cenho, aparentemente, sempre franzido, Lestari é uma mulher séria e com os sentimentos à flor da pele: com pavio curto e uma facilidade incrível para perder a paciência, é inclinada a erupções de raiva. Com isso em mente, seria fácil pensar que não constitui-se como uma hábil integrante do exército considerando a estima para com características como disciplina e foco, mas muito pelo contrário - seu comportamento esquentado faz de Lestari uma guerreira pouco previsível e ameaçadora pela força que está disposta a utilizar. Podendo ser considerada imprudente, é discutível se ela possui algum discernimento dos riscos que está disposta a correr ou se simplesmente ignora-os. De jeito pouco cuidadoso, ela justifica-se afirmando que seus objetivos resumem-se em completar a tarefa que lhe for dada, não em como ela será realizada - pensamento este que não raramente entra em conflito em seu posto como professora. Lestari é, também, uma mulher decidida e exigente, demandando de todos à sua volta que dêem o melhor de si, esperando que assim consigam se superar. Ela, contudo, não é um exemplo de gentileza ou delicadeza, fazendo uso de métodos discutíveis para "incentivar" seus subordinados.
História:
Spoiler:
Das famílias que habitam Fantasy World, poucas são as que conseguem traçar sua descendência a um passado tão distante quanto os Eirligen. Há mais de três mil anos o clã habita a região costeira e florestada ao norte de Wyndus, uma área com ventos gelados no inverno e tempestade de raios no verão, da qual também atuam como senhores. Graças ao clima ao pouco acolhedor, raros são aqueles que escolhem ali habitar, sendo a maior parte de sua população composta por nativos, cujas famílias vivem ali há gerações. Esse isolamento do resto do reino permitiu que, naquele canto do mundo, costumes e tradições antigas fossem preservadas ao longo do tempo, entre elas a crença que os Eirligen eram protegidos pelo Deus Antigo do Ar e da Tempestade.

Apesar dos poderes latentes e do imenso potencial, os Eirligen, em geral, não possuíam muito interesse na política do reino, em aumentar seu poder e status, estando contentes em manter sua influência restrita a sua região de origem. Contudo, algo viria a mudar nas gerações mais recentes, mais especificamente na dos pais de Lezard e Lestari. Deslumbrados com o que presenciaram em seu tempo na corte, eles começaram a ansiar aquela vida e para si, todo aquele luxo, reverência e glória. Enquanto a mãe debruçava-se sobre textos antigos da família, procurando um modo de ter maior acesso aos poderes do Deus Antigo, o pai, com seu charme, fazia a cabeça de seus familiares para apoiarem as ideias apresentadas, seduzindo-os com os maiores desejos em seus corações.  

Após várias tentativas, seus familiares finalmente conseguiram sucesso em sua empreitada: quebrar o selo do Deus Antigo- e lhe pedir todo o poder e glória que ansiavam. Tendo sido despertado por uma razão tão frívola, tão egoísta, a Divindade, completamente enojado por seus protegidos, decidiu erradicar todos eles, permitindo apenas que as crianças fugissem do morticínio que se seguiu; esperava que elas aprendessem a lição e não cometessem os mesmos erros de seus parentes.

De maneira evidentemente oposta à reação do irmão mais novo para com o evento, Lestari, e parte, também manteve em mente a Maldição do Deus Antigo como um evento que nortearia o rumo que tomaria, mas com outro objetivo: vingança. Sua visão promoveu diversas discussões com o irmão sobre o significado do episódio, mas não era essa a questão para si, e sim que tivera quase toda sua família morta por uma força superior. Pouco lhe importava se esse Deus Antigo estaria certo ou não, procurando fazê-lo pagar pelo que fizera. Divergindo do irmão e de sua aparente calma com a tragédia, Lestari foi estudar em Eshtrold com o objetivo de tornar-se forte o suficiente para enfrentar esse espírito divino solto e ser capaz de vencê-lo. Após o período escolar, ainda insatisfeita com o avanço que tivera, ela procuraria outros meios para ganhar mais poder, alistando-se no exército e empreendendo missões, focando-se naquelas que envolvessem o controle de criaturas mágicas - afinal, todo conhecimento extra era bem vindo. No entanto, talvez por uma fraqueza momentânea, decidira que não havia como passar de um determinado nível de força, partindo para a busca de meios ilícitos que a pudesse auxiliar. Seguindo os rastros de um grupo atuante no Mercado Negro de Aurelis, Lestari foi submetida a um experimento usando Magia Antiga, mas o processo em seu momento mais crítico falhara, por pouco não a matando. Se por um lado havia conseguido novos poderes, por outro as complicações físicas causadas pelo processo a tornaram completamente estéril e, com aquele resultado, os chefes da operação decidiram que precisavam dar m fim nela. Péssima ideia, retornando dias depois sozinha para Ekalyon, Lestari haveria dizimado tal organização sem qualquer auxílio, em um ataque de fúria ela frustração que havia passado: o sofrimento ao qual fora submetida e a traição subsequente.
De volta ao exército, Lestari teria seu equívoco perdoado pelo desfecho que seguiu, mantendo seu rank militar, sofrendo apenas restrições quanto ao tipo de missões que poderia atender. Nesse tempo, reduzida a atuar em Ekalyon, ela formaria uma amizade com Rhiraclya van Emhryën, um prodígio do exército com quem tivera a oportunidade de treinar e atuar. Como grandes colegas, Lestari ainda guarda grande ressentimento tanto para com o irmão - que usou de sua influência no Mnistério para impedir que ela fosse convocada para a guerra - quando para com Hermyar - que decidira que trancafiar Rhiraclya em uma intituição seria a melhor decisão a ser tomada - pela interferência que ambos causaram na carreira de ambas as integrantes do exército, culminando em seu afastamento das forças militares.

Após isso, Lestari foi convidada a tornar-se Professora de Dragologia em Ekalyon, profissão a qual ela aceitara para afastar-se ainda mais de seu outro emprego. No entanto, os eventos do último ano requisitaram sua atuação, com todo caos causado tanto pela New Getsukai quanto pelo reconstituição do Clã Rozencreux - ameaças que até então acreditava estarem extintas. No entanto, ela eventualmente cederia aos apelos de Lezard para que voltasse ao seu cargo como professora após a morte de Aenya Gaerntheon.
Aparência: Normal

- - - ※ - - -

Nome: Alexander Amaterasu  Aleksandr
Idade: 34 anos
Poder: Cartas | S

Origem: Russa
Família: Aegina Artwaltz (Esposa), Lyzz e Axel (Filhos), Karen e Yutaka [morto] (Irmãos), Yatskaya (Pai)[morto],Aaron e Katherine (Cunhados), Sophie, Demitri e Aoshi (Sobrinhos)
Trabalho: Diretor da Escola de Magia de Ekalyon

Personalidade: De aspecto calmo, Alexander parece não ter mudado muito quando comparado com o jovem que era 30 anos atrás: tranquilo, paciente e cuidadoso, forçado pela sua infância a amadurecer antes do tempo, ao mesmo tempo em que procurou diferenciar-se da realidade brutal que o cercava. Compreensivo, é uma pessoa que, somada a sua humildade, tem facilidade para dar conselhos e está sempre mais do que disposto a ajudar qualquer um que venha até si necessitando de apoio. Sua benevolência, no entanto, tornam-no ligeiramente ingênuo, tendendo a não só evitar meios violentos, como também a acreditar na bondade das pessoas - o que, em parte, não poderia ser muito diferente, dado que só pode viver tranquilamente hoje em dia por ter tido seus erros e pecados perdoados. Ainda que ter formado uma família o tenha ajudado a se abrir e inspirado um lado simpático e fácil de se aproximar, Alexander ainda é um homem fechado, especialmente quando possui algum problema, preferindo evitar envolver outras pessoas e acabar incomodando-as. No entanto, ainda que possua esse lado gentil, também é um êximo lutador, manejando suas habilidades da melhor forma possível, podendo até ser descrito como detentor de um toque calculista. É determinado, e quando tem sua mente focada em uma tarefa importante - especialmente se envolver sua família - Alexander mostra-se destemido, enfrentando qualquer desafio que for posto diante de si, ainda que a derrota seja iminente.
História:
Spoiler:
No início, a família Aleksandr vivia feliz em um canto remoto da Rússia, afastados de qualquer intriga do mundo mágico - Yatskaya havia abandonado o mundo mágico pela chance de ter uma vida tranquila com a mulher que amava, e com ela construiu uma família. Contudo, nada que é bom dura para sempre.

Até hoje não compreendendo completamente os motivos de seu pai, Alexander presenciou-o matando sua mãe a sangue frio, simplesmente abandonando a família em seguida. Traumatizado pelos eventos, ele iria inconscientemente selar aquelas memórias em um recanto de sua mente, culminando também em - aparentemente - perder a própria voz. Seus irmãos tentaram ajudá-los, mas, incapaz de reconhecê-los, Alexander simplesmente fugiria e vagaria pelo mundo por anos, usando de seus estranhos poderes para conseguir o que comer com pequenos shows nas ruas das cidades.

Com 13 anos, ele foi encontrado por Utaka Branthèse, que viu potencial em si e o convidou para que se juntasse à sua organização. Desconhecendo os propósitos de tal grupo, Alexander iria aceitar o convite por pura inocência, estimando a gentileza que aquele estranho dedicara a si, e mais: a compreensão que oferecera pelos seus poderes. Por um ano ele seria treinado por Utaka e por um membro de tal organização, Aegina, para que se fortalecesse e fosse capaz de triunfar sobre a prova de iniciação: lutar contra o próprio líder da Getsukai em um combate, sem o apoio de ninguém. Ainda que tenha surpreendido Utaka pela sua evolução, ainda teve uma severa dificuldade para fazer-lhe frente, mas acabou por passar no teste e assim tornou-se um membro oficial da Getsukai original.

Ainda que eventualmente tenha compreendido os meios que a organização usava para alcançar seus fins, Alexander não desertaria do grupo por um simples motivo: havia se afeiçoado por todos os outros membros, vendo neles a família que, pelo que acreditava, nunca teria tido. Foi nesse período, até, que ele iria se descobrir apaixonado por Aegina, lutando para que ela aceitasse e reconhecesse seus sentimentos.

Na 4ª Guerra Mágica que se seguiu, Alexander lutou contra a Luz e os guardiões, seguindo a nova liderança que havia se instalado: Near, procurando manter a família que havia conquistado. Entretando, em face a todo sofrimento que estavam causado, ele eventualmente decidiria sair da organização, convencendo Aegina a fazer o mesmo. Durante a luta por suas liberdades, sua memórias antigas iriam voltar, permitindo que, com um novo nível de poder à sua disposição, ele defendesse Aegina e fugissem juntos.

Na destruição de Ekalyon que se seguiu, ele fugiu para a Terra junto de suas duas famílias: os restantes membros da Getsukai e sua irmã, estabelecendo-se na Terra e formando uma família com Aegina. Juntos, eles tiveram dois filhos: Lyzz e Axel.
20 anos depois da guerra, foi convidado pelos reis de Ekalyon a tornar-se diretor da escola, aceitando a proposta junto de sua esposa, que iria tornar-se a Professora de Magia Antiga.
Aparência: Normal



Última edição por Elyss em Sex Fev 12, 2016 2:09 am, editado 1 vez(es)

http://scraphim.tumblr.com/

21 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Qua Fev 10, 2016 1:51 am

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Levy Sarsiyne Lockser
Idade: 26 Anos
Poder: Regras e Palavras |  S

Origem: Ekalyon
Família: Orinthia (Mãe), Francis (Irmão), Calpernia e Misapinoa (Tias), Corlys (Avô)
Trabalho: Diretora da Escola de Magia de Hainslef

Personalidade: Levando em conta o perfil dos alunos de Hainslef, há características que automaticamente pode-se deduzir de Levy: elegante e fina, com maneiras graciosas dignas de uma rainha; inteligente e talentosa, pois ninguém poderia dirigir uma das escolas de magia mais prestigiadas do reino sendo tão jovem se não fosse ambos. Unindo a beleza herdada da mãe a um charme natural, ela é uma mulher encantadora, dona de comentários espirituosos e capaz de levantar o astral de qualquer ambiente no qual esteja. Assim como Orinthia, Levy é uma mulher vaidosa, que presa pela estética impecável, pela boa aparência e pelo bom gosto, sendo uma perfeccionista até com os mínimos detalhes. Contudo, ela sabe muito bem que a beleza, sozinha, é superficial, necessitando de conteúdo por trás da fachada. Embora alguns possam associá-la ao estereótipo da mulher fútil e ingênua que só se importa com beleza, estão redondamente enganados. O tempo que passou com Calpernia teve sua influência sobre ela e Levy é muito mais ardilosa e traiçoeira do que aparenta, muito capaz de deixar seus escrúpulos de lado, caso a situação exija. Apesar de ser muito tranquila na maioria do tempo, não ouse falar qualquer coisas sobre Francis na frente dela, porque ela não vai pensar duas vezes antes de lhe atacar e fazer você se arrepender do que disse. Nesses momentos, quando coloca de lado toda a educação, maneiras e máscaras de lado, Levy revela-se como similar ao irmão, também adorando lutas, esportes e atividades mais, algo que ela mantém  em segredo a maior parte do tempo- isso, e o modo de falar, algo que Francis tirou de si.
História:
Spoiler:
Lockser é um nome recente nos círculos da alta nobreza de Ekalyon, tendo ascendido à fortuna e ao estrelato há duas gerações de Francis, com o jovem Corlys. Como muitos que vieram do zero, Corlys acabou deslumbrado pelo dinheiro, pelo luxo e pela exuberância, algo refletido até no nomes das três filhas, todos antiquados e tidos como "requintados". Nenhuma das três nunca teve de se preocupar com nada na vida, tendo suas vontades todas atendidas e vivendo num mundo artificial, sem nunca conhecerem o que era responsabilidade, pobreza ou necessidade, todas criadas com a mentalidade de que com dinheiro, podiam fazer qualquer coisa e saírem isentas.

Levy nasceu quando sua mãe tinha pouco mais de vinte anos, numa gravidez inesperada, mas comemorada por seu avô, que via ali o herdeiro que tanto esperava. Seu pai foi algum dos inúmeros amantes que Orinthia mantinha, qual, nem ela tem certeza. Sem saber a identidade de seus pai, tanto Francis quanto Levy preferem  acreditar que era a mesma pessoa, algo que, segundo a própria mãe, não é improvável. Orinthia era mãe extremamente amorosa, dando a Levy todos os mimos do mundo... Isso é, quando ela se fazia presente. Nem mesmo dois filhos foram capazes de fazê-la desenvolver um senso de responsabilidade, vivendo em festas com seus amantes e sendo forçada pelo pai a ser internada por seu problema com álcool. Os filhos nem viviam com ela, e sim com a irmã mais velha de Orinthia, Calpernia - que, no fim, não era muito diferente.

Se Orinthia era irresponsável, inconsequente, porém bastante amorosa e simpática com qualquer um, Calpernia era arrogante, metida e elitista, não fazendo a mínima questão de criticar e minimizar a a irmã na cara dos filhos dela. Passava a maior parte do tempo dando festas exclusivas para poucas pessoas, só para ostentar sua fortuna, e recebendo pessoas importantes para conquistá-las e ganhar favores. Com os irmãos, não era algo muito diferente - Francis e Levy eram explicitamente os herdeiros do avô, e Calpernia estava determinada a manter-se nas boas graças dele, apesar do ressentimento. Tendo vivido com ela desde que não precisou mais mamar, Levy mais do que ninguém foi vítima do ressentimento e da inveja da tia, forçada a viver num regime extremamente rígido e injusto por um desejo distorcido de vingança de Calpernia. Os únicos bons momento que se lembra quando ainda morava lá eram as visitas de Orinthia e de Misapinoa, que sempre vinham cheias de presentes, boas histórias, e verdadeiro afeto. Corlys também visita, mais raramente, e Levy não fazia a mínima questão de esconder seu nojo pelas mulheres novas que ele trazia a tira-colo.


Assim que se tornou maior de idade e ganhou sua própria residência, Levy não pensou duas vezes antes de sair da casa da tia e levar Francis consigo. Desde então, eles moram sozinhos com os empregados, com visitas de Orinthia, e por eles continuaria assim. Graduada em Hainslef com honras, desde que era uma garota sonhava em se tornar a diretora, conseguindo um trabalho na administração da escola tão logo se graduou. Apesar de inexperiente, Levy compensava essa falha com seu empenho e sua indiscutível competência lidando com pais e, especialmente, com toda a burocracia. Com a morte do antigo diretor, foi escolhida para assumir o lugar, e todo o dia passou a ser como um sonho realizado. Ficou felicíssima quando seu irmão resolveu estudar em Hainslef, e até agora não aceita bem o fato de Corlys ter obrigado-o a sair, recusando-se a falar com o avô.
Aparência: Normal




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

22 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Sab Fev 13, 2016 2:05 am

Elyss

avatar
Admin. Elyss
Admin. Elyss
Nome: Rhyden Herion Eirligen
Idade: 29 anos
Poder: Raios e Força | S

Origem: Ekalyon
Família: Lezard e Lestari (Primos), Rozelyn (Sobrinha/Parente)
Trabalho: Diretor da Escola de Magia de Esthrold

Personalidade: À primeira vista, Rhyden pode sustentar uma aparência fria e impassível, e talvez, de fato, não seja dono dos modos mais refinados, podendo ser rude sem nem perceber -e aí é que está: desligado, não tem muita atenção ao quanto de força desnecessária ele pode aplicar a uma tarefa simples. No entanto, não deixa de ser uma pessoa educada e, há quem diga, até um completo cavalheiro com as mulheres, ainda que fruto de uma percepção que o faz enxergá-las como mais delicadas. Cortês, possui uma conduta honrada e desconsidera qualquer possibilidade de trapaça que seja feita para si ou para seus alunos: seguindo a linha da prima, acredita que qualquer um pode alcançar o que quiser se der duro o suficiente, e aplica essa mentalidade enquanto diretor, demandando dedicação e esforço de seus alunos e, ao mesmo tempo, procurando auxiliá-los a trilhar esse caminho. Ainda, como possuidor de um pensamento íntegro, Rhyden não dispensa punições a qualquer um que tente infringir regras, esperando que tal "fraqueza" não se repita.
História:
Spoiler:
Das famílias que habitam Fantasy World, poucas são as que conseguem traçar sua descendência a um passado tão distante quanto os Eirligen. Há mais de três mil anos o clã habita a região costeira e florestada ao norte de Wyndus, uma área com ventos gelados no inverno e tempestade de raios no verão, da qual também atuam como senhores. Graças ao clima ao pouco acolhedor, raros são aqueles que escolhem ali habitar, sendo a maior parte de sua população composta por nativos, cujas famílias vivem ali há gerações. Esse isolamento do resto do reino permitiu que, naquele canto do mundo, costumes e tradições antigas fossem preservadas ao longo do tempo, entre elas a crença que os Eirligen eram protegidos pelo Deus Antigo do Ar e da Tempestade.

Apesar dos poderes latentes e do imenso potencial, os Eirligen, em geral, não possuíam muito interesse na política do reino, em aumentar seu poder e status, estando contentes em manter sua influência restrita a sua região de origem. Contudo, algo viria a mudar nas gerações mais recentes, mais especificamente na dos pais de Lezard e Lestari. Deslumbrados com o que presenciaram em seu tempo na corte, eles começaram a ansiar aquela vida e para si, todo aquele luxo, reverência e glória. Por sua vez, Rhyden não tem muitas lembranças desse período, carecendo de qualquer informação remetente à participação de seus pais na tentativa de libertar o Deus Antigo - e mesmo que queira saber, nem Lezard nem Lestari comentam sobre o assunto de maneira uniforme, cada um propiciando-lhe versões distintas dos eventos.

Após várias tentativas, seus familiares finalmente conseguiram sucesso em sua empreitada: quebrar o selo do Deus Antigo- e lhe pedir todo o poder e glória que ansiavam. Tendo sido despertado por uma razão tão frívola, tão egoísta, a Divindade, completamente enojado por seus protegidos, decidiu erradicar todos eles, permitindo apenas que as crianças fugissem do morticínio que se seguiu; esperava que elas aprendessem a lição e não cometessem os mesmos erros de seus parentes.
Mais novo do que os primos, Rhyden foi quem mais sofreu com a súbita perda da família, apenas assistindo como, de um dia para o outro, aquilo que conhecia como seu mundo havia sido destruído.
Com o foco de Lestari em fortalecer-se, ele passaria muito mais tempo com Lezard do que com a prima, absorvendo a visão do primo sobre os eventos que aconteceram - em parte. Por sua vez, Rhyden mostra-se como o intermédio entre as duas visões da família, não aceitando passivamente as perdas que sofrera, mas, também, manipulando a frustração que sentia contra si mesmo; contra sua própria fraqueza. A partir daí, ele iria dedicar-se a treinar e a tornar-se mais forte, mas não tinha muita ideia de como fazer isso.

Para uma criança, força e bravura geralmente são assimilados a atos heróicos, e assim não foi diferente para Rhyden, que teimava em se meter em qualquer aventura que prometesse lhe tornar mais forte, não raramente culminando em uma cena inusitada: um jovem com os olhos inchados de tanto chorar, sujo, machucado e sendo carregado por guardas de volta para casa. Contudo, era determinado, e continuou investindo em tamanhas empreitadas continuamente. Foi apenas quando, há 20 anos atrás, se deparou com os Guardiões dos Elementos em uma batalha contra lacaios da Getsukai original que sua percepção começaria a mudar. Em especial, a figura de Seth Astäroshe, a Guardiã da Terra, seria a que mais o influenciaria - talvez pelo carinho que ela o reservava, juntamente de lições diretas e sinceras quanto aos riscos que o garoto corria. Depois do fim da 4ª Guerra Mágica, Rhyden se matricularia na escola de Esthrold e treinaria, de maneira mais eficiente e direcionada, para se superar, e conseguiu o que desejava.

Anos mais tarde, tendo se provado como um poderoso lutador e uma figura respeitada entre os outros estudantes, lhe seria oferecido o cargo de professor e, eventualmente, diretor da escola na qual cursara. Rhyden respondeu afirmativamente aos dois convites, convencido a ajudar as próximas gerações de jovens que fossem procurar sua escola da mesma forma que fora acudido anos atrás.
Aparência: Normal

- - - ※ - - -

Nome: Zhao Wen Yang
Idade: 22 anos
Poder: Pensamentos e Energia | A+

Origem: Yen'Darin
Família: Hyeon, Shun e Suyin (Irmãos)
Rank Militar: Chevalier
Trabalho: Professor de Oclumência e Legilimência em Ekalyon

Personalidade: Dentre os irmãos um dos mais afetados pelos eventos que acometeram sua terra natal, Yang exibe um porte quieto e fechado, facilmente confundido com grosseria pelas respostas diretas e ríspidas que garante aos outros. Altivo, é um profissional exigente e observador, fazendo questão que seus alunos não só treinem perfeitamente, mas que, na sua presença comportem-se perfeitamente - o que, talvez, demonstre um resquício do treinamento militar pelo qual passou durante a adolescência em Yen'Darin. No entanto, não é uma pessoa completamente fria, possuindo um lado gentil e refinado, uma face agradável que, dificilmente, não arranca suspiros das damas que a presenciam. Sua sensatez, ainda, é o que reprime seu lado mais cavalheiro, focando-o nos benefícios e consequências de seus atos. É meticuloso e perfeccionista, chegando até a poder ser definido como um "chato", especialmente quando vai avaliar algum projeto. Como guerreiro, Yang mostra-se justo e cauteloso, ainda que prefira evitar conflitos não só pela natureza de suas habilidades, como também por lembrarem-no da revolução de Yen'Darin.
História:
Spoiler:
O filho mais velho da família Zhao Wen, Yang desde cedo, como herdeiro da família, fora treinado tanto nas artes da batalha quanto em dezenas de matérias relativas a todo tipo de assunto: desde criaturas mágicas até poesia. Sendo o mais velho, não poderia sequer pensar em falhar em nenhuma dessas áreas - não por uma questão de competitividade ou superioridade, mas sim por uma questão de tradição que envolve a honra da família. Pessoalmente, Yang nunca se sentia muito confortável carregando tamanha responsabilidade, mas nunca deixava de se esforçar para superar as expectativas que eram postas sobre si - a família afinal, era a coisa mais importante para ele. Tal consideração, no entanto, não se limitava apenas aos seus correlatos de sangue, mas também à família que, futuramente, seria sua também.
Meifeng fora escolhida, desde cedo, para que se tornasse sua esposa, em um acordo antigo firmado entre as famílias. Apesar do desfavorável, ainda que não incomum, de um casamento arranjado, ambos os noivos sempre fizeram o possível para deixar seu dever o menos custoso o possível, firmando uma relação de carinho e, acima de tudo, amizade entre si. Yang era, acima de tudo, feliz pela vida que tinha, esta que parecia tão próspera.

No entanto, quanto mais os anos passavam, mais tensa a situação do reino ficava. Certamente, para uma família nobre como os Zhao Wen, poucas eram as dificuldades enfrentadas se comparadas ao do povo, mas isso nunca fizera de nenhum de seus membros ignorantes à situação dos menos afortunados. Yang, como o mais velho, assistia apreensivo a evolução do cenário, insatisfeito com a própria falta e ação - sozinhos, não poderiam fazer muita coisa, e o governo atual não parecia dividir a mesma visão. Em seguida, com o estourar da Revolução, Yang teria de acatar com as decisões dos pais em ir para o outro continente antes dos outros, supostamente sendo logo seguidos pelos pais e por sua noiva, dependendo de como o conflito se desdobrasse. Hesitante, mas suavizado pela segurança que seu pai transmitia, Yang partiu com os irmãos para Ekalyon e lá esperou o resto da família.

Entretanto, não foi isso o que aconteceu. Os rebeldes nunca foram derrotados, pelo contrário - foram vitoriosos. Sua família que ficara para trás fora executada, seu Imperador estava morto, e ele e os irmãos, se quisessem continuar vivos, jamais poderiam retornar ao lar. Estavam presos em outro continente, e nem toda sua fortuna poderia levá-los de volta a Yen'Darin. Yang foi completamente destroçado pelas notícias, pois, de um dia para o outro, parecia ter perdido tudo - ou quase tudo; no entanto, ele tinha de manter a postura firme pelos irmãs que agora estavam aos seus cuidados.

Ainda que confiante de que as posses da família eram mais do que suficiente para manter um padrão de vida luxuoso, Yang tratou de procurar um meio de sustento para sua família - em parte, também precisava para distanciar seus pensamentos de tudo o que havia perdido,  e o convite para tornar-se professor na Escola de Magia de Ekalyon pareceu-lhe irrecusável.
Aparência: Normal

http://scraphim.tumblr.com/

23 Re: - Inscrições para Outras Personagens em Sab Fev 13, 2016 8:27 pm

Alaena

avatar
Admin. Alaena
Admin. Alaena
Nome: Zhao Wen Hyeon
Idade: 21 Anos
Poder: Flores e Energia Divina | A

Origem: Yen'Darin
Família: Yang, Shun e Suyin (Irmãos)
Trabalho: Curador do Museu de Heracles

Personalidade: Diferentemente do irmão mais velho, Hyeon demonstra um semblante sereno, com um sorriso que vem com facilidad, dono de respostas gentis e pacientes. Com a educação de um nobre de Yen'Darin, ele é um cavalheiro, facilmente arrancando suspiros das mulheres, eapecialmente quando junto ao irmão mais velho, com quem forma uma dupla, no mínimo e, interessante. Inteligente e erudito, Hyeon é um estudioso, tendo uma paixão e um conhecimento amplo sobre uma grande variedade de assuntos, em especial história, litetatura, arte e filosofia. Apesar se mostrar bastante sociável quando se dirigem a si, eventos sociais que requerem ser o mais extrovertido que pode facilmente o exaure, necessitando de um bom é velho tempo sozinho é com seus assuntos favoritos. Nisso Hyeon demonstra uma natureza introvertida, até reservada, no ponto em que guarda esses momentos para si e detesta dividi-los com outros, ficando bastante irritado e ríspido quando interrompido. Dono de uma grande espiritualidade, possui uma grande fé em seus deuses e participaria de argumentos acalorados para defendê-los, algo que permanece de sua infância e adolescência. Tem horror à violência, procurando sempre soluções pacíficas para conflitos, recusando-se a lutar a não ser que forçado.
História:
Spoiler:
Pouco mais de um ano mais novo que Yang, como o segundo filho - a garantia da continuação da linhagem - Hyeon teve uma educação primorosa, ainda que menos exigente, especialmente quanto ao quesito militar, focando-se nas matérias humanas e nas linguagens. Como outros garotos de famílias nobres, Hyeon foi entregue ao seus pais para viver com os Monges, em um templo nas montanhas de Yen'Darin, traduzindo e copiando livros antigos, aprendendo sobre o passado, uma vida dedicada à religião e ao conhecimento. Seu tempo nas montanhas despertou seu gosto por história e pelo passado em geral.
Quando retornou ao lar, deparou-se com uma realidade muito diferente da que deixara. A situação no reino estava muito mais tensa do que podia esperar. Certamente, para uma família nobre como os Zhao Wen, poucas eram as dificuldades enfrentadas se comparadas ao do povo, mas isso nunca fizera de nenhum de seus membros ignorantes à situação dos menos afortunados. Hyeon possuía uma visão progressista de que, sim, aquelas pessoas tinham um porquê reclamar, mas jamais ousara falar isso em voz alta, com medo da reação da família e da própria nobreza, embora jamais tenha desejado uma revolução. Em seguida, com o estourar do conflito, Hyeon teria de acatar com as decisões dos pais em ir para o outro continente com os irmãos e esperar o desdobramento dos conflitos. Ansioso para levar Shun e Suyin para longe de uma guerra, a viagem como um alívio para Hyeon. Longe, rezou para que os revolucionários e a nobreza pudessem chegar a um acordo, e que quando voltasse, seu reino estaria diferente, para melhor.

Entretanto, não foi isso o que aconteceu, nunca houve um acordo, apenas guerra. Os rebeldes nunca foram foram vitoriosos. Sua família que ficara para trás fora executada, seu Imperador estava morto, e ele e os irmãos, se quisessem continuar vivos, jamais poderiam retornar ao lar. Estavam presos em outro continente, e nem toda sua fortuna poderia levá-los de volta a Yen'Darin. Hyeon ficou arrasado com a notícia, e o ódio nasceu em seu coração de ambas as partes envolvidas: do Imperador que recusava-se a ceder e dos radicais revolucionários que saíram executando todos os que conhecia. Pelos irmãos mais novos, engoliu seu ódio e sorriu, forçado a aceitar uma nova vida.

Hyeon poderia ter ficado em casa, cuidando da família e não se preocupando com nada, certamente tinham dinheiro para isso. Entretanto, a ideia de não fazer nenhuma contribuição enquanto Yang trabalhava e os mais novos estudavam não lhe deixava confortável, decidindo, então, procurar um emprego. Devido ao seu vasto conhecimento - e conexões - foi logo aprovado como o novo curador do Museu de Heracles.
Aparência: Normal




The world is changed because you're made of ivory and gold
The curve of your lips rewrites history
http://ladyrosier.tumblr.com

Conteúdo patrocinado


Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo  Mensagem [Página 1 de 1]

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum